30 mulheres incríveis revelam o que fazem pro bem-estar instantâneo!

04/11/2018  •  Por Thereza  •  Pense, Saúde

Vamos encerrar nossa semana do bem-estar da melhor maneira possível? Com dica de mulheres reais, incríveis e inspiradoras? Bom, estou falando de você mesma, querida leitora, encerrando a semana temática com quem me inspira a manter o Fashionismo diariamente atualizado há mais de 10 anos, você!

Na segunda-feira, perguntei no Grupo do Fashionismo (pra participar, clica aqui) e no Instagram, o seguinte:  O que move e acalma vocês? Pode ser espiritual, cerebral, emocional, uma música, uma série, um livro, um mantra, o que te deixa bem e você gostaria de compartilhar com todo mundo?

Foram centenas de respostas incríveis e inspiradoras (vale ler aqui), tem leitora, amiga blogueira, enfim, mulheres admiráveis, com isso, separei 30 que me chamaram a atenção e compartilho aqui pra gente encerrar nossa semana (bom, e começar outra rsrs!). São coisas simples, pequenos luxos, vaidades, mas que no geral podem ajudar a resgatar nosso autocuidado e aquele momento íntimo e pessoal, simples assim! Se perdeu algum post da série, clica aqui!

“Faço ho’oponopono ou ponho áudios de frequência hertz (no YouTube tem muitos pra diversos temas, hj usei “melhorar as energias..”)“. Claudia

“Sou bastante ansiosa e nesses últimos tempos parece que minha ansiedade aumentou. Baixei um app na internet chamado Querida Ansiedade, tem exercícios, dá pra conversar online, vídeos, diário. Me ajuda bastante!” Bárbara

“Caminhar na rua me acalma, me deixa feliz! Não gosto de ficar rodando em praça e etc, gosto de passar pelas ruas bonitas,  geralmente no final da tarde ou à noite, adoro ver a rua de outra forma, sentir o vento e etc!” Lorena

“Em dias estressantes, faço um cházinho, sento na minha cama e leio umas cartas/mensagens que tenho de pessoas queridas ou ouço uma música calma. Depois passo algum creme cheiroso no corpo e fico quietinha na minha, curtindo minha companhia e tentando me reencontrar de novo.”  Alessandra

“Livros e séries divertidas: The Good Place, Atypical.” Marina

“Gosto de fazer um ritual no banho. Colocar minhas músicas favoritas, máscaras no cabelo, e esfoliar o corpo inteiro, aquela sensação de trocar de pele, sabe? Amo. Faço quando me sinto sobrecarregada. Gosto muito de esfoliar com borra de café ou açúcar mascavo com mel. Passo uns bons minutos massageando bastante o corpo. Às vezes término com um banho de ervas (espada de São Jorge é meu favorito) outras vez com um jato frio pra fechar os poros. Me sinto outra!” Alinie

“Eu apago a luz do banheiro, acendo uma vela e tomo um banho quente. Já virou uma terapia. Além de exercícios de yoga e meditação, uso os app Calm e Headspace.” Thalita

“Sheet mask + headspace (gosto do pack de ansiedade ou tristeza pra momentos tipo essa semana) + exercício intenso (corrida ou uma aula da Velocity).” Mirella

“Mantra “isso também passa e eu vou ficar bem” e música, como algum louvor que fale sobre o amor e cuidado de Deus.” Tassiane

“Aromaterapia (de preferência os Pomanders @floraisearomas), música calma (mantras) e livros (autoconhecimento ou chick lit, depende do mood do dia)!” Alê

“Escutar Spice Girls sempre me deixa mais leve! Wannabe é um mantra fortíssimo!” Lígia

“Atividades manuais, que permitam que eu ouça música, faça as coisas ao ar livre e acabe criando algo no fim são meu maior auto-cuidado. Tenho costurado, desenhado, cuidado de plantas, restaurado peças antigas de decoração etc.. além de distrair, melhora bastante minha coordenação motora fina!” Bia

