Wishlist de vinhos!

18/12/2014  •  Por Thereza  •  News, Vinho

 

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Já falamos tanto sobre vinhos aqui no blog, algumas vezes de forma mais didática, outras com wishlists que ajudam a encontrar um vinho legal e com todos os tipos de preço. Ano passado, nessa mesma época, fiz uma seleção dos meus vinhos favoritos, agora volto com mais uma leva e 25 rótulos que recomendo, dos espumantes aos tintos, passando por rosés, brancos e champagnes, é claro!

Esse post conta com a ajuda total e irrestrita do Rodrigo (meu marido <3), que é o entendedor de vinho da família. Ele é o expert e eu bebo (ok, eu sei identificar um vinho bom ou ruim, dizer se tem ameixa ou é amadeirado, mas não me pergunte de onde é!), então é um post totalmente colaborativo, espero que ajude dessa época do ano, seja pra consumo próprio, presente ou comemoração natalina e ano novo!

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Gran Legado Champgnoise: Considerado um dos melhores espumantes nacionais. Desenvolvido com a mesma metodologia de Champagne. Floral, agradável, seco e fácil de tomar.

Première Bulle: O primeiro espumante produzido no mundo, antes mesmo de champagne! Perlage (borbulhas)  em abundância, cremoso e fresco. Ainda tem uma versão com toques sutis de chocolate, uma delícia! Sempre compro no Free Shop daqui.

Pol Clement: Espumante francês muito honesto e agradável. Ótimo para comprar em quantidade para eventos e comemorações, pois tem bom preço aliado a paladar democrático.

Chandon Passion: Além da garrafa linda, é um espumante docinho, super feminino e indicado para tomar com duas pedrinhas de gelo (o famoso piscine!).

Rústico: Prosecco frutado, alegre, vivo e vibrante. Tem um toque a mais de complexidade, impossível de não gostar, um dos meus favoritos.

 

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Montaudon: Opção mais barata de champagne no mercado brasileiro. Mesmo assim surpreende pelo frescor e as deliciosas notas de mel (mas não se assuste, pois ele é seco!). Pra quem quer iniciar com valor mais razoável, é uma boa opção.

Jacquard: Exótico! Muita torrefação (aroma de pão tostado maravilhoso), mas ainda refrescante e elegante. Excelente opção para fugir dos rótulos óbvios.

Billecart-Salmon Brut: Meu favorito!! Denso, encorpado, muitas notas de frutas brancas, flores e borbulhas que explodem na boca. Daquele tipo de champagne fácil de agradar os mais difícil paladares e ótimo para presentear, por ser um rótulo de boutique (não muito comum). A versão rosé é igualmente incrível. Pra quem mora no Rio, compro sempre numa loja chamada Canto do Vinho que é um ACHADO, lá ele custa R$200, enquanto em outras sai por até R$350.

Perrier Jouet: Muito cremoso, suculento, frutado e com notas de pêra e um tostado delicioso. Um champagne autêntico, cheio de história e personalidade, ótimo pra fugir dos rótulos clássicos como Veuve e Moet.

Krug: Champagne poderoso! O meu favorito para comemorações especiais. Você pode encontrar de tudo dentro desse líquido precioso: pêra, figo, pêssego, avelãs, amêndoas e por aí vai, é uma explosão de sabores na boca, sem nenhum exagero! Não vejo a hora do ano novo chegar <3

 

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Bis Rosé: Um achado português sensacional. Mineral, com corpo médio e ótima acidez, rosé sem erro (agrada até o Rodrigo, que não é fã de rosé hehe).

M de Minuty: Um clássico delicioso de Provence, daquele tipo de rosé que você toma bem geladinho e é cheio de sabor. Tem aroma de pêra, é cítrico e ótima acidez (essencial pra um rosé!). Comprei o meu na Premium Drinks e tem um ótimo custoxbenefício, quem gosta – ou quer iniciar – com rosé, vale experimentar esse.

Chateau Léoube: Mais uma delícia de Provence! Vinho cheio de personalidade, que significa sabor do início ao fim, pois tem certos rosés que não conseguimos nem beber até o final.

Chateau Roubine: Um dos meus rosés favoritos (provavelmente irei falar isso de todos hehe), leve, com boa acidez e muito refrescante, como deve ser.

Domaine Ott: Rosé maravilhoso! Sempre bebo em Paris (pois tem em tudo que é restaurante!). Delicado, elegante, leve e muito saboroso! Um dos melhores de Provence.

 

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Ventisqueiro Queulat Chardonnay: Clássico branco sulamericano. Muita fruta madura, com toque de baunilha característico dos brancos que envelhecem em madeira. Vinho sem erro pra ter sempre em casa!

