GUIA DE VIAGEM: MARINA RUY BARBOSA PELA ITÁLIA E FRANÇA

27/05/2015  •  Por Thereza  •  Celebridades, Viagem

Se tem uma coisa que eu amo nessa vida é viajar, mas tem duas outras coisas bem mais baratas – que dizer, de graça – que eu também adoro: fuxicar a viagem dos outros e também dar pitaco em viagem alheia :]

Ver alguém viajando, seja praquele lugar que você já foi ou deseja conhecer, é um ótimo exercício que te tira da vida real e te faz viajar junto, sabe?! Por exemplo, ando viajando com a Petra Gil por Dubai, Abu Dhabi e Maldivas, locais que nunca fui e tão na minha lista de uma viagem futura e Preta está me fazendo o favor de compartilhar tudo em realtime em seu snapchat, obrigada!

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Agora se tem uma viagem que me deixa muito saudosa, mas também animada, pois irei repetí-la em breve, é a que a Marina Ruy Barbosa está fazendo nesse exato momento!

A atriz está há algumas semanas viajando pela França e Itália e compartilhando tudo no seu Instagram! O #ViagemComMarina traz boas dicas de viagem, paisagens lindas e ainda super looks caprichados! Fiz um apanhado de fotos & fatos de sua viagem pra gente colocar na agenda ou simplesmente suspirar!

marina ruy barbosa viagem italia

La Dolce Italia, que saudades que eu tenho desse lugar! País encantador, cheio de história, comidas incríveis, paisagens de suspirar e ao mesmo tempo que muito intenso, a gente tem uma sensação de paz inexplicável. Marina atravessou o país e percorreu cidades como Veneza, Florença, Siena, Roma e qualquer outra pequena cidade fofa (e são muitas)!

Em Veneza, Marina compartilhou cliques no super hotel The Gritti Palace e um jantar básico no Harry’s Bar, já contei aqui que esse icônico bar do Cipriani foi onde surgiu o Bellini oficial, também fui lá e foi uma delícia beber da fonte, dica imprescindível pra quem vai visitar a cidade ;)

Um dos passeios mais legais que a Marina fez, e recomendo pra todo mundo, é visitar Burano (já teve post aqui). Sem dúvidas foi o lugar mais pitoresco que já fui na vida, a ilha de pescadores e mulheres rendeiras (tais rendas eram/são vendidas por toda a Itália) se destaca pelas casinhas ultra (eu digo ULTRA) coloridas, que provavelmente você não encontra uma cor igual à outra. A cidade fica a 1h de barco de Veneza e é uma excelente opção pra fugir do clássico e se encantar com um mundo à parte.

Já pela Toscana, Marina esteve em Florença e compartilhou foto de um jantar no Buca Mario e esse restaurante é uma delícia, melhor bisteca fiorentina da cidade, não deixem de ir! Além disso, rolou passagem por Siena (cidade adorável) e os mais recentes cliques foram pela costa da toscana degustando bons vinhos, salivei aqui!

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A viagem começou pela França e o foco foi total em Paris. Entre uma boa turistada pelo Louvre e Montmarte, Marina parou pra jantar no L’ami Martin (nunca fui, mas já tá na lista) e no Jules Vernes, restaurante pomposo em plena Torre Eiffel. No momento baladinha, uma noite na Raspoutine, outro lugar que nunca fui, mas achei interessante.

Por fim, os looks! Tanto na Italia quanto em Paris, Marina montou A mala, looks bem charmosos dignos dos melhores looks do dia, eu acho um talento se manter no look viagem assim o dia todo. Por lá, rolou algum conforto, muitas cores e também pretinhos nada básicos que são essenciais em qualquer mala.

Sabe aquela sua amiga que viaja e você fica doida fuxicando as fotos e querendo as dicas? Adoro quando famoso viaja e compartilha boas dicas e imagens assim, tudo vai fato pro caderninho de viagem. Vocês também estavam ligados no #viagemcommarina?

Eurotrip final: Dica de dois restaurantes em Paris

30/12/2014  •  Por Thereza  •  Gastronomia, Viagem

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E 9 posts depois, cá estou com a saga final da minha #Eurotrip, onde vi uma forma de mesclar dicas de viagens, um roteiro diferenciado e minha visão bem pessoal de lugares incríveis pelos quais passamos durante 25 dias de agosto.

NÃO VIU TODA MINHA VIAGEM? CLICA AQUI QUE TEM MUITOS POSTS E FOTOS.

Pois bem, nem ia postar sobre Paris, pois já falei um tanto sobre a cidade aqui no blog, mas vou focar em duas experiências gastronômicas que tive. Nada de L’Avenue ou Ladurée, mas sim dois restaurantes relativamente conhecidos, onde um me decepcionei e outro me APAIXONEI.

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Vamos falar de amor? Vamos falar de Chez Julien. Quer um bistrô típico francês? Charmoso, badalado, sem muito turista brasileiro :]] e às margens do Rio Sena? Ah, e ainda serviu como cenário pra Gossip Girl!

