A VOLTA DAS QUE NAO FORAM: GOYARD ST. LOUIS

16/09/2015  •  Por Thereza  •  Acessórios, Compras

Essa deveria virar uma tag fixa e recorrente por aqui, quem lê/faz blogs há muito tempo certamente já está no ciclo daquelas modas que foram láaa em 2008 e estão com o comeback mais que anunciado (aguardem o neon, colorblocking e clogs).

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Acho difícil taxar uma bolsa de modinha passageira, especialmente aquela que você paga verdíssimos dólares, mas se teve uma bolsa que foi O hit de alguns anos atrás, foi a St. Louis da Goyard.  O modelo tipo tote foi sem dúvida uma opção mais sofisticada – e fora do óbvio – comparada à irmã Neverfull da Louis Vuitton e agora eu noto um movimento de várias fashionistas tirando as suas do armário.

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Essa bolsa me lembra Carolina Dieckmann na praia do Pepê, Lauren Conrad em Orange County e qualquer boa celebridade que adora carregar uma tranqueira com estilo, porque taí bolsa espaçosa!

O Pinterest é um forte indício que o momento St. Louis está com tudo. Pelas ruas de Paris vi muuuita gente usando (talvez elas nunca deixaram, mas o meu radar apitou), logo, acho um modelo muito interessante a se investir (essa palavra nunca fez tanto sentido).

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Dizem que ela é ótima pra viajar, mas eu não gosto de viajar com bolsa sem zíper, mas o que me parece mais interessante nela é que é aquele tipo de bolsa pro dia a dia, que dá pra colocar além dos itens básicos, aparelhos eletrônicos e até roupa praquela troca de look do dia esperta.

Sobre a marca, acho a Goyard incrível, tem aquele lado tradicional francês, mas não é tão popularzona, é um clássico que quando você vê alguém usando logo pensa “essa é antenada” #aquelas. E pra não perder o costume fiz um ‘quer pagar como’ atualizadíssimo com a St. Louis.

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Em  março fiz um  post comparando valores de ‘it produtos’ (vale reler) e naquela época ela custava R$3.280, houve um aumento de 15%, mas mesmo assim é uma bolsa que vale comprar aqui no Brasil. Observem como nos EUA é mais caro e na Europa está quase parelha. O lado bom daqui é que além de parcelar e tal, ainda dá uma agitadinha no nosso mercado e no final das contas, literalmente falando, vez ou outra merecemos uma mimo assim.

O que vocês acham do modelo e da ideia de investimento em clássicos!?

LOGO-GO, A MINI BOLSA “BÁSICA” DE VALENTINO

20/08/2015  •  Por Thereza  •  Acessórios, Compras, Moda

Se você, assim como eu, é seduzida pelo marketing, se encanta com uma vitrine bonita, um anúncio caprichado e até um vídeo no you tube te faz encher os olhos pra um novo maravilhoso produto x, assistam comigo esse aqui.

Conheça a Logo-Go do Valentino! Essa bolsa não é novidade, foi apresentada na coleção de inverno 2014, já tinha visto algumas vezes na vitrine do Valentino do Village Mall, mas só vendo esse vídeo que caí de amores 100%.
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Essa bolsa é pop, mas ao mesmo tempo ela é vintage, afinal é uma releitura do logo usado pela maison nos anos 80, o resultado disso é a versão cool dia a dia by Valentino. Ela me lembra um pouco a SoHo da Gucci, seja pelo formato, mas pelo também pelo logo nada discreto. (hoje em dia) Sou um pouco avessa à certas logomanias, mas achei essa super charmosa e na medida do sucesso.

E também ando bem mais apegada às bolsas mais compactas e se ela for com alça comprida, daí já fica configurado o amor!

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Esse modelo tem sido visto nas mãos – e ombros – de diversas celenridades e fashionistas. Anna Hathaway é delas, uma das queridinhas da marca, tem seu modelo preto básico, assim como Kate Mara. Já Nicky Hilton tem a versão mini e igualmente fofa! Ela tem em diversas cores e no Brasil (pelo menos na loja do Rio) está soldout.