Villa Antinori: Meu branco favorito pro “dia a dia”, super clássico! Muito leve, feminino e casa bem com saladas, comidinhas leve e tudo a beira da piscina, para aqueles momentos descompromissados. Fui à vinícola em Chianti e postei aqui.

Riesling Prestige Hunawihr: Riesling delicioso. Leve, mineral e fresco. Pra tomar a noite toda, impossível enjoar.

Pinot Grigio Di Lenardo: Frutado, guloso e vai agradar dos iniciantes aos mais entendidos.

Capellania Blanco Reserva: Um branco espetacular! Tão denso quanto azeite, parece uma compota de damasco. Bom presente para surpreender entendedores, pois surpreende e sai do óbvio (favorito do Rodrigo).

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Pesquie: Tinto do sul da França, que faz muito sucesso na crítica internacional, por sua relação qualidadeXpreço. Mineral, macio, cheio de frutas vermelhas e é um coringa pra acompanhar qualquer prato.

Fetzer: Californiano típico do novo mundo. Estilo moderno, com muita fruta, amadeirado e pouca acidez. Fácil de agradar aos iniciantes que gostam de vinhos encorpados, mas não querem se complicar.

Robert Mondavi Cabernet 2011: Clássico americano e cheio de personalidade. Frutas negras, baunilha e leve toque vegetal.

Marques de Casa e Concha Carmenere: Clássico da Concha y Toro – maior produtora de vinhos da América do Sul – não tem erro! Frutas negras, geléia de amora, chocolate e bem apimentado. Encorpado e que acompanha bem carnes mais fortes. No Mercado Mundial tá sempre em promo!

Le Difese: Maravilhoso super toscano. Potente, sem perder a elegância e complexidade. Da mesma vinícola que produz o Sassicaia, um dos melhores e mais caros vinhos italianos!

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Pra finalizar, uma seleção dos principais e-commerces de vinhos aqui no Brasil. Essa é uma pauta que vale um outro post inteiro, mas aqui fica uma seleção de TOP10 lojas que já compramos e tivemos uma boa experiência.

E-commerce: Wine.com | Mistral | Grand Cru | WorldWine | Expand | Walmart.com | Wine Brands | Enoeventos | Adega Brasil |  Ravin

Gostaram da nossa seleção de vinhos? Se alguém tiver alguma dúvida, pode perguntar! E aguardem para 2015 mais novidades sobre o tema :)

Eurotrip: Conhecendo a Borgonha

09/12/2014  •  Por Thereza  •  Viagem, Vinho

Meu momento #Eurotrip está chegando ao fim, mas antes disso ainda temos outros 2 posts e o de hoje é especial, sabe aqueles locais que você nunca imaginou ir na vida e de repente você está lá e cai de amores? Pois bem, apesar dos seus vinhos fabulosos, nunca pensei em conhecer a Borgonha, mais precisamente Beaune! E esse foi no penúltimo destino antes de Paris.

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Existe uma expressão assim: “viver como um cidadão de Borgonha” e isso significa viver bem, afinal, nessa região tem tudo o que há de melhor no mundo e isso é tipo literalmente falando. A começar pelos vinhos – sim, são os melhores do mundo, Romanée Conti tá aí pra contar história – a mostarda (de Dijon), azeitonas, escargots e sem contar as dezenas (são muitos!) restaurantes de estrelas Michelin em cidades minúsculas e charmosas.

Se a Toscana é cheia de graça, acolhedora e os locais se tornam seus amigos a medida que você toma um Limoncello só, Borgonha é uma cidade mais fria, quase silenciona, porém intrigante, diferente e muito bonita!

Nós escolhemos ficar em Beaune, que não é tão grande quanto sua vizinha Dijon, mas bem no centro da região da Borgonha. Ela fica dentro de uma muralha e  no coração das principais regiões produtoras dos vinhos mais caros do mundo. Ela fica a 3 horas de carro de Paris, então quem tiver 2 dias extras vale muito a pena investir na região.

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Onde ficar: Nos hospedamos no Le Cep, um hotel 4* MUITO bem localizado, super no Centro da cidade e colado ao Hospices de Beaune. O atendimento em si não é a melhor coisa (nos indicaram um restaurante bem ruim que não posso imaginar que eles 0 recomendem legitimamente), o quarto é muito espaçoso, mas BEM antigo. O hotel em si precisa de renovação, mas as opções são escassas na região, ou você fica num Castelo suntuoso ou num b&b modesto. O bom desse é que durante a noite você estava perto dos restaurantes do centro e tinha o toque francês irresistível.

O que fazer: Em Beaune em si, o Hospices é parada obrigatória, o local tem arquitetura marcante e sua história é incrível (era um hospital que cuidava dos doentes da guerra). Além disso, também fomos ao Museu do vinho, ele é bem pequeno, mas o Rodrigo adorou. Compramos um passe que inclui os dois e mais algum passeio que não lembro hehe.

