Netflix: 7 documentários sobre autoconhecimento

02/11/2018  •  Por Thereza  •  Saúde, tv

O feriado taí e o que nos resta? Sim, viver a vida aproveitar com que a gente ama, mas também sabemos que a Netflix é nossa melhor amiga quando o assunto é um bom filme, seriado… ou documentário na nossa semana especial pra desanuviar as ideias!

Aproveitando essa temporada temática do bem-estar (se perdeu algum post, clica aqui!), trago 7 documentários sobre esse mundo zen. De coach motivacional a yoga, passando por significado de felicidade e ressignificado da vida!

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MINIMALISMO

“Pessoas que acreditam que bens materiais não trazem felicidade são entrevistadas neste documentário que aborda a questão: menos é mais?”, um dos meus documentários favoritos da Netflix! Te faz ter uma outra perspectiva sobre o que realmente importa, tipo ter controle sobre a sua própria vida e buscar mais um propósito e menos coisas materiais. Simplesmente assista e me conte depois!

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CAMINHE COMIGO

“Na França, uma comunidade de monges liderada pelo mestre zen budista Thich Nhat Hanh se abre para mostrar a prática da atenção plena e a vida monástica”, a atenção plena no caso é o Mindfulness, uma técnica de respiração e foco no momento presente que já falamos dela algumas vezes aqui. Eu descobri esse documentário (narrado por nada menos que Benedict Cumberbatch) essa semana e já quero assistir.

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HAPPY – FELIZ

“Embarque em uma jornada pelos pântanos da Louisiana às favelas de Calcutá em busca do segredo da verdadeira felicidade”, o documentário não só conta histórias e trajetórias de vida em busca da felicidade, mas traz reflexões e fontes científicas sobre o tema. De um estudo de universidade até uma história de vida, é uma busca pelo segredo da felicidade numa viagem por vários países, culturas e etnias.

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TONY ROBBINS – EU NÃO SOU SEU GURU

“Os clientes são fãs incondicionais das técnicas de coaching nada ortodoxas de Tony Robbins. Conheça os bastidores do megaevento anual que atrai milhares de participantes”, acho que muita gente já ouviu falar no Tony Robbins, um coach motivacional que mais parece um superstar.

Ele atende famosos de Oprah a Lebron James, passando por todo e qualquer anônimo disposto a pagar uma pequena fortuna em busca de um ressignificado da vida. Esse documentário sobre ele e um de seus megaeventos é visceral e muito interessante.

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HUMANO – UMA VIAGEM PELA VIDA

Sabe a palavra empatia? Pois bem, esse documentário é um pouco a síntese disso, “mais de 2 mil pessoas de diversas idades e etnias refletem sobre suas experiências e sobre o que faz de nós humanos”. A fotografia do filme é incrível e a curadoria das histórias nos faz refletir.

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YOGA – ARQUITETURA DA PAZ

“Baseado no livro homônimo do fotógrafo Michael O’Neill, este documentário mostra a jornada dele pelo universo da ioga durante 10 anos”, esse docu mostra a jornada do fotógrafo no mundo da yoga ao tentar curar uma lesão que poderia acabar com sua carreira. Segundo Michael, “apenas o ato de procurar alternativas já traz ganhos essenciais“, ele ainda fala que a busca por válvulas de escape externas ajuda a enfrentar buscar obstáculos. É um filme com uma lição de força e resiliência.

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FOOTPRINT – THE PATH OF YOUR LIFE

“Acompanha a viagem de 10 homens pelo Caminho de Santiago, uma jornada de 800 quilômetros e 40 dias a pé que desafia a força e a fé do grupo”, o documentário mostra as orações por todo o longo caminho, tem experiências  de fé, amizade e perseverança. É uma forma de viajar junto e de como o caminho pode ajudar no seu desenvolvimento pessoal e inspirar um novo olhar sobre o mundo.

Espero que tenham curtido a seleção, caso tenham alguma sugestão similar, compartilha com a gente!

