No Podcast: O que o consumidor precisa saber hoje, sobre a forma de consumo do amanhã

28/05/2019  •  Por Thereza  •  Podcast, Publicidade

Quando o assunto é comportamento de consumo, compras em geral e, claro, moda, você é um early adopter ou tradicionalista? Bom, pra quem não sabe, a expressão em inglês significa basicamente aquele que nota – e adota – as tendências antes de todo mundo, antes mesmo de virar… tendência! Aquele que sai na frente, um desbravador em algum tema vigente.

Bom, a ideia não é ser o pioneiro ou o diferentão, mas usar de informação – no nosso caso, de moda – pra sair na frente no sentido de: ser mais atento, antenado, e também consciente e sustentável. No podcast da última sexta, falamos como esse comportamento e como ressignificar nossa relação com a compra desenfreada, pode nos ajudar individualmente, mas principalmente o mundo onde a gente vive.

Com isso, fiquei super feliz em produzir um Podcast em parceria com a BoBAGS, plataforma de aluguel de bolsas, roupas e acessórios, para falar sobre o fim do modelo convencional de consumo, a transição do presente e o que poderemos esperar do futuro. Dica: envolve alugar de um tudo!


De toda essa dezena de podcasts que fiz nos últimos 2 meses, sem dúvida esse foi meu favorito! Nesse especial, abordamos 5 temas e 3 trago para cá:

ALUGUEL
Claro, não poderíamos começar falando de um método que é até antigo, porém foi amplamente ressignificado nos últimos anos e o futuro será mais gigantesco ainda e, hábito comum entre todo e qualquer consumidor. Quem catapultou essa nova onda? A geração Z, leia-se jovens nascidos entre 94 e 10. A previsão é que por conta deles, o formato de aluguel cresça 1,8 bilhão de dólares até 2023. Babado!
Ja contei aqui que na BoBAGS, é possível alugar bolsas grifadas, das clássicas às mais descoladas, mas também é possível alugar acessórios e até mesmo roupas de marcas gringas ou nacionais (tem uma popup da A.brand dentro do site deles!). Mas além dos clássicos da moda, lá fora eles alugam de edredon a móvel, de flores (sim, flores!) a todo e qualquer objeto. Seja com um propósito experimental ou pela praticidade.
Para essa nova geração, compras fazem sentido para coisas que você sabe que vai usar com frequência, já a locação faz sentido para as coisas que você gostaria de tentar. E esse espírito deles, em muito breve será mais comum ainda pra gente também.

ASSINATURA E CLUBES
As empresas não vão mais vender produtos, mas sim entregar serviços através de assinaturas. Basicamente isso, tudo girará em torno da experiência e comodidade. Precisaremos poupar tempo e dinheiro, logo, novos formatos surgirão pra preencher tais necessidades.
Assinaturas são comuns e existem há décadas (quem nunca assinou uma revista?!), mas hoje em dia é possível assinar de um tudo: flores, leite, ovo, carro e até energia!

CURADORIA
Já bati nessa tecla nesse post aqui, mas 1 ano depois reitero e reafirmo a necessidade de recorrer à marcas e especialistas para facilitar e incrementar nossa vida! Seja no aspecto de nos direcionar a uma tendência, através de um e-commerce com peças mais apuradas e de acordo com a moda vigente, mas também da conveniência de ter o produto “da vez” no conforto do nosso lar.
Por exemplo, existe assinatura de vinhos com escolhas dos experts, que vão te facilitar na tomada de decisão do vinho de acordo com seu gosto pessoal. Olha só, a reunião dos mundos das assinaturas + curadoria = sucesso!

Bom, esses foram 3 temas abordados no nosso Podcast, por lá falo muito mais, cito outros 2 e ainda faço uma projeção de como serão as lojas físicas do futuro. Palpite?!

Tem Podcast Fashionismo Para Ouvir aqui no ITUNES, SPOTIFY e em muitos outros apps de podcasts!

Podcast: Quanto mais idade tenho, menos base uso

23/04/2019  •  Por Thereza  •  Beleza, Maquiagem

Oi eu sou Thereza, tenho 36 anos e sempre achei que poderia “aplacar” o avanço da idade com base. Tolinha, é justamente o contrário que está acontecendo. Explico.

Eu sempre gostei de maquiagem, mas nunca daqueles extra reboco, mas também não muito de apenas uma corzinha (um bb cream) só. Sempre fui mediana, gosto de base com média (ok, pra alta) cobertura, acabamento matte e me dou por satisfeita. Até uns anos atrás, achava que com o advento da idade, iria recorrer à bases cada vez mais caras e com maior cobertura pra disfarçar as intempéries da minha cútis rs. Repito, fui tola.

Na vida real (aka sem make), minha pele é até boa, nunca fiz nenhum procedimento estético, não tenho rugas, minha testa ainda não franze, o que me incomoda mesmo na minha pele é a falta de firmeza e manchinhas (que vão de espinhas esporádicas e olheiras sistemáticas). Com isso, por um lado a base me ajuda nesse segundo ponto, mas não tem base no mundo que vai difarçar a tal falta de firmeza… muito pelo contrário.