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Seja pelos streetstyles da vida, pinada pelo instagram o no radar das celebs, acho esse modelo uma boa opção pra quem quer investir numa bolsa de marca. Sem dúvida esse modelo nunca ficará datado e funciona pra diversas ocasiões.

O que vocês acharam da Logo-Go, usariam?

AINDA SOBRE AS TRANSFORMAÇÕES DO NOSSO MEIO FASHION

10/08/2015  •  Por Thereza  •  Moda, Pense, RDS

Outro dia fiz esse post aqui, no qual conversamos sobre as revoluções no mundo na moda, seja de consumo, comportamento ou simplesmente novos hábitos que não estão necessariamente ligados à crise economia, mas sim a uma nova geração mais sensata, e isso é muito bom!

Lógico que há um somatório de fatores envolvidos nessa transição, mas vai da gente saber o que está mudando aqui nesse meio fashion que a gente vive. E na última semana li 3 fatos que falam um pouco disso, um ruim, um interessante e um esperançoso.

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O FIM DE UMA ERA

Se você é blogueira ou simplesmente antenada com o mundo digital, sabe que o Style.com sempre foi o veículo precursor – e mais importante – pra quem busca notícias de moda e, principalmente, acompanhar os desfiles das fashion weeks. Ele sempre foi exemplo e referência, é lá que (ainda) buscamos as fotos, detalhes e também resenhas dos desfiles.

Desde o início do ano foi anunciado que o portal viraria e-commerce, o que já é uma lástima por si só (tantos e-commerces no mundo, deixa stylezinho em paz), mas nessa semana outro revés que caiu por terra qualquer esperança de ter um mínimo toque editorial ao portal. Tim Blanks, seu editor at large, saiu e agora atende no site Business of Fashion. Mas nem tudo está perdido, a Vogue, dona do Style, disse que todo o conteúdo de desfiles será migrado pro Voguerunway.com, assim espero!

LEMBRA QUANDO A ZARA IA ÀS GRANDES MARCAS COPIAR OS LOOKS?

Ainda vai, lógico, mas agora as grandes marcas vão à Zara, não necessariamente copiar os looks #inception, mas sim entender seu modelo de negócio. Polêmicas à parte (se é que é possível), a Zara é a inventora – e maior potência – da fast fashion e o que mais intriga as tais grandes marcas é como esse processo é feito.

Num evento recente da Condé Nast, Anna Wintour contou uma conversa que teve com Christopher Bailey, designer da Burberry, onde ele disse estar cada vez mais intrigado com a velocidade da marca e uma frase que eles pregam “nós não fazemos reuniões”, ou seja, Zara não perde tempo com teoria, logo, Anna ficou mais impressionada ainda e programou visita em breve à fábrica da marca na Espanha (vale ler esse post aqui). E pra isso ser notícia, amigas, é porque é um grande passo e encontro de dois GIGANTES! Será que finalmente Zarinha vai se render às páginas de #ad da Vogue e está colocará looks da marca em seus editoriais?

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ANNA DECRETOU O FIM DA PERFEIÇÃO

Nesse mesmo evento da Condé Nast, que reuniu miss Wintour e a equipe da Glamour, ela declarou o seguinte: “não vamos hiperventilar a perfeição” que, em bom português significa que Ana pediu pro povo maneirar nessas chamadas de destaques de “tenha o corpo perfeito”, “tenha o cabelo perfeito”, “tenha qualquer coisa perfeita…”, que as revistas não abrem mão e que, logicamente, vende! Nas palavras das própria Aninha ela disse: “imperfeição tá bom!”.

Isso significa que, se Anna falou, todas as publicações da Condé Nast – ela não é só editora da Vogue, mas também diretora artística do grupo –  em breve entrarão numa vibe mais vida real e sem rótulos impactantes. Lembram do post da Kim comparando a capa Bombshell à capa vida real? Pois bem, a ideia é essa e da nossa parte devemos respirar aliviados em ver um futuro fashion promissor e mais democrático, não acham?!

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Essa semana nossa ronda de segunda foi diferente, espero que tenham gostado :)