Dica de série: The Good Place

17/08/2018  •  Por Thereza  •  tv

Tenho assistido muitas séries novas e pretendo trazer minhas favoritas pra cá e inicio com essa, que mal comecei e já gostei pacas! Zapeando pela Netflix, me deparei com The Good Place, nunca tinha ouvido falar, mas duas coisas me levaram a apertar o play: Kristen Bell e 20 minutos.

Eu adoro a atriz e adoro seriados rápidos de comédia, sem muita tensão ou firula, logo, presumi que TGP era isso. Vamos à sinopse, “depois de morrer, a egocêntrica – e sem compaixão – Eleanor é enviada por engano ao lado bom do Além. Agora ela está determinada a se tornar uma pessoa melhor para continuar lá, sem antes passar por muitos apuros.”.

Parece louco? Talvez até seja. Fantasioso? Escapista? Surreal? Mais ou menos isso. Bom, assisti 1, 2, 3, 4 episódios numa tacada só e tudo ao lado do Rodrigo, que tem um perfil de série bem diferente do meu, mas estava igualmente conectado com Eleanor Shellstrop e sua turma.

Daí depois conversei com algumas pessoas sobre o seriado e umas falaram que era tosco, nonsense e outras que pararam no meio. Logo pensei, ok né, sou meio tosca mesmo e meus gostos são peculiares rs. Mas aí eu postei no Stories e pra que? Chuva de fãs de The Good Place que até reconhecem a nonsensice, mas acham o seriado imperdível, obrigada!

Algumas palavras resumem essa série: é genial, ousada, despretensiosa, inteligente, nos faz refletir e, ok, é nonsense sim (até porque não temos noção de como é – e se existe de fato – o “lugar bom”).

Uma mulher vivendo na vida após a morte, com um cenário “perfeito”, diálogos filosóficos, humor ácido e crítico, dilemas existenciais, se eu te falasse que esse roteiro existe, provavelmente você acharia de fato tosco, mas te juro que não é!

Gosto muito que o texto é inteligente, os diálogos são muito divertido, tem sacadas atuais e do mundo “de cá” e a melhor parte, o elenco é excepcional! Kristen Bell, Ted Danson (aka 3 solteirões e 1 bebê) e ainda new faces carismáticas, aliás, menção honrosa pro casting, composto por negros, latinos, asiáticos, tem de tudo, como deve ser.

Eu estou ainda no começo da 2a temporada (a 3a estreia mês que vem), gostei do twist do fim de temporada e a contar pelo fator cronológico, é um seriado que pode durar a vida toda rsrs. É leve, mas até nos faz refletir (Rodrigo já teve uns 3 sonhos sobre vida após a morte) sobre ser bom ou mau e o que a gente leva dessa vida.

Não ache que por ser um seriado sobre “vida após a morte”, fala-se de religião, muito pelo contrário e o tema nem aparece, mas é o humor e situações absurdas que levam o seriado pra tal da genialidade e um estilo nunca antes visto nas comédia.

Vida longa a The Good Place, amém!

This Is Us: 5 motivos para você assistir a melhor série dos últimos tempos!

25/01/2018  •  Por Thereza  •  tv

Sei que eu falo assim expansivamente sobre as coisas às quais sou apegada, mas, sério, This Is Us é um-dos-melhores-seriados-dos-últimos-tempos. Você provavelmente já ouviu falar, já viu alguém tecer muitos elogios ou simplesmente contar que se debulha em lágrimas a capa ep, e essas pessoas estão cobertas de razão.

This Is Us parte de uma história simples: família. Eu não quero falar muito, pois o 1º episódio, apesar de óbvio, pode surpreender a alguns desavisados. Mas resumidamente, o seriado fala de família, mas de uma forma talvez antes nunca vista e isso que é interessante, a forma falada te toca, é emocionante e faz refletir. Ao mesmo tempo que é uma série densa, tem uma leveza impressionante. É um soco no estômago que parece um cafuné.

E não achem que é uma série melodramática (eu assisto com o Rodrigo e ele curte), ela tem momentos de humor também, é tudo muito sutil e te prende, eu já quero ser parente distante dos Pearson! Pra te convencer, separei 5 razões pra vocês assistir já (dica, parte da 1a temporada tem no Now e assinando o Fox Premium você vê tudo).