Pois bem, o Chez Julien é tudo isso e mais um pouco. O restaurante é um achado! Quem lembra da cena de GG da Blair e Serena almoçando no ep 4×01? Então, a cena foi gravada no Louis Philippe, que fica do lado, mas no seriado elas destacam o Julien.

Já tinha ido no Louis, mas ele é meio “bagunçado”, tipo não tem aquele glamour e tal, daí dessa fui no Julien e UAU. Francês clássico (é do grupo Costes, mas menos ‘hypado’), mas sem aquela atmosfera ‘decadence’, sabe? Ele não é baratex, mas também não é nada exorbitante, entrada na faixa de €12, prato €28. A carta de vinhos é bem boa e variada e a comida? MUITO BOA. Comi um chateaubriand melhor da vida e a batata frita era a melhor da vida e o petit gateau? Melhor-da-vida.

Apesar de ser exagerada, não estou exagerando, sabe quando você entra no restaurante sem pretensão alguma e se surpreende? Por lá foi assim, do atendimento à atmosfera (decor art noveau incrível), passando pela comida e bebida, tudo perfeito. Não deixem de ir que vocês vão lembrar de mim :)

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Por falar em pretensão… guardamos o último dia da nossa longa viagem para irmos ao famoso restaurante de Joel Robouchon. Ele tem inúmeros restaurantes super aclamados e de quebra foi considerado o chef do século e seu L’Atelier, no coração de St. Germain, era um local que sempre quis ir, mas acabava não rolando, mas dado o cenário de despedida e cientes que íamos gastar bem, fomos.

Apesar de sofisticado, o restaurante é até descolado, a maior parte de suas cadeiras são num bar e assistindo o trabalho dos chefs. Acho esse formato bacana e fiz questão de sentar lá (melhor que na mesa, mas sempre com reserva). O local era apertado e estava quente, mas ok, É O JOEL.

Por lá tem opção do menu harmonizado e do jantar livre, mas como eu sou ligeiramente fresca (tipo não como camarão e etc) ficamos com o cardápio normal. Pedimos 2 entradas e 2 pratos e cada era na faixa de €40-50 (na foto dá pra clicar e dar zoom no cardápio).

A carta de vinhos? Rodrigo quase chorou no cantinho, é MUITO cara. Tipo muito mais caro que nas lojas, então quem bebe sabe que muitas vezes é um sofrimento, mas ok.

A comida? Nada demais, simples assim. Achei que ia comer absurdamente bem, que ia degustar coisas surpreendentes. Sabia que não estava lá pra me fartar, sabia que a comida ia ser pouca, mas ao menos o que pedimos nada de fato nos surpreendeu.

Podia ser cansaço da viagem (esqueci de falar que na hora de pegar o taxi na Rue de Rivoli,  fui tipo atropelada por uma van, poisé), podia ser super expectativa, mas sabe quando você aguarda um jantar e na hora h… era só isso?

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Já fui em muitos restaurantes melhores – inclusive em Paris (inclusive o Chez Julien) – e esse não me encantou, podia ser coisa do dia, mas não sei se voltaria de novo, não sei sei recomendaria pra amigos (aka vocês). Sem dúvida que Joel é incrível, quero ir em todo e qualquer restaurante dele em próximas viagens, mas esse L’Atelier não valeu o preço e não foi nada assim surpreendente, daí decepcionou.

Gente, os posts da #Eurotrip não acabaram, aguentaí! É que eu tô muito imbuída no propósito de aprender a fazer vídeos, e tenho superado minhas diferenças com o imovie, daí o que eu usei pra testar? As dezenas de vídeos que fiz durante a viagem! Ficou um vlog haha diferenciado que mistura dicas e imagens da viagem que tanto falei aqui nos últimos meses. Vou subí-lo aqui no blog dia 1! Super ansiosa pra saber se vão curtir! 

Eurotrip: Conhecendo a Borgonha

09/12/2014  •  Por Thereza  •  Viagem, Vinho

Meu momento #Eurotrip está chegando ao fim, mas antes disso ainda temos outros 2 posts e o de hoje é especial, sabe aqueles locais que você nunca imaginou ir na vida e de repente você está lá e cai de amores? Pois bem, apesar dos seus vinhos fabulosos, nunca pensei em conhecer a Borgonha, mais precisamente Beaune! E esse foi no penúltimo destino antes de Paris.

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Existe uma expressão assim: “viver como um cidadão de Borgonha” e isso significa viver bem, afinal, nessa região tem tudo o que há de melhor no mundo e isso é tipo literalmente falando. A começar pelos vinhos – sim, são os melhores do mundo, Romanée Conti tá aí pra contar história – a mostarda (de Dijon), azeitonas, escargots e sem contar as dezenas (são muitos!) restaurantes de estrelas Michelin em cidades minúsculas e charmosas.

Se a Toscana é cheia de graça, acolhedora e os locais se tornam seus amigos a medida que você toma um Limoncello só, Borgonha é uma cidade mais fria, quase silenciona, porém intrigante, diferente e muito bonita!

