Mindfulness: 10 técnicas de respiração que são infalíveis pro seu bem-estar

31/10/2018  •  Por Thereza  •  Pense

Em janeiro postei aqui sobre a minha relação com a Atenção Plena (Mindfulness), uma técnica de meditação que há quase 2 anos tenho praticado rotineiramente na minha vida (ora mais, ora menos, mas sem perder o hábito ou me forçar a nada). O mindfulness inclusive está muito na moda, ainda bem, pois lá fora a técnica é ensinada até para crianças na escola e espero que difunda cada vez mais por aqui, tipo cesta básica do bem-estar!

Mas do que se trata? A atenção plena nada mais é que uma técnica científica de meditação. É basicamente um estilo de vida que te faz simplesmente prestar a atenção no momento presente e te faz recuperar os sentidos. É um treino mental que te tira do piloto automático da vida e te mantém atenta (porém bem relaxada).

E como isso acontece? Da maneira mais simples do universo, através da única coisa que provavelmente nascemos sabendo: RESPIRAR! Entre muitas coisas, o mindfulness treina nosso cérebro, busca a concentração através do nosso corpo e respiração, garantindo assim que a gente tenha a plena noção e domínio da nossa mente, simples assim.

Outro dia postei aqui sobre alguns livros do tema que li e tem um deles que sempre compartilho na minha rotina nos stories e faz sucesso! O carta para Mindfulness reúne mensagens motivacionais, exercícios clássicos de mindfulness, bodyscan e, o mais legal, técnicas de respiração. Você pode AINDA não estar envolvido nesse universo, mas ler uma dessas técnicas pode simplesmente mudar seu dia sim.

Sem precisar de nada e nem de ninguém, apenas uns segundos de foco, concentração e desejo de dominar a mente. Com isso, selecionei algumas cartas de mindfulness – retiradas desse livro aqui – com respirações que podem te ajudar num momento de stress, necessidade ou mais simples desejo de relaxar, sentir seu corpo e momento presente.

Respiração Mindfulness Atenção Plena

Respiração Mindfulness Atenção Plena

Respiração Mindfulness Atenção Plena

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Respiração Mindfulness Atenção Plena

Respiração Mindfulness Atenção Plena

Respiração Mindfulness Atenção Plena

Respiração Mindfulness Atenção Plena

Respiração Mindfulness Atenção Plena

Sem mistério, procure um lugar tranquilo, fique confortável, depois é ler, se entregar, concentrar e garanto que pode fazer diferença no seu dia em algum momento. Isso é a iniciação, mas a essência da técnica de Atenção Plena, e se você se sentiu envolvida, vale se informar mais sobre.

 

Instapoetas: Poesia em tempos de Instagram

30/10/2018  •  Por Thereza  •  Estilo

Quem diria que o famigerado Instagram, o app que mexe no ego e psicológico de muita gente, também é capaz de trazer à tona uma excelente leva de poetisas contemporâneas. Bom, o app é a maior vitrine do mundo e quem faz bom uso dela, sai na frente. E é bem isso que dois nomes da instapoesia vem fazendo, conhece essas duas figuras por trás das letras?

Rupi Kaur e Cleo Wade são os nomes mais proeminentes nessa era de poesia digital em tempo de empoderamento feminino, resgate da autoestima e, bom, feminismo como um todo. Você já deve ter visto imagens de seus poemas pelas redes sociais, mas vale conhecer cada persona por trás de mensagens muitas vezes simples, mas certeiras em tempo difíceis. Tipo, era tudo que a gente queria ouvir, sabe? Muita gente acha simplista ou óbvio, mas às vezes é aquele simples afago num mar de ego que o Instagram ilustra.

E o mais bacana é que as duas fogem do padrão vigente, cada uma com sua origem, história e background e que a gente consegue ver refletido em cada poema e, como vocês verão abaixo, looks!

Rupi Kaur looks

Rupi Kaur é a mais célebre dessa geração Instapoeta. A indiana mora no Canadá desde 0s 4 anos de idade, tem mais de 3 milhões de seguidores no Instagram e fala sobre amor, feminismo, perda e feminilidade. Seu primeiro livro, “Outros jeitos de usar a boca”, lançado em 2014, vendeu mais de 1 milhão de cópias, você tem noção do que é isso? Sério, é um feito enorme para uma garota que começou timidade nas páginas do Tumblr e atualmente seus livros foram traduzidos em mais de 30 línguas e é bestseller do New York Times e também aqui no Brasil.

Sobre seu estilo, obviamente a essência indiana fala alto através das cores, mas Rupi também abusa de peças fluidas, minimalistas e contemporâneas. Adora vestidos longos e vaporosos, mas também não larga mão de um terninho working girl. O legal do seu feed é que ela mistura imagens dos seus poemas com fotos inspiradoras.

Cleo Wade Looks

Insta girl poeta? É bem assim que podemos definir Cleo Wade. Nascida em New Orleans, mas criada em Nova York, Cleo é um mix perfeito entre as duas cidades. Artista e poeta, ela escreve para New York Times, Teen Vogue e W Magazine, mas foi através do seu livro, Heart Talk – Sabedoria poética para uma vida melhor, que ela entrou de vez nesse universo de poesias feminstas.