“Assistir Friends” Gabriela

“O que me ajuda muito são os livros! Não tem cozy vibes melhor do que estar no silêncio em casa, com um bom livro e uma taça de vinho. Recomendo muito o livro “O que eu sei de verdade” da Oprah Winfrey. Transformador!” Natália

“Eu comecei a estudar filosofia aplicada a vida moderna, porque nesse mundo atual é difícil a dualidade de querer ser uma pessoa melhor enquanto tenta manter a fé no ser humano. Além disso, coisas mais simples: tomar café da manhã com calma pra poder começar o dia bem, comer sem celular perto, não olhar as redes sociais assim que acordo, fazer máscara fácil uma vez por semana, fazer as unhas uma vez por semana, me permitir não ter um cronograma exaustivo todos os dias, caminhar aos fins de semana, escrever coisas boas ao fim de meus dias, pequenas coisas que fazem a diferença!” Thici

“Se der, marco uma massagem, se não der, um banho de chuveiro quentinho com algum produto mara e cheiroso já me faz tão bem… E ouvindo música clássica de preferência!  Vic

“Tratamentos de beleza pra pele, meditação guiada com uma vela beeem deliciosa acesa e pra fechar uma playlist com músicas acústicas no spotify!” Laura

“Existe uma estratégia em Terapia Cognitivo-Comportamental que a gente sempre ensina os pacientes a utilizar, chamada A.C.A.L.M.E.-S.E. Ela ajuda quando o paciente consegue identificar a crise de ansiedade vindo, ou os gatilhos que trazem uma, e utiliza a técnica para reduzir gradativamente os sintomas.” Taís

“Medito antes de deitar, assim já dou uma desacelerada e pra ajudar a pegar no sono, ligo o app White Noise, que tem sons ambientes relaxantes (tipo barulhinho de ventilador ligado, de chuva, de cabine de avião).” Mariana

“Eu faço artesanato, no momento macramê e tear. Acaba sendo um momento meio de meditação também, pois não penso em nada, só acompanho o movimento dos fios. Sem contar que me ajuda a sair um pouco do computador e celular. E também, é até engraçado, mas fazer a unha me acalma. Fico um tempão, escolho esmalte, pinto devagar, limpo os cantinhos, no final já tô mais tranquila!” Layla

“Desenhar e escrever. Normalmente mando e-mails para mim mesma com fotos dos desenhos. É legal, e uma forma de manter meus diários.”  Xofanna

“Tenho lido muito “The Power of Now” e “365 days of Tao”, ensinam muito sobre essa introspecção. Meditação e yoga tem sido meu aliados também! Uma boa alimentação com coisas frescas e mais naturais possíveis, mas o melhor de tudo é uma mente positiva, aceitação de como eu sou e de como posso melhorar todos os dias, nao me chatear por coisas que eu nao posso controlar!” Leila (de Moçambique <3)

“Quando preciso relaxar sempre escuto Chopin – Nocturne op.9 no. 2. Na hora de dormir, apago as luzes do quarto e assisto vídeos de ASMR usando fones de ouvido.” Karina

“Meditar e skincare. Saber que de alguma forma estou cuidando da mente e do corpo e sendo gentil comigo mesma faz as coisas parecerem viáveis de encarar.” Letícia

“Luz baixa, chá, óleo essencial de hortelã pimenta, 10min de yoga/alongamento (down dog é o melhor app).” Picsnic

“O site Personare é o meu queridinho! Tem vários artigos leves e rapidinhos com dicas de meditação, bem estar e terapias, ideal pra você ler de manhã logo que liga o computador no trabalho! Me ajuda muito e aprendi muita coisa bacana.” Tainara

“O que me acalma é o ócio. Passar um tempo apenas existindo, sem ter compromisso com nada nem niguém!” Isabela

“Quando bate a ansiedade e o stress, ouço uma meditação guiada (o canal yoga mudra no YouTube é demais!), fico uns minutinhos concentrada na minha respiração ou faço alguns alongamentos. Se o negócio tá muito hardcore, eu faço agachamento kkkkk (sério)”. Carolina

