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Fenty Beauty: Meus favoritos da vez!

06/08/2020  •  Por Thereza  •  Compras, Maquiagem

Tudo bem, Rihanna, a gente desiste do cd (por enquanto), mas pelo amor de deusa: traga Fenty para o Brasil!

Pra quem não sabe, a Fenty é do mesmo grupo – o Kendo Beauty, de marcas como: Marc Jacobs Beauty e KVD (ex Kat Von D), portanto, a importação está no gatilho, o que falta é o sim dela.

Digo tudo isso, porque não gosto mais de fazer resenha de produto que não tem aqui, mas como Fenty merece o reconhecimento geral, finalmente conheci e comprei alguns produtos de sua linha.

fenty beauty

E foco em dois itens que gosto muito de experimentar: base e corretivo! Duplinha que gosto de desbravar pra saber se funciona e conhecer novas texturas, cores e acabamentos!

O curioso, no meu caso, é que o grande diferencial da Fenty se tornou meu maior “problema”: a infinita variedade de cores! Sua linha de base tem mais de 50 tons e eu fiquei tão confusa que quase desisti, pois são muitas nuances, tons, subtons e que se a luz não for certa e a sua pele não estiver pronta pra receber, você perde uma grande oportunidade de ter uma base com a cor perfeita pra você.

fenty beauty

Eu confesso que nem sei se acertei minha cor (alô, Sephora, vamos melhorar a iluminação das lojas!), ela vai funcionar mais pros meus períodos de bronze, mas vamos falar da base primeiro. Comprei a Pro Filt’r Soft Matte Prolongwear e, oficialmente, é uma base matte suave, de longa duração, podendo construir camadas, cobertura média para alta e “leve como o ar”. Concordo com tudo, exceto com a parte da leveza, achei a base densa, daquela que requer tempo para passar perfeitamente e você não pode sair passando com os dedos, sabe?

Dito isso, pra mim não é base do dia a dia, mas sim quando você quer uma make especial, uma cobertura mais complexa e caprichada. Tenho usado pouquíssima base, mas quando quero usar… sai de baixo, que essa é a base!

Já o corretivo, comprei o Pro Filt’r Instant Retouch Concealer e, diferente da base, tenho usado dia sim e outro também! Ele tem uma média cobertura e já de saída me poupa de algo que odeio em certos corretivos: aquela craquelada. Ele é bem cremoso e, apesar de denso, com pouco você cobre na medida do sucesso. Um excelente corretivo e que entrou imediatamente pras cabeças dos meus favoritos.

Pra fechar, por favor Fenty venha para o Brasil! Também temos mais de 50 tons de pele e potencial de soldout instantâneo (ape$ar dos pe$ares)!

O banheiro mais bonito que você vai ver hoje!

05/08/2020  •  Por Thereza  •  Decoração

E eu não estou exagerando e ainda arrisco a dizer que é o banheiro mais bonito de todos os tempos. Pode nem ser seu estilo, mais vai dizer que não é no mínimo ousado?!

Feito pela Interior designer Nuria Alia, ele tem um quê de art deco, mas muito ecleticismo e cores das mais variadas, pra mim é alegria só de ver!

E

Nada é brega para sempre

03/08/2020  •  Por Thereza  •  Acessórios, Pense

Um título como esse nem precisaria de texto, ele já é autoexplicativo, mas eu explico. Outro dia estava lendo uma thread legal no Twitter falando sobre moda e sapatilhas e uma das envolvidas (eu perdi o tweet específico) falou, “Nada é brega para sempre” e eu gritei – em pensamento: SIM!

Sim diante da máxima, mas não diante do outro comentário, sapatilha não é brega e, vocês sabem, tenho aversão à essas palavras como brega ou cafona. Dito isso, é preciso explicar a fobia recente à sapatilha, pois para uns ela virou símbolo da “””cafonice””” como a pochete dos anos 90: moda não é linear, moda é circular, tudo que vai… volta, fique tranquila – ou preocupada.

A sapatilha em si tem uma questão específica, no início da última década viveu O AUGE do conforto, charme, fofurice e ainda ostentação (vide a famigerada sapatilha bicolor Chanel). Todo lugar era sapatilha, generalizou, banalizou… e bateu de frente – ou seria de bico?? – com o que eu gosto de chamar de item fashion do milênio, o tênis!

Veja a timeline, o auge das sapatilhas veio com o surgimento do tênis, não do tênis cotidiano que a gente usava pra escola ou pra academia (??), mas o tênis com caráter fashion, ousado, disruptivo, que abandonou a característica esportiva e se tornou fashionista, jovem, fresco e muito confortável.

A sapatilha é uma gracinha, tenho várias, mas de fato perdeu espaço pra era do tênis (e de alguns outros modelos de calçados que ascenderam nos último anos, vide mules, espadrilles e outros), então sumida sim, mas brega, jamais. E pra completar, e vale resgatar esse post aqui de 2017, sapatilha é confortável, mas não é lá, digamos, muito saudável.

Bom, pelo menos foi isso que meu ortopedista disse pra mim depois de ter um problema do calcanhar e ele me incentivar a EVITAR (não abadonar) o uso de sapatilha por saltos de pelo menos 2cm ou… tênis.

Outro dia postei na #RondadaFW um desfile lindo e com várias sapatilhas lindas e questionei “seria o retorno das sapatilhas?” e recebi um ou outro recado, “pra onde elas foram? nunca deixei de usá-las!”, bom, nem eu, mas a moda vai além do nosso guarda-roupa pessoal e vivemos eras que duram um semestre (por exemplo, o neon) ou alguns anos (como o linho que parece que voltou forte e em definitivo). O que está no nosso armário é imutável, é nosso e graças a Deus podemos comprar de forma mais consciente, mas as passarelas ditam novos movimentos, logo, veremos mais ou menos disso nas vitrines e araras.

Outro exemplo bem real, há uns 3 ou 4 anos, vimos muitas blusas ombro a ombro e ciganinhas por aí, agora vai encontrar nas lojas? Difícil. Elas sumiram 100%? Lógico que não, mas “cedem” espaço para outros movimentos e tendências. O mesmo podemos dizer do momento atual da estampa de oncinha que há 2 anos vem forte e espalhada por aí, em breve ela provavelmente tirará um período sabático, não pra gente, mas para as lojas!

E para o próximo ano, aposto no retorno triufante das rendas que, por muito tempo, passaram descansando para que tecidos mais minimais (como o cetim ou linho) brilhassem mais, mas isso será pauta para um próximo post. E um belo dia podemos falar isso das sapatilhas, elas não se tornaram bregas, aliás, desconfie de quem usa essa palavra que pra mim tem um caráter mais autoritário do que indicador de moda.

E todo esse resumo é pra explicar que a moda é cíclica e a frase do texto é definitiva: nada é brega para sempre. Por mim, poderia dizer que nada é brega e que talvez tenha sim seus altos e baixos, mas nada é eternamente brega, pelo contrário, já dizia o saudoso poeta contemporâneo, Alexandre Magno Abrão, “dias de luta, dias de glória”.

O legal da moda é isso, se até pouco tempo atrás olhávamos torto para pochete ou calça de moletom, hoje elas são itens fashion e de conforto, o mesmo podemos dizer das sapatilhas, se agora estão mais sumidas, um dia elas voltam e bom da gente que podemos experienciar os ciclos da moda e nos mantermos atentas pro entendimento dessa adorável engrenagem!