Vinho de Quinta: Andeluna e Grivo

22/01/2015  •  Por Thereza  •  Gastronomia, Moda

Fiquei muito feliz que vocês aprovaram a ideia da tag #vinhodequinta, sempre quando tô tomando uns, lembro de vocês hehe! E pra quem pediu que o Rodrigo assinasse o post 100%, no novo layout prometo que vou dar esse espaço a ele (sou muito possessiva com esse tal de Fashionismo), mas ele apenas pediu o like de vocês. Bom, vamos aos selecionados de hoje!

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Andeluna Altitud – Cabernet Sauvingnon 2006: Esse primeiro vinho é um argentino 100% Cabernet Sauvingnon, essa é considerada a rainha das uvas tintas. É uma uva pequena, de casca bem grossa, que dá ao vinho uma coloração bem escura, além de muitos taninos (que é uma substância presente na casca da uva que dá aquela sensação de secura na boca, como se você comesse uma banana verde, ou seja, quando você tomar um vinho que der aquela sensação de ‘cica’ na boca, pode dizer “hummm, vinho bem tânico).

Sobre o vinho, mesmo sendo da safra 2006, esse vinho ainda está bem vivo, com aromas clássicos dessa uva, tais como: ameixa, frutas negras, chocolate amargo e um toquezinho de tabaco, resultando num vinho com muita presença, mas sem exageros que possam dificultar a degustação para iniciantes.

Comprei esse vinho na WorldWine do Fashion Mall por R$46,90, sendo que ele custava R$90, ou seja, ótimo custoxbenefício! Todo ano eles fazem um super bota fora de vinhos com até 70%OFF, tem MUITA coisa boa e é uma ótima oportunidade pra conhecer e degustar bon$ vinho$ por um excelente preço. Rodrigo fica se coçando pra ir no dia 1 (porque tem coisa que acaba muito rápido!), fomos na sexta passada e compramos vários rótulos, vale a pena ir em uma loja da WorldWine ou comprar online também.

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Grivo Volpe Pasini – Pinot Grigio 2012:  Para aplacar esse calor, nada melhor do que um branco bem fresco e mineral, trata-se desse Pinot Grigio do Friuli, região norte da Itália. Essa é a uva branca mais tradicional dessa Região e geralmente apresenta vinhos bastante perfumados!

Este é bem leve, com um frescor inconfundível e muito aromático! Tem notas florais, de frutas brancas como pêra e outras frutas cítricas, possui também uma boa acidez, que não deixa o vinho ficar enjoativo (ele ainda possui baixo teor alcoólico, 12,5%). Esse vinho não passa por envelhecimento em madeira para manter suas características e frescor.

Boa opção para entradinhas, comida japonesa, saladas ou até como aperitivo. Também foi comprado no Bota Fora da WorldWine com um belo desconto, de R$119,00 por R$49,00, vale super a pena ter na geladeira pra qualquer ocasião!

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A seleção de hoje foi a cara do verão e ainda com bom preço, espero que tenham gostado! Não deixem de acompanhar também a hashtag #VinhodeQuinta no Insta e quem quiser compartilhar o seu, use-a também, vou adorar saber o que vocês andam bebendo! 

Vinho de quinta: Roquette & Cazes e Chateau La Croix

08/01/2015  •  Por Thereza  •  Gastronomia, Vinho

Tag nova etílica (para maiores de 18 :p)!  Aqui no blog falo esporadicamente sobre vinho, enquanto no Instagram (me segue lá!) é cheio das dicas dos vinhos que bebi e vocês sabem que estou sempre a procura de bons vinhos!

Como vocês gostaram do post que fiz ano passado com 25 rótulos (fiquei feliz que várias pessoas compraram, beberam e gostaram, adorei receber o feedback!), resolvi transformá-lo numa tag fixa: vinhos de quinta, porém de primeiríssima, huhu! Em quintas alternadas (ou não), dicas de um ou dois ou até até 3 vinhos aqui pra vocês. Pra tudo quanto é perfil ou bolso, prometo variar bem!

