DICA DE HOTEL EM PARIS: RENAISSANCE ARC DE TRIOMPHE

19/10/2015  •  Por Thereza  •  Viagem

Minha primeira vez em Paris foi aos 15 anos com meus pais e desde então fui à cidade algumas vezes e já fiquei em hotel de vários estilos, mas sempre na mesma região Madeleine/1er Arrondissement, porém nessa última viagem fiquei num bairro diferente e num hotel que é a cara de Paris, seja pela Rede, quanto pela arquitetura.

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Já imaginou ficar hospedada num hotel que foi projetado por um dos seus arquitetos favoritos? Pois bem, o Hotel em questão é o Renaissance Arc de Triomphe, que foi desenhado, nada mais nada menos, que por Christian de Portzamparc! Os arquitetos certamente sabem da sua importância e história (ele é vencedor do Prêmio Pritzker, o Nobel da arquitetura) e quem não está ligando o nome à pessoa, além de vários projetos pelo mundo, ele é autor da Cidade da Música aqui no Rio, também conhecido como meu último emprego antes de virar blogueira fulltime hehe

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O Renaissance Arc de Triomphe fica localizado na Avenue de Wagram, uma das 12 ruas que ‘desembocam’ no Arco do Triunfo e a janela do meu quarto tinha vista desse memorável monumento. A localização do hotel é incrível, a poucos passos você está no Arco, logo, na Champs Elysées e indo pra outra direção você andava por um dos bairros residenciais mais charmosos da cidade e gosto justamente dessa localização por esse mix de se sentir um local, mas ao mesmo tempo estar na principal região turística.

Outro destaque da nossa estada, o atendimento! Nós sabemos que os parisienses podem ser bem blasés e formais, mas nunca vi um hotel com staff tão solícito e atencioso! Eles eram gentis, simpáticos e nos deram boas dicas da cidade, tão bom quando um serviço de concierge nos dá sugestões fora do óbvio.

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A parte gastronômica foi um caso à parte, nos dias que ficamos lá, estava rolando degustação de queijos franceses (pensa na delícia!), além disso o café da manhã era típico francês e com muita fartura. Falando das delícias locais, a carta de vinhos era ótima e o sommellier nos deu aula sobre o tema. Além do bar do hotel, o Renaissance conta com o restaurante Makassar, que à noite ficava bem badalado e tinha decor linda!

Sobre os quartos: um sonho! Amplos, novos, arejados. Hospedagem em Paris pode cair pro lado de hotéis antigos e carentes de reforma, esse não, é moderno (o hotel foi inaugurado há apenas 6 anos) e tem todas aquelas amenidades e funções que queremos num quarto de hotel, de tomada próxima a uma bancada de banheiro que caiba nossas makes & afins.

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Já tinha ficado no Renaissance São Paulo recentemente (postei aqui) e a rede só reforça o diferencial de excelente atendimento, estilo e sofisticação na medida, pois no final das contas só queremos uma cama macia e aconchegante pra dormir e a de lá foi o ninho perfeito pro final da viagem!

O fator design/arquitetura já é meio caminho andado, mas o hotel é pacote completo! Pra quem busca um hotel bem localizado, de grupo tradicional, mas com aspecto moderno, vale visitar o site do Renaissance Arc de Triomphe para ver mais fotos dos quartos e dependências gerais.

2 MARCAS DE BELEZA QUE VOCÊ PRECISA CONHECER NA SUA PRÓXIMA VIAGEM

06/04/2015  •  Por Thereza  •  Beleza, Compras, New York

Mesmo com o dólar oscilante do jeito que tá, ainda temos uma ligeira fé e ânimo pra pensar numa próxima viagem, certo? Bom, eu tenho! E ainda venho com duas dicas daquelas bem no capricho e que eu já estava há tempos querendo compartilhar com vocês.

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Depois que a gente vira blogueira, tentamos fugir do óbvio e buscar novos horizontes, logo dicas especiais e novas marcas que chamem a atenção e mereçam seus – agora mais do que nunca – sofridos dólares! E essas duas marcas se tornaram parte da minha rotina de beauté e eu recomendo pra qualquer um.