“O mantra Om Namah Shivaya vreade. Tem um livro muito bom chamado “Como manter a mente sã”, indico muito!” Veronica

“Meu propósito na vida e na carreira, e o que mais me ajuda é quebrar estados mentais (quando vem aquela voz com pensamentos/sentimentos negativos), eu penso em quantas vezes eu já superei e venci desafios e obstáculos e como sou grata a tantas coisas e pessoas que fazem parte da minha jornada. Aí tudo acalma por dentro!” Marlene

 

Espero que tenham gostado da nossa série de posts sobre bem-estar, autocuidado, reflexão ou toda e qualquer coisa que simplesmente nos faz sentir bem! Foi uma semana temática, mas me esforço para que o Fashionismo fique sempre assim o ano todo, seja moda, beleza ou comportamento, que 5 minutinhos de post te faça bem <3

[ Se quiser rever a semana especial, clica aqui! ]

Esqueça a felicidade, procure alegria

30/10/2018  •  Por Thereza  •  Pense, Saúde

Tom e Vinícius tinham um ponto quando cantaram a célebre música A Felicidade, “Tristeza não tem fim, felicidade sim. A felicidade é como uma pluma, que o vento vai levando pelo ar, voa tão leve, mas tem a vida breve…”.

Não, esse não é um post deprê, muito que pelo contrário, li uma reflexão tão bacana no Goop (o site de lifestyle da Gwyneth Paltrow) e me veio primeiro a lembrança dessa música e depois a ressignificação de palavra felicidade.

O tema surgiu no podcast entre Oprah e Gwyneth, ou seja, sente o poder da conversa e a apresentadora foi categórica, “’Felicidade’ não é nem mesmo uma palavra que eu uso para mim, pois a felicidade parece temporal” e o tema seguiu com a escritora Ingrid Fetell Lee, sugerindo que, ao invés de procurarmos felicidade, que busquemos joy, aka alegria e prazer. “Antes de começar a pesquisar a alegria, eu a via como essa coisa intangível e efêmera que simplesmente passa flutuando por nós. E quanto mais eu mergulhava nisso, mais eu percebia que, culturalmente, buscamos a felicidade de forma implacável,  mas negligenciamos a alegria”. E sim, há uma diferença entre felicidade e alegria.

Segundo Ingrid, “Felicidade é uma avaliação ampla de como nos sentimos sobre nossas vidas, e isso é frequentemente medido ao longo do tempo. A felicidade inclui muitos fatores diferentes: Como nos sentimos em relação ao nosso trabalho, se sentimos que temos um senso de significado e propósito. Como nos sentimos sobre a nossa saúde e também sobre nossos relacionamentos. Todos esses fatores diferentes entram em saber se estamos felizes ou não”. E ela completa, “a felicidade pode às vezes ser um pouco vaga”

E sobre a alegria e prazer, que pra mim sintetizam a adorável palavra JOY em questão, “a alegria é muito mais simples e imediata. Os psicólogos definem a alegria como uma experiência momentânea intensa de emoção positiva. Pode ser medido através da expressão física direta. Então, a sensação de sorrir, rir e querer saltitar. Temos esse sentimento quando algo nos dá uma faísca de alegria. E ela sintetiza: a felicidade é algo que medimos ao longo do tempo. Alegria é sentir-se bem no momento, e é realmente sobre esses pequenos e simples momentos.

E justamente nessa última frase que eu quero chegar e convergir com o nosso papo sobre mindfulness e viver O-MOMENTO-PRESENTE. Enquanto a busca pela felicidade requer tempo, planejamento, expectativa, ansiedade e até mesmo decepção, alegria é o agora, sãos os simples gestos e pequenos momentos que fazem a diferença. Quando a gente olhar pra trás, os tais momentos de felicidade se tornarão algo grande e importante na nossa memória, enquanto a felicidade… bom, a felicidade às vezes de fato pode ser um pouco vaga.