Lógico que esse post conta com a ajuda do meu somelier particular, Rodrigo! Ele não posta diretamente, mas é ele que comenta e analisa todos os vinhos, eu apenas transcrevo hehe Vamos às dicas de hoje!

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ROQUETTE & CAZES – Touriga Nacional 2009: Um belo clássico de Portugal, da região do Douro. O que isso significa? Vinho com potência, mas sem perder a elegância.

Uma curiosidade sobre esse vinho é que ele é elaborado por duas famílias muito tradicionais da história da vinicultura. A família Roquette – tipicamente portuguesa – com a família Cazes, responsável pela produção de um dos vinhos mais famosos da região de Bordeaux, daí você imagina um português com sotaque francês.

O que esperar do vinho: Primeiro é importante ressaltar que para apreciar esse rótulo da melhor forma possível,  é importante que se abra a garrafa por pelo menos 2 horas antes de começar a degustar (aqui em casa raramente usamos decanter), não é frescura, mas por se tratar de um vinho encorpado e com teor alcóolico elevado (>15%), é importante que o vinho possa “respirar”, para liberar todos seus aromas e evaporar um pouco do álcool.

É um vinho potente, com madeira pronunciada, muitos aromas de geléias de fruta (amoras, ameixas), chocolate, pimenta, café e um mentolado que dá uma ótima refrescância. Ideal para um jantar especial, ótimo para impressionar ou perfeito pra quando você quer beber simplesmente beber um vinho “pancada”, sem perder a elegância.

Comprei esse vinho por R$120 no Guanabara (pasmem, lá tem ótimos vinhos e bom preço, sem ser no aniversário, risos). Na net dá pra encontrar por R$145 aqui.

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CHATEAU LA CROIX ST ESTÈPHE – Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot 2007: Um bom exemplo de como podemos tomar um belo bordeaux sem ter que abrir um crediário!  Esse é o vinho de entrada (básico) do Chateau Le Crock, icônico vinho francês, de valor estratosférico.

É um vinho extremamente elegante, que remete às características da região de vinhos mais famosa do mundo. Quando eu digo elegante, quero dizer: muitas especiarias (cravo, pimenta, noz moscada), couro (sim, tem cheiro de jaqueta de couro kkk) e toques vegetais. É um vinho de corpo mais leve que o anterior, teor alcóolico mais baixo (12,5%), mas não significa que ele seja mais simples, muito pelo contrário, ele é bem complexo.

Aqui a elegância é quem manda, ideal para surpreender um apreciador e ótimo para quem quer ingressar nos vinhos franceses. Tem uma acidez acentuada, que faz com ele harmonize bem com vários tipos de gastronomia (é um vinho pra comida!). Comprei na Buywine.com por R$99

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Por hoje é isso! Espero que tenham gostado das dicas e da tabelinha que criei pra detalhar um pouco mais cada vinho. No Instagram tudo que já postei está na hasthag #vinhodequinta! E quem também tiver alguma sugestão de rótulo imperdível, me fale que vou adorar ~resenhar~!

Eurotrip final: Dica de dois restaurantes em Paris

30/12/2014  •  Por Thereza  •  Gastronomia, Viagem

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E 9 posts depois, cá estou com a saga final da minha #Eurotrip, onde vi uma forma de mesclar dicas de viagens, um roteiro diferenciado e minha visão bem pessoal de lugares incríveis pelos quais passamos durante 25 dias de agosto.

NÃO VIU TODA MINHA VIAGEM? CLICA AQUI QUE TEM MUITOS POSTS E FOTOS.

Pois bem, nem ia postar sobre Paris, pois já falei um tanto sobre a cidade aqui no blog, mas vou focar em duas experiências gastronômicas que tive. Nada de L’Avenue ou Ladurée, mas sim dois restaurantes relativamente conhecidos, onde um me decepcionei e outro me APAIXONEI.