“Quando nos tornamos reais, honestos e crus sobre o que passamos, temos o poder de transformar nossas palavras em medicina e nossas experiências em sabedoria.” o livro é uma delícia, forte, inspirador e que nos faz refletir. Agora falando sobre seus looks, eles transmitem muito bem essa verve intensa e poderosa. Seus looks são de uma new yorker solar, cheia de estilo, personalidade e cores. De um look descolado passando pelo Lower East Side até uma grande noite no Baile do Met, seus looks e palavras inspiram também.

livro poesia instagram

Quer palavras que aquecem a alma, distraem e nos conectam? Vale aumentar a biblioteca com os 2 livros da Rupi, “Outros jeitos de usar a boca” e “O que o sol faz com as flores” e o da Cleo, “Heart Talk” (esse é o único que só tem em inglês). E se você conhece alguma instapoeta que vale o follow pra deixar nossa timeline mais confortável, conta aqui!

Esqueça a felicidade, procure alegria

30/10/2018  •  Por Thereza  •  Pense, Saúde

Tom e Vinícius tinham um ponto quando cantaram a célebre música A Felicidade, “Tristeza não tem fim, felicidade sim. A felicidade é como uma pluma, que o vento vai levando pelo ar, voa tão leve, mas tem a vida breve…”.

Não, esse não é um post deprê, muito que pelo contrário, li uma reflexão tão bacana no Goop (o site de lifestyle da Gwyneth Paltrow) e me veio primeiro a lembrança dessa música e depois a ressignificação de palavra felicidade.

O tema surgiu no podcast entre Oprah e Gwyneth, ou seja, sente o poder da conversa e a apresentadora foi categórica, “’Felicidade’ não é nem mesmo uma palavra que eu uso para mim, pois a felicidade parece temporal” e o tema seguiu com a escritora Ingrid Fetell Lee, sugerindo que, ao invés de procurarmos felicidade, que busquemos joy, aka alegria e prazer. “Antes de começar a pesquisar a alegria, eu a via como essa coisa intangível e efêmera que simplesmente passa flutuando por nós. E quanto mais eu mergulhava nisso, mais eu percebia que, culturalmente, buscamos a felicidade de forma implacável,  mas negligenciamos a alegria”. E sim, há uma diferença entre felicidade e alegria.

Segundo Ingrid, “Felicidade é uma avaliação ampla de como nos sentimos sobre nossas vidas, e isso é frequentemente medido ao longo do tempo. A felicidade inclui muitos fatores diferentes: Como nos sentimos em relação ao nosso trabalho, se sentimos que temos um senso de significado e propósito. Como nos sentimos sobre a nossa saúde e também sobre nossos relacionamentos. Todos esses fatores diferentes entram em saber se estamos felizes ou não”. E ela completa, “a felicidade pode às vezes ser um pouco vaga”

E sobre a alegria e prazer, que pra mim sintetizam a adorável palavra JOY em questão, “a alegria é muito mais simples e imediata. Os psicólogos definem a alegria como uma experiência momentânea intensa de emoção positiva. Pode ser medido através da expressão física direta. Então, a sensação de sorrir, rir e querer saltitar. Temos esse sentimento quando algo nos dá uma faísca de alegria. E ela sintetiza: a felicidade é algo que medimos ao longo do tempo. Alegria é sentir-se bem no momento, e é realmente sobre esses pequenos e simples momentos.

E justamente nessa última frase que eu quero chegar e convergir com o nosso papo sobre mindfulness e viver O-MOMENTO-PRESENTE. Enquanto a busca pela felicidade requer tempo, planejamento, expectativa, ansiedade e até mesmo decepção, alegria é o agora, sãos os simples gestos e pequenos momentos que fazem a diferença. Quando a gente olhar pra trás, os tais momentos de felicidade se tornarão algo grande e importante na nossa memória, enquanto a felicidade… bom, a felicidade às vezes de fato pode ser um pouco vaga.

E a alegria tem a ver com bem-estar? Ingrid afirma que sim e de uma maneira importante e profunda, “pesquisas mostram que experimentar pequenos momentos de alegria regularmente reduz o estresse. Quando passamos por algo muito estressante, se tivermos um momento de alegria, pode realmente acelerar a recuperação física do estresse também. Com o tempo, isso pode ter um efeito positivo no sistema cardiovascular. A alegria foi até conectada em alguns estudos à longevidade”.

Sabia que as pessoas são até 12% mais produtivas quando sentem – E VALORIZAM – essas pequenas alegrias do cotidiano? E vamos falar de beleza, afinal “a alegria é uma emoção contagiante e uma das descobertas mais intrigantes é que a alegria nos torna mais atraentes fisicamente. Os cientistas descobriram que, quando rostos supostamente de aparência normal estão sorrindo, as pessoas os classificam como mais atraentes do que rostos “bonitos” que não estão sorrindo. Então, quando exibimos alegria, acabamos atraindo pessoas”. Sei que tudo isso pode parecer muito simples, filosófico ou hipotético, mas depois de desconstruir as palavras e entender seus significados, valorizo mais a alegria de agora do que a felicidade do futuro.

Acho que no final das contas essa reflexão é válida e é cada vez mais importante aproveitarmos o momento presente, buscar pelos simples prazeres da vida e que tudo isso sim, pode representar a felicidade como um todo. Fiquei super feliz lendo essa matéria e alinhando com minhas visões, a Ingrid tem um livro chamado “Joyful – O Poder Surpreendente das Coisas Ordinárias para Criar Felicidade Extraordinária”, no qual ela compartilha argumento convincente para a busca da alegria, “momentos alegres podem ser fugazes, mas eles não são necessariamente uma força passiva. Você pode ativamente envolvê-los em seu dia, em sua vida e sintonizá-los ao seu redor”, deu vontade de ler!

E vocês, já pensaram em desmembrar esse ato de felicidade com momentos de alegria e prazer?

 

 

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