MALIN-GOETZ

Pensa num casal tipicamente nova iorquino, super antenado e de olho no mercado de beleza? Pois bem, foi assim que Matthew Malin e Andrew Goetz criaram em 2004 a Malin+Goetz, com a premissa de fazer produtos com ingredientes naturais, tecnologia de ponta e estética diferenciada. O que antes era uma pequena linha de itens para pele, hoje tem  produtos pra cabelo, corpo, casa, pet e além.

Eu conheci a M+G quando me hospedei no Mondrian de NY (postei aqui) e por lá surrupiei suas adoráveis miniaturas do banheiro (Ross feelings :D), depois disso dei de cara com um corner da marca na Bloomingdale’s e comprei a versão big do meu shower gel favorito: o de bergamota. Pensa numa coisa cheirosa e cremosa? <3

Além disso, seus produtos vão de shampoo, vela e até dog beauty e envolvem materiais como: coentro, bergamota, sálvia, rum, eucalipto, camomila, mojito, cannabis entre tantos outros. Daquele tipo de produto que é curioso de experimentar, conhecer novos ares, líquidos e também ótima opção de presente praquela pessoa descolada que ~acha~ que conhece tudo!

Tem loja própria da Malin+Goetz em NY e dá pra encontrar a marca em vários corners de lojas de departamento, aqui tem uma lista.

LE-LABO

Vocês sabem que só percebemos que um perfume é bom quando ele dura mais de 30 minutos na pele? Agora se ele durar mais de 1h, ele é muito bom e por aí vai! E proposta da Le Labo é justamente essa, criar uma experiência de alta qualidade na compra e produzir fragrâncias mais ricas e, principalmente duradouras. O preço disso? Não é dos mais baratos, mas vale cada centavo.

Conheci essa marca francesa (mais precisamente da Riviera) numa visita à sua loja – super charmosa! – no Soho e, desde então, é um dos meus perfumes favoritos! Por lá, é tudo feito sob medida, você experimenta as opções de fragrâncias e no final o perfume é montado na hora e na sua frente, ou seja, da forma mais natural possível, aliás, até com embalagem personalizada com seu nome.

A decoração da loja parece uma farmárcia antiga e o atendimento é mais que especial. Se você é uma pessoa que tem limitações com perfumes, vale conhecer pra te indicarem um melhor e se você acha que já experimentou todos, também vale conhecer essa opção.

Sobre $$$, eu comprei um mini de 15ml do Jasmin 17 e foi U$70 :ooo e o de 100ml custa U$240 OUCH! Eles acreditam que comprar na Le Labo não é uma experiência de consumo, mas sim que eles conquistam o cliente com o tempo e qualidade do produto. Eles não vão te vender algo no minuto 1, mas acreditam que depois você voltará pra comprar sempre.

E os produtos justificam o valor alto, por exemplo, a linha Rose 31 tem pétalas de rosa que são colhidas numa cidade do interior da França e por aí vai. Sei que perfume é um tipo de produto que sempre estamos disposto$ a gastar um pouco mais, então vocês precisam conhecer a Le Labo, aqui tem a lista com endereços. Além das lojas físicas, também tem corners em Sak’s e etc, mas vale muito ir em uma loja própria!

Gostaram das dicas, conheciam essas marcas? Alguém recomenda alguma outra marca não-mainstream e que merece ser compartilhada?

 

Eurotrip final: Dica de dois restaurantes em Paris

30/12/2014  •  Por Thereza  •  Gastronomia, Viagem

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E 9 posts depois, cá estou com a saga final da minha #Eurotrip, onde vi uma forma de mesclar dicas de viagens, um roteiro diferenciado e minha visão bem pessoal de lugares incríveis pelos quais passamos durante 25 dias de agosto.

NÃO VIU TODA MINHA VIAGEM? CLICA AQUI QUE TEM MUITOS POSTS E FOTOS.

Pois bem, nem ia postar sobre Paris, pois já falei um tanto sobre a cidade aqui no blog, mas vou focar em duas experiências gastronômicas que tive. Nada de L’Avenue ou Ladurée, mas sim dois restaurantes relativamente conhecidos, onde um me decepcionei e outro me APAIXONEI.