Bem em frente ao Hospices, tem uma loja de vinho e souvenirs que você pode degustar vários vinhos pagando na faixa de €15. Nós entramos num subsolo ligeiramente macabro – mas que faz parte do show – visitamos as caves e degustamos QUINZE vinhos (em golinho, hein) numa tacada só, do simples ao maravilhoso, foi uma experiência única e vale muito a pena!

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Degustações: Por falar em vinhos, tivemos um dia inteiro pra degustar, o hotel nos deu um voucher onde a visita ao Chateau de Pommard  era de graça. O local era incrível, REPLETO de obras de artes e na temporada que fui tinha uma exposição de Dali. Daqueles chateaus maravilhosos que mistura arte e vinho e no final ainda atravessamos por um casamento. A degustação em si era bem básica, o que vale é a experiência.

Além desse, fomos ao Chateau Mersault. A visitia custava  €16 e foi a mais fraca de toda a viagem. Não era guiada – ficamos perdidos entre as caves enormes, deu medo! – e muito mecância, no final, um cara ficava ditanto sobre cada vinho com texto decorado. O lugar era lindo, mas certamente existem outros bem melhores, só que na época que fui meus favoritos estavam fechados para férias!

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Quando ir: Qualquer mês menos agosto (o mês que fomos!), aliás, a França inteira fica vazia – pois todos vão para o ensolarado sul e além –  mas em Beaune foi o local onde mais sofremos. Os dois restaurantes (Michelin) em que planejávamos ir há meses, ao chegarmos lá, demos com a cara na porta, então não tenho as melhores referências gastronômicas da cidade, o que foi uma pena pois, como disse, a gastro de Borgonha é espetacular.

Mas tivemos sorte no último dia, saímos de Beaune num sábado e pela manhã nos deparamos com sua feira tradicional e ela é INCRÍVEL! Comidas, flores, artesanatos, souvenirs, TUDO de melhor, de qualidade incrível e espalhados pela cidade. Lembro que nosso café da manhã foi pela feira de tanto de “amostrinha” de frios, salames e pães que eles no ofereciam, sem contar o vinho né! :]

Por falar nisso, compramos muitos vinhos, por lá tem loja em cada esquina e não tem uma melhor que a outra, todas são ótimas e com portfolio próprio! Vale deixar um canto na mala pra trazer vários vinhos de Borgonha, lá compramos vários na faixa de €3o que aqui no Brasil chegam a custar R$700, ou seja, faz a conta!

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O tal do Romanéé: o vinho mais caro e famoso do mundo! Lembram quando o Lula ganhou sua primeira eleição? Ele tomou um Romanée e o vinho é reconhecido no mundo todo por sua elegância com toques de opulência. Lógico e evidente que, a não ser que você seja a Madonna, você não consegue agendar pra conhecer seu Chateau, mas já tinha visto na net várias fotos de “pessoas normais” em frente ao vinhedo e isso era uma meta!

Não achava o endereço de jeito nenhum, tínhamos horário pra chegar no nosso próximo destino (Reims) e eu estava quase desistindo de entrar-e-sair pelas estradinhas da Côte D’or – Rodrigo já tinha desistido – eis que me perco numa ruazinha e vejo uma placa de pedra (todos os vinhedos tem a tal placa) e nela escrita!

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ROMANÉÉÉ! É tipo bem bobo, mas para os apreciadores de vinho, estar no mesmo metro quadrado da uva mais cara do mundo é uma emoção e praticamente o mais perto que euzinha chegarei de uma uvinha de Romanée (aqui no Brasil ela custa R$60.000, tá bom?), mas valeu a visita e depois rumamos por 3 horas até Reims, único local do mundo onde é produzido o legítimo Champagne e papo pro nosso próximo capítulo!

AQUI VOCÊ CONSEGUE VER TODA MINHA SAGA EUROTRIP, DE VENEZA ATÉ AGORA!

Eurotrip: Vinícolas na Toscana

15/10/2014  •  Por Thereza  •  Viagem, Vinho

Eu tô adorando tanto falar da minha viagem por aqui, ainda mais dividida assim por capítulos, me sinto a roteirista do Travel Channel e já tô pensando na próxima viagem hehe

Bom, o capítulo de hoje é todo etílico e que fundamenta a concepção da viagem: conhecer as vinícolas! Vocês sabem que adoro vinho e nunca tínhamos visitado vinhedos, daí nada melhor que começar em grande estilo entre Chiantis e Brunellos, fiz um resumo das 4 vinícolas que visitamos na Itália.