E a alegria tem a ver com bem-estar? Ingrid afirma que sim e de uma maneira importante e profunda, “pesquisas mostram que experimentar pequenos momentos de alegria regularmente reduz o estresse. Quando passamos por algo muito estressante, se tivermos um momento de alegria, pode realmente acelerar a recuperação física do estresse também. Com o tempo, isso pode ter um efeito positivo no sistema cardiovascular. A alegria foi até conectada em alguns estudos à longevidade”.

Sabia que as pessoas são até 12% mais produtivas quando sentem – E VALORIZAM – essas pequenas alegrias do cotidiano? E vamos falar de beleza, afinal “a alegria é uma emoção contagiante e uma das descobertas mais intrigantes é que a alegria nos torna mais atraentes fisicamente. Os cientistas descobriram que, quando rostos supostamente de aparência normal estão sorrindo, as pessoas os classificam como mais atraentes do que rostos “bonitos” que não estão sorrindo. Então, quando exibimos alegria, acabamos atraindo pessoas”. Sei que tudo isso pode parecer muito simples, filosófico ou hipotético, mas depois de desconstruir as palavras e entender seus significados, valorizo mais a alegria de agora do que a felicidade do futuro.

Acho que no final das contas essa reflexão é válida e é cada vez mais importante aproveitarmos o momento presente, buscar pelos simples prazeres da vida e que tudo isso sim, pode representar a felicidade como um todo. Fiquei super feliz lendo essa matéria e alinhando com minhas visões, a Ingrid tem um livro chamado “Joyful – O Poder Surpreendente das Coisas Ordinárias para Criar Felicidade Extraordinária”, no qual ela compartilha argumento convincente para a busca da alegria, “momentos alegres podem ser fugazes, mas eles não são necessariamente uma força passiva. Você pode ativamente envolvê-los em seu dia, em sua vida e sintonizá-los ao seu redor”, deu vontade de ler!

E vocês, já pensaram em desmembrar esse ato de felicidade com momentos de alegria e prazer?

 

 

O fim da Henri Bendel e o que podemos entender dessa nova era

18/09/2018  •  Por Thereza  •  Moda, Pense

Há anos conversamos aqui no Fashionismo sobre a transformação do varejo e a forma que consumimos moda, seja digital ou analogicamente. As coisas não são mais as mesmas, e nem estou falando de uma década pra cá, mas de 3 ou 5 anos… muita coisa mudou.

Na última sexta-feira foi anunciado o encerramento das atividades da já saudosa Henri Bendel. Pra quem não conhece, a marca tinha sua flagship cravada no coração da 5a Avenida, ao lado de nomes como Bergdorf Goodman, Louis Vuitton, Tiffany e grande elenco.

henri bendel

Henri Bendel já foi cenário para Blair Waldorf em Gossip Girl, Carrie Bradshaw e Becky Bloom já foram vistas com a icônica sacola listrada. A marca era figura recorrente no imaginário de muitas fashionistas que visitavam Nova York em busca de fazer parte de um sonho, como aquele visto na TV (e uma comprinha de leve).

Eu, particularmente, adorava entrar na loja pra me sentir em Nova York de fato. Adorava o clima fun fashion que a loja tinha, adorava os acessórios, as ilustrações que estampavam as bolsas, amava as velas (aliás, foi a marca quem me inspirou a fazer a minha própria vela de peônias e champagne). Por lá encontrávamos de acessórios a livros, cases de celular a maquiagem, era uma loja de departamento diferente, era lúdica e tinha aroma de Nova York.

Henri Bendel existia há 123 anos, passou por muita coisa, mas não sobreviveu à era digital sedenta por números, likes e uma rapidez de posicionamento. Li uma matéria muito legal no Business of Fashion elencando alguns dos motivos do fim e acho importante compartilhar, pois, podemos até não ser lojistas ou empreendedores, mas isso diz respeito ao nosso universo de consumo e moda.

henri bendel

A CULPA É DA VICTORIA’S SECRET?

