Kanye West é muito fofo

30/01/2015  •  Por Thereza  •  Moda, Música, News

Eu sou fã real do Kanye West. E não é por ele ser meu kunha imaginário, gosto dele antes de saber kem era Kim, gosto dele desde suas músicas no início da década passada. Aliás, “Run this town”, dele Jay-Z e Riri tá no TOP5 das músicas da minha vida.

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Dado esse cenário, admiro o cara como músico, produtor e nem ligo pras polêmicas, pra soberba, de fato ele produz um trabalho incrível e é um gênio da música sim!

Daí no 1o dia do ano, o que ele fez? Lançou uma música junto com, nada mais nada menos, Paul McCartney, e a música é LINDA! Ele escreveu sob a ótica da mãe dele, falando com… ele! No site dele tem a letra. Ela faleceu alguns anos atrás e também era mentora e bff dele. Dizem que depois desse baque que ele deu a miniloka e pirou o cabeção, mas agora…

Tell Noriiii, aboute meeee

O video teve direção de Spike Jonze e, podemos dizer, é bem minimalista/misterioso. A melhor parte fica por conta da Nori, meldels que vontade de apertar que cuticutii

Ok, adorei vê-la no video, Kanye te adoro, mas porque ela pode aparecer nos seus jobs, mas não pode aparecer no da mãe, hein? Reflita.

O video foi lançado ontem no site dele e hoje no you tube, mas antes disso ele foi na Ellen Degeneres apresentar um preview e falar sobre família, música e simpatia! Adoro a Elle e ela faz ele rir rapidinho, olha a reunião de gente tão legal!

Aqui ela apresenta um trecho video e o Kanye fala aham uhum

Nesse eles falam sobre filhos (tem uma parte muito fofa!) e trabalho

Aqui a Elle faz um rap pro Kanye

E vocês, curtiram a música e a entrevista? Acho que se tornar pai deixou Kanye mais calmo e suave!

 

 

Esse não é mais um post sobre a Kim Kardashian.

25/11/2014  •  Por Thereza  •  News

Já perdi a conta (mesmo!) de quantos posts fiz sobre a Kim Kardashian. Uns mais úteis, outros adoráveis encheções de linguiça, afinal sou fã mesmo e se fico 2 semanas sem postar sobre a família vocês me pedem, então sou obediente :)

Por aqui já compartilhei suas dicas de beleza (pros cabelos sedosos ou cílios poderosos), seus looks do dia, seus erros, acertos e até seus 2 casamentos. É um assunto que rende e ela ainda colabora estando sempre out-and-about por aí. Mas ao mesmo tempo, às vezes tento ver um outro lado, fazer uma análise quase comportamental da família e eventualmente convencer vocês por a+b+(k³) que o Kardashian Klã não é apenas um rostinho bonito.

E tipo já é 2015 e ainda tem gente que pergunta “o que essa família faz da vida?”.

Agora se tem um tema importante – e talvez o mais relevante – acerca da Kim é sua confiança (e antes que alguém diga, sim, às vezes um pouco exacerbada, outras vezes duvidosa). Kim é confiante, se mostra poderosa, mas também frágil (notamos o quanto ela sofreu durante sua gestação), Kim se mostra uma mulher real, ok, surreal às vezes. E, diferente de uma Beyoncé e sua perfeição quase inatingível, Kim é cheia de nuances, facetas, altos e baixos.

E depois da capa da Paper, uma capa me chamou muito mais atenção.

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A Elle inglesa chamou Kim (em dose tripla) para sua capa de janeiro e nela escrito: Confidence (eu escreveria com K, mas ok :D) e é isso que Kim representa: Confiança. Não só a que ela tem, mas a que ela transmite pra muita gente (muita gente mesmo!).

Kimberly é aquela mulher dos dias de hoje que precisa constantemente provar alguma coisa, que derruba mitos e preconceitos, mas através de um ponto leva a tal confiança à milhares de mulheres: Kim tem bundão, qualdrizão e outros ãos que são um sopro de alívio para muitas mulheres que vivem à margem (ou reféns mesmo) da tal ditadura da magreza, de mulheres lindas e maravilhosas como Caras e Karlies, mas que são apenas modelos distantes, Kim é referência.

Kim quebrou um padrão há muito tempo vigente. E também conseguiu transformar a indústria da moda, e não digo isso pela sua Kardashian Kollection, mas através de estilistas como Balmain a Givenhy e todo e qualquer outro que queira vestí-la e, apesar da cintura fininha, entrar naquele quadril não deve ser num número 02 à venda na arara mais próxima. Aliás, parte desse assunto foi pauta no Ela, d’O Globo desse final de semana e só corrobora pra trazer Kim como referência de uma geração que muito sofre com referências e padrões limitados de beleza.

Já ouvi amiga falar – e que nem vive nesse meio bloguístico – o quanto se sentiu melhor depois de ver uma foto da Kim (ou da Khloe) toda confiante a bordo de um vestido mais justo que Deus. Já vi leitora me escrever a mesma história, o quanto Kim a representa, o quanto é inspiração na hora de montar um look, até mesmo na hora de pirar no fashionismo, sem medo de ser feliz. O fato dela “errar” nas escolhas de roupas, apenas a humaniza mais ainda, e isso é bem legal.

Dentre os outros fatores – entretenimento! – admiro Kim por isso também. Acho válido termos uma mulher muito famosa que mesmo com toda sua dita confiança, às vezes não se leva a sério e não tá nem aí se “pode ou não pode” vestir calça de couro ou vestido de vinil, ela vai lá, veste e fim, doa a quem doer e tá doendo em muita gente.

Vivemos tanto tempo na era das supermodels, na era da super magreza, que hoje em dia a era da super Kim é apenas um respiro essencial pra esse mundo louco que vivemos. E como a própria revista diz, ter 70 milhões de seguidores provavelmente apenas engrossa o coro da sua força. Esse post pode parecer devaneio de uma ~kardashianática~ mas acho que de fato o fator Kim toca em muita gente, mesmo até que de forma involuntária.

Kim gera um debate e Kim gera uma reflexão. Que me desculpe quem não acha, mas eu vejo muito mais por trás da dita ‘superficialidade’. Pra mim (e pra muitas!), Kim inspira, Kim levanta a autoestima de muitas mulheres, mas, principalmente, Kim levanta o tal do debate.

Pra mim ela é mais que uma “personalidade da mídia”, pra mim ela é uma mulher de fato poderosa e com sua voz (e sim, bunda!) atinge muitas mulheres e suas – antes veladas – inseguranças. Kim subverteu esse meio da sociedade à sua maneira, de forma tortuosa diga-se de passagem, mas penso que o resultado pode ser encarado pelo lado positivo, por que não?  Kim, te acho admirável e consigo te ver além!

E se for pra fazer uma limonada desse limão, que seja dessa maneira

American Music Awards 2014: Khloé Kardashian

23/11/2014  •  Por Thereza  •  Red Carpet

Às vezes eu vejo uma celebridade que eu gosto muito, com um look que eu gosto pouco e fico pensando em mil possibilidade de looks que eu poderia ter escolhido pra ela, sim, #alocka, eu sei. Daí eu vejo Khloe Kardashian com esse littlezinho black dress e tenho vontade de puxar Koko pelo braço e escolher uma dúzia de outros LBD’s mais interessantes (isso respeitando o tema, né). Mas tudo bem, acho que hoje não foi um bom dia pra ela, também não caí de amores pelo cabelo e por esse batom cor de boca-morta, sabe?

 

khloeezz

Koko, já te vi mil vezes melhor numa fotinho qualquer do insta!

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