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Mas antes disso, uma dúvida que me perguntaram: beber e dirigir? Aqui no Brasil a lei é clara e seca, mas lá na Itália o cenário muda um pouquinho, afinal a Toscana é turisticamente conhecida pelos seus vinhos incríveis e nada melhor do que conhecermos tudo de carro.

Você vai encher a cara? Não. Degustações te deixam bêbado? Muito menos (a não ser que você não tenha o hábito de beber, o que não deve ser o caso de quem vai numa vinícola hehe). No nosso caso, eu fui um pouco mais comedida que meu marido (logo, dirigi!), mas entre uma degustação e outra, bebíamos bastante água e comemos o suficiente, mas o principal foi dirigir apenas de dia e fazer uso do bom senso, claro!

Não quero ser nenhuma fora da lei aqui hehe, mas todo lugar que íamos, perguntávamos sobre e ninguém nos preocupava com isso, mas no final das contas o que fica é a consciência e prudência. Agora vamos às minhas escolhidas!

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Antinori: Seus vinhos estão entre os mais famosos e vendidos do mundo, com isso nada melhor que um local suntuoso pra receber os visitantes – e produzir os vinhos, claro! Ela fica a 30 minutos de Firenze e eu tive o prazer de ter uma tarde especial toda organizada pela Cavist – restaurante que amo e já teve post aqui.

Por lá, além de contemplar a arquitetura lindíssima, acompanhamos todo o processo de produção de vinho e por fim, tivemos um almoço – bisteca fiorentina, salivando!! – que está no TOP3 da viagem (ou da vida mesmo). Tudo com uma vista incrível das videiras em crescimento.

Foi na loja enoorme de Antinori onde compramos mais vinhos. Rótulos incríveis como Tignanello que por aqui custa R$500 e por lá pagamos €45, aliás, trouxemos 15 vinhos na mala (o permitido são 12 litros e foi tudo tranquilo e sem derramamentos).

Aqui no Brasil vale ficar de olho nos rótulos de Antinori, meus favoritos são: Villa Antinori, Pèppoli e Pian delle Vigne , todos tem na Cavist :) E por ser enorme e muito famosa, o site da Antinori é muito completo e dá pra agendar visitas no próprio site, falo isso, pois é bem difícil ter uma informação tão organizada assim!

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Biondi Santi:  – Esse foi especial, pois a Villa ficava na cidade charmosíssima – e imperdível – de Montalcino e esse vinho foi o primeiro brunello feito no mundo! A visita foi bem íntima – na realidade só Rodrigo e eu haha – mas assim facilitou o processo e todas as curiosidades que ele tinha.

Ao final, basicamente degustamos o principal vinho deles, um Brunello Riserva 97, que no Brasil a garrafa custa R$5000 (ele achou que era jabá por eu ser ~blogueira~ e me amou um pouco mais depois disso, mas acho que a italianinha fofa nem sabia do que se tratava e só quis ser gentil), mas tem opções com preços vida realtrouxemos um Super Toscano ótimo de €20.

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Castello Banfi: Já ouvi falar muito dos vinhos do Banfi e do Castello em si, que tem uma localização de tirar o fôlego (e vimos veadinhos pulando na estrada de terra) e restaurante bem recomendado.

Infelizmente não consegui agendar a visita à vinícola (é necessário antecedência!), mas tivemos um almoço muito delícia e pudemos degustar alguns vinhos na loja e bater um bom papo, aliás, não teve um lugar que fomos onde as pessoas não foram gentis e também amavam falar sobre vinho, comida e Itália :)

No site dá pra saber infos sobre hospedagem, visita ou almoço e os vinhos do Banfi vendem aqui pela na Worldwine e são maravilhosos, recomendo!

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Rocca dellE Macie: Essa foi a favorita do meu marido de toda a viagem, por ser a mais completa em termos de ver o processo do vinho (confesso que euzinha aqui às vezes ficava no mundo da lua com tanto termo técnico e só pensava a parte dos bons drinks vinhos) e também por ser a mais sem pressa. Por lá, vimos todo o processo, da videira ao engarrafamento (e isso não acontece em todas as vinícolas).

Ao final, foi uma degustação caprichada, 7 vinhos ótimos e ainda degustação de mel e azeite produzidos por eles. O Rocca fica no coração de Chianti e a uns 45 minutos de Firenze (vale bate-volta), nesse dia fizemos Rocca e Antinori e foi perfeito.

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Sobre preços, não é nada muito caro, a degustação sai em média €20-40 por pessoa, mas também não pensem que é fartura, golinho pra degustar mesmo (disfarça, cheira o vinho e vira haha). Quem tiver alguma outra boa sugestão de vinícolas na Itália, faz favor de compartilhar :) E no Decorismo estendi o post com mais 10 imagens dos meus dias na Toscana!

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