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Vamos falar de amor? Vamos falar de Chez Julien. Quer um bistrô típico francês? Charmoso, badalado, sem muito turista brasileiro :]] e às margens do Rio Sena? Ah, e ainda serviu como cenário pra Gossip Girl!

Pois bem, o Chez Julien é tudo isso e mais um pouco. O restaurante é um achado! Quem lembra da cena de GG da Blair e Serena almoçando no ep 4×01? Então, a cena foi gravada no Louis Philippe, que fica do lado, mas no seriado elas destacam o Julien.

Já tinha ido no Louis, mas ele é meio “bagunçado”, tipo não tem aquele glamour e tal, daí dessa fui no Julien e UAU. Francês clássico (é do grupo Costes, mas menos ‘hypado’), mas sem aquela atmosfera ‘decadence’, sabe? Ele não é baratex, mas também não é nada exorbitante, entrada na faixa de €12, prato €28. A carta de vinhos é bem boa e variada e a comida? MUITO BOA. Comi um chateaubriand melhor da vida e a batata frita era a melhor da vida e o petit gateau? Melhor-da-vida.

Apesar de ser exagerada, não estou exagerando, sabe quando você entra no restaurante sem pretensão alguma e se surpreende? Por lá foi assim, do atendimento à atmosfera (decor art noveau incrível), passando pela comida e bebida, tudo perfeito. Não deixem de ir que vocês vão lembrar de mim :)

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Por falar em pretensão… guardamos o último dia da nossa longa viagem para irmos ao famoso restaurante de Joel Robouchon. Ele tem inúmeros restaurantes super aclamados e de quebra foi considerado o chef do século e seu L’Atelier, no coração de St. Germain, era um local que sempre quis ir, mas acabava não rolando, mas dado o cenário de despedida e cientes que íamos gastar bem, fomos.

Apesar de sofisticado, o restaurante é até descolado, a maior parte de suas cadeiras são num bar e assistindo o trabalho dos chefs. Acho esse formato bacana e fiz questão de sentar lá (melhor que na mesa, mas sempre com reserva). O local era apertado e estava quente, mas ok, É O JOEL.

Por lá tem opção do menu harmonizado e do jantar livre, mas como eu sou ligeiramente fresca (tipo não como camarão e etc) ficamos com o cardápio normal. Pedimos 2 entradas e 2 pratos e cada era na faixa de €40-50 (na foto dá pra clicar e dar zoom no cardápio).

A carta de vinhos? Rodrigo quase chorou no cantinho, é MUITO cara. Tipo muito mais caro que nas lojas, então quem bebe sabe que muitas vezes é um sofrimento, mas ok.

A comida? Nada demais, simples assim. Achei que ia comer absurdamente bem, que ia degustar coisas surpreendentes. Sabia que não estava lá pra me fartar, sabia que a comida ia ser pouca, mas ao menos o que pedimos nada de fato nos surpreendeu.

Podia ser cansaço da viagem (esqueci de falar que na hora de pegar o taxi na Rue de Rivoli,  fui tipo atropelada por uma van, poisé), podia ser super expectativa, mas sabe quando você aguarda um jantar e na hora h… era só isso?

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Já fui em muitos restaurantes melhores – inclusive em Paris (inclusive o Chez Julien) – e esse não me encantou, podia ser coisa do dia, mas não sei se voltaria de novo, não sei sei recomendaria pra amigos (aka vocês). Sem dúvida que Joel é incrível, quero ir em todo e qualquer restaurante dele em próximas viagens, mas esse L’Atelier não valeu o preço e não foi nada assim surpreendente, daí decepcionou.

Gente, os posts da #Eurotrip não acabaram, aguentaí! É que eu tô muito imbuída no propósito de aprender a fazer vídeos, e tenho superado minhas diferenças com o imovie, daí o que eu usei pra testar? As dezenas de vídeos que fiz durante a viagem! Ficou um vlog haha diferenciado que mistura dicas e imagens da viagem que tanto falei aqui nos últimos meses. Vou subí-lo aqui no blog dia 1! Super ansiosa pra saber se vão curtir! 

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