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A volta do colorblocking: Vermelho e rosa!

17/08/2017  •  Por Thereza  •  Tendência

Teclando sobre o verão, mas hibernando num inverno carioca abaixo de 20 graus! É que eu tô muito empolgada com essa nova estação e olha que eu não sou a pessoa mais veranesca que tem, mas tô achando que as modinhas da nova estação serão promissoras, especialmente no quesito cor!

Todo lugar que vejo, só enxergo vermelho e rosa @stylecollective

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VERMELHO E ROSA! Eu acho que cor não é tendência, é um fato, um acontecimento. Outro dia vivemos a fase do colorblocking, depois ele sumiu, agora volta e com dois blocos de cores predominante: VERMELHO E ROSA!

Que combinação bonita, viva, interessante. Acho que todo mundo fica bem de VERMELHO E ROSA. Lógico que cada um com sua cartela, mas veja bem as mil variações de duas corzinhas só.

rosa-vermelho-look

Tenho vontade de abraçar todos esses looks! Do pink millenial ao rosa chiclete, do vermelho tapete ao red intenso, quero influenciar vocês digitalmente nesse momento VERMELHO E ROSA. E se aqui a gente fala e ajuda nos looks tendência, as marcas já seguem forte no momento.

Renner: Calça e blusa | Riachuelo Saia e blusa

Duas fast fashions do coração, Renner e Riachuelo, todas trabalhadas no lookbook colorido! A tonalidade varia, mas sempre com aquele ideal meio saturado, diz aí, é a cara do verão, né?!

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E tanto vermelho quanto rosa são cores comuns do fashionismo nosso de cada dia, mas nesse novo momento vale olhar as cores não de forma individual, mas fazendo esse conjunto forte e bonito. O verão tá meio longe, mas olha quanta ideia legal pra colocar em prática!

E vocês curtem um VERMELHO E ROSA?

A Década Kardashian!

16/08/2017  •  Por Thereza  •  Celebridades, tv

Dizem que a cultura pop das celebridades morreu em 2009. Mas, se desde então não ouvimos mais falar tanto de Lindsay, Paris & Nicole, nessa mesma época começou a desabrochar uma nova geração de mulheres que rendiam capa, menos pelo fator loka-na-balada, mais pela simples existência na nova era selfie/digital.

Fez-se as Kardashians! Esse ano o reality Keeping Up With the Kardashians comemora 10 anos de existência e as mulheres da família foram capa da prestigiada revista The Hollywood Reporter e nada de dicas de produtos, maquiagem ou relacionamento, o papo foi business e de como a família transformou esse universo digital de marketing, selfie, girl power e empreendedorismo.

De personagens de um reality show num canal a cabo (eles também gostam de chamar de docusérie) a produtoras de uma megafranchise que é transmitida em 167 países, reúne 9 spinoffs (Take Nova York, Miami, Khloé e Lamar e até o mais recente, Life of Kylie), sem contar as empresas de moda, beleza, apps e as inúmeras parcerias com outras marcas. Trouxe uns highlights da matéria pra cá!

DE QUEM FOI A IDEIA

A polêmica começa por aí. Recentemente, em seu livro, Caitlyn Jenner disse que a ideia foi dela, “A casa está inundada na puberdade, repleta de jovens e com dois pais com estilos muito diferentes. Parece-me que há algo para a televisão”, versão que Kris obviamente rejeita. Ela fala “talvez alguém devesse lembrá-la de que o programa se chama Keeping Up With the Kardashians”.

Oficialmente a ideia foi de Ryan Seacrest, ao ver o sucesso de Os Osbourne, ele buscou uma família até então não muito conhecida e, entre amigos em comuns, chegou na K-Family. A ideia original ia girar entre as 3 irmãs cuidando da loja Dash, mas logo se tornou um programa pra falar do dia-a-dia de todos.

O QUE FEZ OS PRODUTORES SE ENCANTAREM?

No auge do frenesi das celebridades, muito difícil se destacar entre o meltdown da Britney, as polêmicas de Lindsay e o frenesi de Brangelina. Sabe o que encantou os produtores e fez o programa sair do papel?

Kimberly Noel Kardashian.

Ela estava aparecendo um pouco como amiga da Paris, tinha o lance da sextape… e o que os produtores viram, “Ela tinha um visual que não era comum na tv. Ela não era super magra, era real, e isso poderia inspirar.” Viu como, mesmo sendo obviamente magra, houve de fato uma quebra de padrão e isso mudou com o tempo? Da loirinha herdeira Paris Hilton à morena ~exótica armênia desconhecida Kim Kardashian, foi bem por aí.

O MOTE DO PROGRAMA

Segundo Seacrest, “Vai ter brilho e glamour, mas vai ter honestidade e vulnerabilidade. Não serão apenas lindas imagens, teremos momentos reais e vulneráveis” E Kris acrescenta “Se formos participar disso, estaremos todas entregues, será um reality sobre a nossa realidade de fato”.

E às vésperas de lançar, surgiram as primeiras ideias de nome:  “Kardashians: Krazy with a K”, “Living Kardashian”, “Krazy Kardashians”. O nome oficial veio por acaso, de tanto que a equipe estava… “Keeping Up With The Kardashians”, fez-se a franquia.