Tanto Henri Bendel quanto Victoria’s Secret, fazem parte do grupo L Brands, esse tipo de gestão é normal no mundo corporativo, onde grandes conglomerados administram várias marcas. E no comunicado oficial, eles revelaram que “a Henri Bendel está sendo extinta para que a holding possa melhorar a lucratividade do grupo e focar em marcas maiores que tenham maior potencial de crescimento”.

Muito se fala que a própria VS tem tido dias difíceis, por conta da alta competitividade e surgimento de muitas marcas de lingerie (a maioria dessas muito mais inclusiva e democrática que a Victoria), com isso, HB foi quase um bode expiatório na tentativa do grupo recuperar sua força e receita. Eles afirmam que “dos cerca de U$12 bilhões em faturamento que a L Brands trouxe no ano passado, todas as lojas de Henri Bendel foram responsáveis ​​por minúsculos U$85 milhões e perderam dinheiro em custos operacionais, um valor estimado de U$ 45 milhões só neste ano. Henri Bendel está operando no vermelho há pelo menos dois anos”.

A ERA DIGITAL PODE TE ENGOLIR

Se você não engolir a internet, ela te engole. E provavelmente a grande culpa do fim da marca tenha sido essa falta de traquejo com a internet numa era em que você não pode simplesmente existir, mas tem que ser ativo 24/7, seu feed precisa ser perfeito, suas redes sociais bem administradas, seus estilistas precisam ser influenciadores e, bom, essa vocês já sabem o que vou dizer: ter relacionamento com blogueiros e afins é essencial pra fazer a marca presente… e, confesso, mal via a Henri Bendel fazer nada disso.

E se um dia são blogs, outro dia são blogs e Instagram, daí outro tem blogs, Instagram, youtube, e tem sites, redes sociais xpto…. um turbilhão de ideias e, resumo da ópera? É preciso se ADAPTAR DIARIAMENTE, e quem não faz isso fica pra trás. Estagnar é o maior erro em tempo de velocidade de ideias, informação e competição. E isso vale pra marca, pra influenciador e toda e qualquer pessoa que queria viver nessa era digital.

O PERIGO DO LIMBO

A questão também é que a marca vivia um perigoso limbo. Não era high fashion como uma Gucci, Prada ou sua vizinha – e também loja de departamento – Bergdorf Goodman e muito menos era popular como fast fashion tipo Zara ou H&M. A marca se aproximava mais a uma Kate Spade que, apesar de também sofrer com a crise, tem uma artilharia e investimento muito maiores.

E quem frequentava a loja, sabia que algo ia errado. Lembro que quando morei na cidade e frequentava a loja, semana sim e outra também, ela era muito mais efervescente, vendia de tudo, tinha milhares de eventos, ativações, enfim, era O acontecimento da cidade numa era em que o digital engatinhava. Com o tempo, e por decisão da L Brands, eles passaram a focar só em acessórios da marca própria, os corners de maquiagens saíram e a loja perdeu um pouco do charme. O tamanho também foi reduzido, o que era multimarca virou apenas 1 andar de acessórios e quinquilharias, ok, adoráveis quinquilharias, mas dava pra perceber que a marca estava numa sobrevida.

  

A culpa é da marca, da Victoria’s Secrete ou da Internet? Difícil encontrar um algoz, mas nós somos as vítimas, pois perdemos mais um espaço de moda, um local físico, tangível, vivo, que fez – e poderia seguir fazendo – a diferença. Ano passado foi a vez da Colette em Paris e agora a Henri Bendel.

O que nos resta? Sei que não é só isso, mas posso de cara dizer: vamos para as ruas, fomentar a economia do analógico e não deixar o digital sobrepor a força que é andar pela rua, olhar uma vitrine, entrar numa loja e viver uma experiência. Que mais marcas encarem esse desafio e que mais pessoas entendam que o offline é preciso também.

E vocês, o que esperam de uma loja física? O que faz diferença na hora de entrar e se torna mais relevante que o digital?

Página 1 de 3712345Última »