Baile do Met 2019: Ashley Graham

06/05/2019  •  Por Thereza  •  Moda

Amo que cada vez mais nosso cristalzinho Ashley Graham, vem sendo reconhecida pela Anna Wintour, pois não basta ser selecionada pro evento, mas dizem que Anna mete muito o bedelho até nos looks de muitas convidadas e abençoa com look x ou marca y. E Ashley está usando Gucci, uma das anfitriãs da noite, ou seja, abençoada seja!

O look a gente pode não dar nada, mas acho que está alinhado com o tema Camp no quesito irreverência. Amei especialmente o cabelo, semana passada falamos de overdose de presilhas e afins nesse post aqui!

baile do met 2019

ashley

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Oscar 2019: Ashley Graham

24/02/2019  •  Por Thereza  •  Red Carpet

Ashley Graham não é atriz, mas que atuação no tapete vermelho! Esse é provavelmente o vestido de red carpet mais bonito que já vi a modelo usar. É perfeito, escultural, parece que foi esculpido nela! Também amei a maquiagem fresh e o penteado que, quando tivermos mais fotos, parece que revelará surpresas!

ashley graham oscars 2019

ASHLEY GRAHAM

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2 x Ashley Graham na capa da Vogue e da Bazaar!

04/07/2018  •  Por Thereza  •  Pense

Ashley Graham, 30 anos, a 1oª modelo mais bem paga do mundo e ícone plus size. Aliás, Ashley não gosta de receber esse rótulo, “a Indústria da moda insiste em me chamar de plus size, mas prefiro pensar que esse é o “my size” e pronto”, mas reconhece que é um “nicho” no qual, ao ser de uma certa forma categorizado, mostra sua força e QUE FORÇA!

Ashley Graham é O nome quando o assunto é modelo fora do ~padrão vigente. Daqui uns 50 anos, quando não houver padrão algum (assim espero rsrs), lembraremos de Ashley como precursora desse novo mundo. Hoje, 2018, ainda estamos bem longe do razoável, mas é preciso reconhecer que é um avanço comparado com 5 anos atrás.

Quando o assunto são desfiles, foco na inclusiva NYFW, que é a edição mais democrática (e não só em relação a tamanho, mas também raça, idade) e esqueça a preconceituosa Paris Fashion Week (com modelos cada vez mais magras, que foi preciso uma lei pra tentar regularizar essa questão). Agora quando falamos de capas e editoriais, sem dúvida esse mês será lembrado por Ashley Graham onipresente e em dose dupla em 2 grandes publicações mundiais.

Semana passada foi divulgada a capa da Vogue Arabia com Ashley Graham e Paloma Elsesser que, além de plus size, também é negra e latina (já que estamos falando de representatividade). E eu achei a capa o máximo!

Gosto, porque não é aquela capa wannabe inclusiva, com modelos plus, mas com roupas disfarçando suas curvas, pelo contrário, são roupas exuberante (amei os looks Balmain) e que exaltam a beleza e vivacidade das duas. Vale lembrar que é uma Vogue Arabia e esse decote já foi uma ousadia, por isso elas ficaram mais vestidas dentro da piscina (isso ocorre em todas as edições da VA, sempre mais cobertas).

Depois disso, ontem saiu  mais uma dobradinha de capas da Ashley, dessa vez solo na Harpers Bazaar UK e eu estou apaixonada!

A primeira capa é um lindeza, você sente o frescor daqui e transmite uma coisa boa. Já a segunda é exuberante e divertida, como se fosse um Stories da Ashley, casual, mas glamurosa!

Sei que muitos ainda rechaçam esse tipo de representatividade, a maioria pelo preconceito velado, mas também outras por acharem que é migalha ou feito de forma errada.

Agora acho que posso dar meus 2 centavos nesse tema e falar com o mínimo de propriedade: me sinto inspirada. Olho uma Ashley e me sinto livre, dá até pra respirar aliviada e perceber que de fato os tempos são outros. É o tal do  *Representatividade importa*.

Sim, Ashley ainda é mais ~padrão do que propriamente gorda, mas mesmo assim, ela é uma voz, não só um corpo, mas uma voz que rege esse novo momento e muitas vezes fala de forma natural sobre o tema, é tipo banalizar uma pauta que deveria ser comum, ainda bem! Ashley não necessariamente levanta bandeiras o tempo todo, ela é A bandeira ambulante, a personificação que ser fora do tal padrão é possível, aliás, não deveria existir padrão algum, as pessoas deveriam simplesmente existir.

Minha única observação nessa onda plus size (ou qualquer outro rótulo que queira chamar), é que eu gostaria de ver outras modelos, mais modelos, muitas modelos em mais capas e editoriais! Ashley pode ter aberto as portas, mas que o mercado cada vez mais note e dê espaço para outras modelos (aliás, essa semana tem #poraí com uma modelo dessa nova safra).

Lembro que ano passado achei o máximo – logo postei aqui – a top na capa da Vogue América, é um super feito, mas hoje me incomodo um pouco com a tal roupa que disfarça (sem contar o controverso photoshop) usada por ela na capa.

Mas que bom que as coisas avançam e melhoram, acho que no final das contas, nosso olho fica mais sagaz, a gente admira, mas também aponta questões que podem ser melhoradas. Quando o tema é esse, sempre busco me questionar, pensar se é pouco, se é um token ou “não faz mais que sua origação”, mas às vezes, nem que seja por 2 minutos ou 2 capas, que a gente simplesmente contemple e compartilhe algo importante assim.

E vocês, conseguem perceber o avanço e como está se tornando mais comum ou ainda acham longe do razoável?!

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