Nós escolhemos ficar em Beaune, que não é tão grande quanto sua vizinha Dijon, mas bem no centro da região da Borgonha. Ela fica dentro de uma muralha e  no coração das principais regiões produtoras dos vinhos mais caros do mundo. Ela fica a 3 horas de carro de Paris, então quem tiver 2 dias extras vale muito a pena investir na região.

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Onde ficar: Nos hospedamos no Le Cep, um hotel 4* MUITO bem localizado, super no Centro da cidade e colado ao Hospices de Beaune. O atendimento em si não é a melhor coisa (nos indicaram um restaurante bem ruim que não posso imaginar que eles 0 recomendem legitimamente), o quarto é muito espaçoso, mas BEM antigo. O hotel em si precisa de renovação, mas as opções são escassas na região, ou você fica num Castelo suntuoso ou num b&b modesto. O bom desse é que durante a noite você estava perto dos restaurantes do centro e tinha o toque francês irresistível.

O que fazer: Em Beaune em si, o Hospices é parada obrigatória, o local tem arquitetura marcante e sua história é incrível (era um hospital que cuidava dos doentes da guerra). Além disso, também fomos ao Museu do vinho, ele é bem pequeno, mas o Rodrigo adorou. Compramos um passe que inclui os dois e mais algum passeio que não lembro hehe.

Bem em frente ao Hospices, tem uma loja de vinho e souvenirs que você pode degustar vários vinhos pagando na faixa de €15. Nós entramos num subsolo ligeiramente macabro – mas que faz parte do show – visitamos as caves e degustamos QUINZE vinhos (em golinho, hein) numa tacada só, do simples ao maravilhoso, foi uma experiência única e vale muito a pena!

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Degustações: Por falar em vinhos, tivemos um dia inteiro pra degustar, o hotel nos deu um voucher onde a visita ao Chateau de Pommard  era de graça. O local era incrível, REPLETO de obras de artes e na temporada que fui tinha uma exposição de Dali. Daqueles chateaus maravilhosos que mistura arte e vinho e no final ainda atravessamos por um casamento. A degustação em si era bem básica, o que vale é a experiência.

Além desse, fomos ao Chateau Mersault. A visitia custava  €16 e foi a mais fraca de toda a viagem. Não era guiada – ficamos perdidos entre as caves enormes, deu medo! – e muito mecância, no final, um cara ficava ditanto sobre cada vinho com texto decorado. O lugar era lindo, mas certamente existem outros bem melhores, só que na época que fui meus favoritos estavam fechados para férias!

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Quando ir: Qualquer mês menos agosto (o mês que fomos!), aliás, a França inteira fica vazia – pois todos vão para o ensolarado sul e além –  mas em Beaune foi o local onde mais sofremos. Os dois restaurantes (Michelin) em que planejávamos ir há meses, ao chegarmos lá, demos com a cara na porta, então não tenho as melhores referências gastronômicas da cidade, o que foi uma pena pois, como disse, a gastro de Borgonha é espetacular.

Mas tivemos sorte no último dia, saímos de Beaune num sábado e pela manhã nos deparamos com sua feira tradicional e ela é INCRÍVEL! Comidas, flores, artesanatos, souvenirs, TUDO de melhor, de qualidade incrível e espalhados pela cidade. Lembro que nosso café da manhã foi pela feira de tanto de “amostrinha” de frios, salames e pães que eles no ofereciam, sem contar o vinho né! :]

Por falar nisso, compramos muitos vinhos, por lá tem loja em cada esquina e não tem uma melhor que a outra, todas são ótimas e com portfolio próprio! Vale deixar um canto na mala pra trazer vários vinhos de Borgonha, lá compramos vários na faixa de €3o que aqui no Brasil chegam a custar R$700, ou seja, faz a conta!

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O tal do Romanéé: o vinho mais caro e famoso do mundo! Lembram quando o Lula ganhou sua primeira eleição? Ele tomou um Romanée e o vinho é reconhecido no mundo todo por sua elegância com toques de opulência. Lógico e evidente que, a não ser que você seja a Madonna, você não consegue agendar pra conhecer seu Chateau, mas já tinha visto na net várias fotos de “pessoas normais” em frente ao vinhedo e isso era uma meta!

Não achava o endereço de jeito nenhum, tínhamos horário pra chegar no nosso próximo destino (Reims) e eu estava quase desistindo de entrar-e-sair pelas estradinhas da Côte D’or – Rodrigo já tinha desistido – eis que me perco numa ruazinha e vejo uma placa de pedra (todos os vinhedos tem a tal placa) e nela escrita!

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ROMANÉÉÉ! É tipo bem bobo, mas para os apreciadores de vinho, estar no mesmo metro quadrado da uva mais cara do mundo é uma emoção e praticamente o mais perto que euzinha chegarei de uma uvinha de Romanée (aqui no Brasil ela custa R$60.000, tá bom?), mas valeu a visita e depois rumamos por 3 horas até Reims, único local do mundo onde é produzido o legítimo Champagne e papo pro nosso próximo capítulo!

AQUI VOCÊ CONSEGUE VER TODA MINHA SAGA EUROTRIP, DE VENEZA ATÉ AGORA!