VINHO DE QUINTA: RAMANEGRA RESERVA PINOT NOIR

26/03/2015  •  Por Rodrigo  •  Gastronomia

Olá, pessoal! Estou aqui novamente para mais um post do nosso Vinho de Quinta. Antes disso gostaria de agradecer pelos comentários positivos aqui no Blog, fico muito feliz por vocês estarem gostando e até mesmo aprendendo sobre o tema. Acredito que ao descomplicar um assunto culturalmente complicado como este, seja com explicações ou dicas, o ato de degustar vinhos se torna muito mais agradável e acessível.

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Pois bem, o vinho de hoje é da Vinícola Casarena, localizada em Mendoza, na Argentina, uma vinícola no estilo Boutique, que produz vinhos muito bem elaborados de forma artesanal. A altitude elevada em que ela se encontra, possibilita condição ideal para uvas saudáveis de ótima qualidade. Nela encontramos vinhos de nível superior por preços moderados e linhas como: Single Vineyard, Casarena Reserva, Casarena 505, Ramanegra Estate e Ramanegra Reserva.

É justamente um vinho da Linha Ramanegra Reserva que resenharei para vocês. Trata-se do Pinot Noir e a escolha do rótulo foi simples: é um vinho extremamente feminino, delicado e bem ao estilo Novo Mundo, ou seja,  moderno, aromático, fácil de beber e que pode servir de introdução para quem estiver interessado em se aventurar pela uva, sem ter que gastar uma pequena fortuna adquirindo um rótulo da Borgonha (famosa região da França responsável pelos melhores Pinot Noirs do mundo), que para quem está começando a degustar, pode parecer um tanto difícil de beber.

Vamos aos trabalhos:

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Ramanegra Reserva Pinot Noir 2011: Vinho feminino de coloração violeta bem clara. Para sentir os aromas pode-se abrir mão da suposta etiqueta, coloquem literalmente o nariz dentro da taça e inspirem fundo! Notarão um vinho perfumado, amplo, cheio de frutas frescas como morango doce, cereja e framboesa. O amadurecimento em carvalho durante 12 meses proporciona uns toques de baunilha bem interessantes e um leve tostado.

Na boca, lembrem-se de “mastigar”o vinho numa espécie de bochecho e sentirão corpo leve e deliciosos sabores frutados. Após engolirem, prestem atenção no gosto remanescente de frutas vermelhas, aparece também um leve adocicado que nem de longe deixa o vinho “chato”. Termina com acidez na medida. Dá pra beber a noite toda sem ficar saturado.

Resumindo: vinho gostoso e fácil sem perder a elegância. Ótimo para o público feminino pela delicadeza, e por não ter tanto tanino (não dá aquela sensação de banana verde secando a boca), mas os homens certamente reconhecerão que vale a pena. Mais uma vez, ótima introdução aos Pinot Noirs. Simples e frutado e diferente dos austeros, terrosos e vegetais clássicos da Borgonha.

A faixa de preço dele é R$70-80. Há também mais 3 rótulos da mesma linha, Malbec, Cabernet Sauvignon e um corte (vinho elaborado de mais de uma variedade de uva). Todos muito bem feitos e deliciosos, porém com muito mais potência, corpo e taninos.

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Espero que tenham gostado! Comentários com dúvidas, pedidos e críticas são sempre bem-vindos.

 

Vinho de Quinta: Andeluna e Grivo

22/01/2015  •  Por Thereza  •  Gastronomia, Moda

Fiquei muito feliz que vocês aprovaram a ideia da tag #vinhodequinta, sempre quando tô tomando uns, lembro de vocês hehe! E pra quem pediu que o Rodrigo assinasse o post 100%, no novo layout prometo que vou dar esse espaço a ele (sou muito possessiva com esse tal de Fashionismo), mas ele apenas pediu o like de vocês. Bom, vamos aos selecionados de hoje!

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Andeluna Altitud – Cabernet Sauvingnon 2006: Esse primeiro vinho é um argentino 100% Cabernet Sauvingnon, essa é considerada a rainha das uvas tintas. É uma uva pequena, de casca bem grossa, que dá ao vinho uma coloração bem escura, além de muitos taninos (que é uma substância presente na casca da uva que dá aquela sensação de secura na boca, como se você comesse uma banana verde, ou seja, quando você tomar um vinho que der aquela sensação de ‘cica’ na boca, pode dizer “hummm, vinho bem tânico).

Sobre o vinho, mesmo sendo da safra 2006, esse vinho ainda está bem vivo, com aromas clássicos dessa uva, tais como: ameixa, frutas negras, chocolate amargo e um toquezinho de tabaco, resultando num vinho com muita presença, mas sem exageros que possam dificultar a degustação para iniciantes.

Comprei esse vinho na WorldWine do Fashion Mall por R$46,90, sendo que ele custava R$90, ou seja, ótimo custoxbenefício! Todo ano eles fazem um super bota fora de vinhos com até 70%OFF, tem MUITA coisa boa e é uma ótima oportunidade pra conhecer e degustar bon$ vinho$ por um excelente preço. Rodrigo fica se coçando pra ir no dia 1 (porque tem coisa que acaba muito rápido!), fomos na sexta passada e compramos vários rótulos, vale a pena ir em uma loja da WorldWine ou comprar online também.