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Vamos falar de amor? Vamos falar de Chez Julien. Quer um bistrô típico francês? Charmoso, badalado, sem muito turista brasileiro :]] e às margens do Rio Sena? Ah, e ainda serviu como cenário pra Gossip Girl!

Pois bem, o Chez Julien é tudo isso e mais um pouco. O restaurante é um achado! Quem lembra da cena de GG da Blair e Serena almoçando no ep 4×01? Então, a cena foi gravada no Louis Philippe, que fica do lado, mas no seriado elas destacam o Julien.

Já tinha ido no Louis, mas ele é meio “bagunçado”, tipo não tem aquele glamour e tal, daí dessa fui no Julien e UAU. Francês clássico (é do grupo Costes, mas menos ‘hypado’), mas sem aquela atmosfera ‘decadence’, sabe? Ele não é baratex, mas também não é nada exorbitante, entrada na faixa de €12, prato €28. A carta de vinhos é bem boa e variada e a comida? MUITO BOA. Comi um chateaubriand melhor da vida e a batata frita era a melhor da vida e o petit gateau? Melhor-da-vida.

Apesar de ser exagerada, não estou exagerando, sabe quando você entra no restaurante sem pretensão alguma e se surpreende? Por lá foi assim, do atendimento à atmosfera (decor art noveau incrível), passando pela comida e bebida, tudo perfeito. Não deixem de ir que vocês vão lembrar de mim :)

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Por falar em pretensão… guardamos o último dia da nossa longa viagem para irmos ao famoso restaurante de Joel Robouchon. Ele tem inúmeros restaurantes super aclamados e de quebra foi considerado o chef do século e seu L’Atelier, no coração de St. Germain, era um local que sempre quis ir, mas acabava não rolando, mas dado o cenário de despedida e cientes que íamos gastar bem, fomos.

Apesar de sofisticado, o restaurante é até descolado, a maior parte de suas cadeiras são num bar e assistindo o trabalho dos chefs. Acho esse formato bacana e fiz questão de sentar lá (melhor que na mesa, mas sempre com reserva). O local era apertado e estava quente, mas ok, É O JOEL.

Por lá tem opção do menu harmonizado e do jantar livre, mas como eu sou ligeiramente fresca (tipo não como camarão e etc) ficamos com o cardápio normal. Pedimos 2 entradas e 2 pratos e cada era na faixa de €40-50 (na foto dá pra clicar e dar zoom no cardápio).

A carta de vinhos? Rodrigo quase chorou no cantinho, é MUITO cara. Tipo muito mais caro que nas lojas, então quem bebe sabe que muitas vezes é um sofrimento, mas ok.

A comida? Nada demais, simples assim. Achei que ia comer absurdamente bem, que ia degustar coisas surpreendentes. Sabia que não estava lá pra me fartar, sabia que a comida ia ser pouca, mas ao menos o que pedimos nada de fato nos surpreendeu.

Podia ser cansaço da viagem (esqueci de falar que na hora de pegar o taxi na Rue de Rivoli,  fui tipo atropelada por uma van, poisé), podia ser super expectativa, mas sabe quando você aguarda um jantar e na hora h… era só isso?

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Já fui em muitos restaurantes melhores – inclusive em Paris (inclusive o Chez Julien) – e esse não me encantou, podia ser coisa do dia, mas não sei se voltaria de novo, não sei sei recomendaria pra amigos (aka vocês). Sem dúvida que Joel é incrível, quero ir em todo e qualquer restaurante dele em próximas viagens, mas esse L’Atelier não valeu o preço e não foi nada assim surpreendente, daí decepcionou.

Gente, os posts da #Eurotrip não acabaram, aguentaí! É que eu tô muito imbuída no propósito de aprender a fazer vídeos, e tenho superado minhas diferenças com o imovie, daí o que eu usei pra testar? As dezenas de vídeos que fiz durante a viagem! Ficou um vlog haha diferenciado que mistura dicas e imagens da viagem que tanto falei aqui nos últimos meses. Vou subí-lo aqui no blog dia 1! Super ansiosa pra saber se vão curtir! 

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