VOCÊ VAI SE APEGAR LOGO!

Sabe seriado que demora 2 ou 3 episódios pra engrenar? Com This Is Us não é assim, logo no primeiro episódio – e especialmente nos últimos minutos – você já fica animada e ansiosa pra saber o que vai acontecer com essa grande nova família. Por ser um tipo de seriado repleto de flashbacks, ele te prende e instiga, logo, ele já começa interessante.

Agora não sei se quem acompanha também pensa dessa forma, mas pra mim não dá pra assistir tipo maratona. Eu vejo 1, 2 ou no máááximo 3 (cada ep tem 45 minutos) quando tem algum desfecho que me deixou curiosa. É que o seriado é forte, é visceral, então você fica meio anestesiada e digerindo a situação. Pra mim, é um seriado que você fica cultivando o máximo possível (e fugindo de alguns spoilers no meio do caminho) e isso também é muito bom.

TEM O MELHOR ELENCO DE TODOS

Há tempos (talvez desde Jane the Virgin rs) não vejo um casting tão bem colocado e harmonioso. Além de parecerem 100% adequados para cada papel e suas nuances, eles são de fato amigos na vida real e isso reflete no conjunto. Mandy Moore e Milo Ventimiglia são os pais e estão muito bem, ele, principalmente, parabéns (lindo).

Agora muito amor por Sterling K. Brow, Chrissy Metz e Justin Hartley! Quero ser amiga dos 3,ali tem muita química e cumplicidade, o que deixa a série 100% verossímil. Menção muito honrosa para todos os outros do elenco e, especialmente, as crianças. São todos incríveis, injusto não citar cada um.

STERLING K. BROWN, O HOMEM

Posso estar enganada, mas esse é o grande papel da vida do ator. Sterling tem 41 anos e é a alma dessa série! Acho que a ideia era ter tramas bem divididas, com todos os irmãos protagonistas, mas muitas vezes acho que o talento – e carisma e charme e beleza – do ator fazem o seriado ser dele e os outros muito que existirem ao redor, mas com todo o respeito.

Não é à tóa que ele foi indicado – e venceu! – em todas as categorias possíveis de Emmy a Golden Globe (inclusive ele foi o primeiro negro a ganhar o troféu de ator coadjuvante, veja só #queanoéhoje). E humilde que só ele, dedica esse triunfo justamente à família da tv que colabora pra esse sucesso, ali é tudo mútuo e a gente sente.

TEM UM QUÊ DE NOVELA

Acho que um dos segredos do sucesso surpreendente de This Is Us, é que ela fugiu dessa onda mais moderninha de seriados americanos, também não tem nada de blockbuster de super heróis, parece uma novela, simples assim.

Muito bem feita, excelente fotografia, trilha sonora, maquiagem (pra mostrar a passagem de tempo pra Mandy Moore), mas ela é simples, é mais real, te toca de um jeito especial. E nós, brasileiros, sem dúvidas amamos esses seriados que nos trazem mais emoção e This Is Us tem todos esses ingredientes.

REPRESENTATIVIDADE IMPORTA

E por último, mas talvez o mais importante, o seriado pode ter um vai-e-vem cronológico, mas é muito atual! Ele aborda assuntos importantes e que nem sempre tem seu devido espaço. Fala sobre os altos e baixos e relacionamento de uma mulher gorda, mostra os desafios (e traumas) de um homem negro bem sucedido. O seriado também aborda temas importantes como frustrações na profissão, alcoolismo, invisibilidade social e basicamente assuntos de família que vão além do clichê e nos fazem refletir.

No mais, This Is Us já merece nossa atenção por dar papel de protagonistas a uma mulher gorda e a um homem negro, tirando a caricatura desses universos e mostrando um mundo real, interessante e que nos fornece o mínimo de empatia.

Eu poderia citar outras dúzias de motivos, mas vai por mim e dê uma chance ao seriado e depois a gente conversa! Eu ainda estou no 2×01, então não posso conversar até o capítulo mais recente, mas tô atenta!

 

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