Com essa perda de viço e ganho de flacidez – totalmente normal, sinto que a base muito pesada e com muitas camadas tem até RESSALTADO isso. Deixando a pele opaca, aka sem viço, e marcando o que originalmente são apenas linhas de expressões (que você pode ter em qualquer idade) e transformando em rugas, entende? O que é uma coisinha ali que nem incomoda, acaba sendo potencializado com uns 2cm de espessura de base.

A questão é a seguinte, a base é e sempre será um eterno aliado, raramente saio de casa sem uma basesinha pra ao menos uniformizar o tom da minha pele, mas hoje em dia entendo que ela não faz milagre e, se mal usada, pode potencializar aquilo que eu eventualmente quero disfarçar.

E ainda tem outro ponto, confesso que base sempre foi o item de maquiagem que mais gastei e hoje em dia entendo que é possível encontrar bases mais em conta, mas ainda muito eficientes (cito duas que amo e uso frequentemente, a da L’Óreal e a da Maybelline, ambas já tiveram resenha aqui). Então, com o tempo e a experiência, a gente entende que a maquiagem pode ser usada a nosso favor, ser um acessório poderoso, mas sempre com parcimônia e sem achar que será nossa tábua de salvação de beauté.

No quesito base, sinto que com o passar da idade tenho usado menos, mas com mais inteligência.

 

O papo desse post estendeu para um podcast no Fashionismo para ouvir, clique e escute!

Plus Size Mania: 4 novas coleções imperdíveis e representativas!

16/04/2019  •  Por Thereza  •  Moda, Pense

Outro dia estava passeando com minha mãe pelo shopping, daí ela entrou numa loja e perguntou se tal vestido tinha versão gg, eis que, prontamente, a vendedora falou que não trabalhava com tal numeração. Eu, que até então estava fora dessa narrativa (sabia que a loja não era plus size friendly), não me aguentei de curiosidade jornalística e perguntei a razão pela qual não trabalhavam com uma grade maior. Eis que a vendedora, com um misto de orgulho e pouco caso, disse que não era o público da marca e reiterou que os números “maiores” (g) pouco saíam.

O meu sangue aqueceu a uma temperatura de 44º e tentei explicar que número grande não saía, porque tal marca nunca tentara se comunicar com tal público, uma vez tentasse, um mundo de possibilidade $e abriria. Falei, obviamente não adiantou nada, logo poupei meu latim e vi que estava falando com a pessoa errada. Portanto eu digo, Oh, Boy!: se o universo plus size não é de seu interesse espontâneo, que ao menos você reconheça o mercado, girl.

E estendo a conversa à muitas outras marcas brasileiras: lá fora não podemos nem mais chamar de exceção ou nicho, mas sim uma realidade mais comum, mas por que aqui não? Não sejamos atrasados nessa também.

Onde quero chegar com tudo isso? Bom, passado o desabafo, esse post é pra exaltar 4 marcas gringas que lançaram recentemente coleção plus size, olha quanta lindeza reunida!

Semana passada me deparei com as lindas fotos das blogueiras Katie Sturino (que já foi matéria aqui e tem o projeto #SuperSizeMe) e Blair Eadie, juntas na campanha da nova linha Plus Size da Loft que mostra que tamanho não é problema algum e vai ter look do dia sim, pra quem quiser qualquer tamanho sim.

Daí 3 outras marcas lançaram suas coleções mais democráticas e mostram que esse movimento é mais real que exceção e, honestamente, é uma vergonha a maioria das marcas brasileiras ao menos nem tentarem.  Tão difícil ver um 44 ou GG, quem dirá uma linha verdadeiramente inclusiva, na realidade, o ideal mesmo nem é separar coleção x ou y, mas que uma marca tenha uma grade completa, inclusiva e soberana.

ANTHROPOLOGIE

 

 

Se uma das principais marcas de moda do país lança sua linha plus size, é bom geral ir atrás. A Anthropologie recrutou Candice Huffine e Paloma Eissner para a campanha de sua nova coleção e fiquei simplesmente apaixonada pelos looks, deu até uma vontade de sentir todo o verão novamente (mas já passou).

A nova linha da Anthropologie vai de 16 a 26, com mais de 120 peças e à venda tanto no e-commerce, como lojas selecionadas.

VIOLETA BY MANGO

Uma das pioneiras no segmento plus size, a Mango tem sua Violeta by Mango desde 2013 e a nova coleção está belíssima! A marca contratou Paloma Eissler para a campanha e o resultado são roupas que fogem do estereótipo, são coloridas, sexies e cheias de estilo.

REFORMATION

Se encontrar roupa pode ser uma tarefa árdua, imagina um jeans! Pois bem, a Reformation, uma das marcas de jeans mais descoladas agora também tem versão plus size e uma grade mais democrática. Além dela, vale lembrar que a Good American da Khloé Kardashian já surgiu com essa pegada inclusiva e jeans para todos os tamanhos.

Se a gente pensar 5 anos atrás, era raríssimo uma marca investir em diversidade, daí espero que daqui uns 5 anos a exceção seja não pensar plus size!

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