AGRADEÇA AO TWITTER

Pense 2007, quais redes sociais existiam? Certeza que a família não estava no Orkut, mas foi o famigerado Twitter (que muita gente acha que morreu, mas segue vivíssimo e poderosíssimo, me segue) que espalhou a palavra Kardashian e trouxe o lado mais vida real à família.

Ryan então sugeriu que as meninas entrassem na rede social do passarinho pra estender o impacto que o programava causava na “2a tela” e que elas também compartilhassem um pouco mais de suas vidas de forma rápida, sem filtro e autêntica. E lá mesmo foi o termômetro que mostrou o surgimento do fenômeno. É bem engraçado pegar tweets antigos – à la Neymar – da Kim e cia.

F-A-M-Í-L-I-A

A entrevista seguiu entre as irmãs, Kris, Ryan e os produtores e algo em comum é notório: o senso de família unida. O que eu, particularmente, acho incrível nelas é essa união e força que elas passam umas as outras. É claro que o programa é editado, tem roteiros e narrativas, mas a gente sente que há amor e apoio entre eles, até mesmo com os agregados (vide o relacionamento com o Scott e o apoio dado ao Lamar).

E eles atribuem muito da longevidade do programa a esse fator, pois no final das contas, entre altos e baixos, é uma família contando história, seja com muito glamour ou invenção de moda, no final das contas eles são família e com tantas cifras e egos envolvidos, eles seguem forte.

E além do recheio, fotos lindíssimas das irmãs nessa cartela crua e exposta, comc erteza tem um significado por trás disso. Adorei saber esse lado b do programa e como elas se reinventaram e, de fato, trouxeram um novo comportamento à industria das celebridades. Seja selfie, nudez e publipost, impossível falar dessa última década digital sem traçar um paralelo com a família Kardashian, isso é mérito puro.

 

 

 

Onde comprar Protetor Solar

16/08/2017  •  Por Thereza  •  Beleza

Voltamos com mais uma edição do #OndeComprar! Depois de compartilhar dicas de stick de contorno, vamos para um assunto sério: filtro solar! Pedro Bial não fez aquela canção à tóa, é preciso usar filtro solar! E não só se besuntar de Sundown na praia, mas no dia a dia, na vida real. Você sabia que até pra ficar em casa de frente pro computador é preciso de filtro solar? Pois é.

Daí eu fiz uma seleção democrática de alguns que uso e também recorri às leitoras no #MelhoGrupo pra saber o que o pessoal tem usando e então fazer uma lista definitiva. Vem comigo!

AVÈNE | VICHY | LA ROCHE-POSAY | ISDIN | BIODERMA | ROC | LANCÔME | EPISOL

FAVORITOS/BESTSELLER

Eu intercalo entre dois favoritos, o da Avène e o Capital Soleil da Vichy, ambos funcionam bem na minha pele que é mista, pois eles tem boa cobertura, não melecam e absorvem rápido (importante). E os dois foram dos mais falados na escolha das meninas, dois clássicos da proteção solar diária. Junto aos favoritos, o Anthelios Airlicium da La Roche-Posey, outro queridinho e com proteção solar variada.

REVELAÇÃO

E eis um produto que não conhecia, mas foi tão falado entre as meninas que fiquei curiosa! O Fusion Water da Isdin foi muito bem recomendado por se tratar de um protetor leve, com boa textura e que seca rápido, fiquei bem surpresa. Outro queridinho e que não conhecia é o da Bioderma, mais um que foi recomendado por ser sequinho e ter uma boa cobertura, praticamente um “pó líquido”, pra quem se incomoda com certas texturas, parece ser duas boas opções mais secas.

VALE FICAR DE OLHO

Outro produto bastante popular no quesito proteção é o Minesol da Roc, versão gel e com fácil absorção. Agora um produto que eu amo e já surrupiei muito da minha mãe – é o favorito dela – é o Expert Shield da Lancôme, eu sou muito incomodada com cheiro de protetor e esse foi o primeiro que usei justamente por isso, você nem sente que é protetor.

Por fim, outro queridinho e bem recomendado entre as leitoras e feito no Brasil, é o Episol Color, tem alta cobertura, não tem cheiro e ainda uma boa variedade de cores.

ADCOS | PROFUSE | SHISEIDO | AVÈNE

Agora um tema que eu amo, na realidade acho que é meu favorito, é o futuro! Protetor solar em pó/compacto! Acho tão melhor de passar e tem a melhor função: retocar o protetor. Quem nunca passou protetor de manhã, precisou retocar horas depois e como faz com a maquiagem? Tira? Daí que entra uma versão pó, acho que é uma boa solução.

O que eu mais uso é o Pó da Adcos, apesar de caro, uma camadinha com FPS50 já ajuda na proteção. O Ensolei da Profuse também é ótimo e versão cremosa com base. O da Shiseido é um clássico e esse da Avène estou doida pra testar, a contar pela qualidade da marca no segmento, é uma boa dica e com preço razoável.

E como é a rotina de proteção solar de vocês? Quais produtos usam?

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