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Grivo Volpe Pasini – Pinot Grigio 2012:  Para aplacar esse calor, nada melhor do que um branco bem fresco e mineral, trata-se desse Pinot Grigio do Friuli, região norte da Itália. Essa é a uva branca mais tradicional dessa Região e geralmente apresenta vinhos bastante perfumados!

Este é bem leve, com um frescor inconfundível e muito aromático! Tem notas florais, de frutas brancas como pêra e outras frutas cítricas, possui também uma boa acidez, que não deixa o vinho ficar enjoativo (ele ainda possui baixo teor alcoólico, 12,5%). Esse vinho não passa por envelhecimento em madeira para manter suas características e frescor.

Boa opção para entradinhas, comida japonesa, saladas ou até como aperitivo. Também foi comprado no Bota Fora da WorldWine com um belo desconto, de R$119,00 por R$49,00, vale super a pena ter na geladeira pra qualquer ocasião!

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A seleção de hoje foi a cara do verão e ainda com bom preço, espero que tenham gostado! Não deixem de acompanhar também a hashtag #VinhodeQuinta no Insta e quem quiser compartilhar o seu, use-a também, vou adorar saber o que vocês andam bebendo! 

Vinho de quinta: Roquette & Cazes e Chateau La Croix

08/01/2015  •  Por Thereza  •  Gastronomia, Vinho

Tag nova etílica (para maiores de 18 :p)!  Aqui no blog falo esporadicamente sobre vinho, enquanto no Instagram (me segue lá!) é cheio das dicas dos vinhos que bebi e vocês sabem que estou sempre a procura de bons vinhos!

Como vocês gostaram do post que fiz ano passado com 25 rótulos (fiquei feliz que várias pessoas compraram, beberam e gostaram, adorei receber o feedback!), resolvi transformá-lo numa tag fixa: vinhos de quinta, porém de primeiríssima, huhu! Em quintas alternadas (ou não), dicas de um ou dois ou até até 3 vinhos aqui pra vocês. Pra tudo quanto é perfil ou bolso, prometo variar bem!

Lógico que esse post conta com a ajuda do meu somelier particular, Rodrigo! Ele não posta diretamente, mas é ele que comenta e analisa todos os vinhos, eu apenas transcrevo hehe Vamos às dicas de hoje!

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ROQUETTE & CAZES – Touriga Nacional 2009: Um belo clássico de Portugal, da região do Douro. O que isso significa? Vinho com potência, mas sem perder a elegância.

Uma curiosidade sobre esse vinho é que ele é elaborado por duas famílias muito tradicionais da história da vinicultura. A família Roquette – tipicamente portuguesa – com a família Cazes, responsável pela produção de um dos vinhos mais famosos da região de Bordeaux, daí você imagina um português com sotaque francês.

O que esperar do vinho: Primeiro é importante ressaltar que para apreciar esse rótulo da melhor forma possível,  é importante que se abra a garrafa por pelo menos 2 horas antes de começar a degustar (aqui em casa raramente usamos decanter), não é frescura, mas por se tratar de um vinho encorpado e com teor alcóolico elevado (>15%), é importante que o vinho possa “respirar”, para liberar todos seus aromas e evaporar um pouco do álcool.

É um vinho potente, com madeira pronunciada, muitos aromas de geléias de fruta (amoras, ameixas), chocolate, pimenta, café e um mentolado que dá uma ótima refrescância. Ideal para um jantar especial, ótimo para impressionar ou perfeito pra quando você quer beber simplesmente beber um vinho “pancada”, sem perder a elegância.

Comprei esse vinho por R$120 no Guanabara (pasmem, lá tem ótimos vinhos e bom preço, sem ser no aniversário, risos). Na net dá pra encontrar por R$145 aqui.

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CHATEAU LA CROIX ST ESTÈPHE – Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot 2007: Um bom exemplo de como podemos tomar um belo bordeaux sem ter que abrir um crediário!  Esse é o vinho de entrada (básico) do Chateau Le Crock, icônico vinho francês, de valor estratosférico.

É um vinho extremamente elegante, que remete às características da região de vinhos mais famosa do mundo. Quando eu digo elegante, quero dizer: muitas especiarias (cravo, pimenta, noz moscada), couro (sim, tem cheiro de jaqueta de couro kkk) e toques vegetais. É um vinho de corpo mais leve que o anterior, teor alcóolico mais baixo (12,5%), mas não significa que ele seja mais simples, muito pelo contrário, ele é bem complexo.

Aqui a elegância é quem manda, ideal para surpreender um apreciador e ótimo para quem quer ingressar nos vinhos franceses. Tem uma acidez acentuada, que faz com ele harmonize bem com vários tipos de gastronomia (é um vinho pra comida!). Comprei na Buywine.com por R$99

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Por hoje é isso! Espero que tenham gostado das dicas e da tabelinha que criei pra detalhar um pouco mais cada vinho. No Instagram tudo que já postei está na hasthag #vinhodequinta! E quem também tiver alguma sugestão de rótulo imperdível, me fale que vou adorar ~resenhar~!

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