Pra inspirar: os penteados de Julianne Hough

19/05/2017  •  Por Thereza  •  Cabelos, Celebridades

Se aqui no Brasil, Faustão e Xuxa são os apresentadores da Dança dos Famosos, lá nos Estados Unidos o destaque de Dancing with the Stars fica por conta da fofa da Julianne Hough! A atriz e bailarina é uma das juradas e a cada episódio ela não brinca em serviço, e nem tô falando pelas notas aos candidatos, mas foca nos looks!

É só look tapete vermelho, tá meu bem? Julianne tem um squad poderosíssimo que sempre arranja os melhores looks e, a melhor parte, garante os penteados mais belíssimos.

Ela sempre compartilha nas suas redes sociais e meu print corre solto, só ideia boa! Logo, trago pra cá alguns de seus melhores momentos capilares, a mais pura inspiração, olha só!

Coque? Coque quádruplo! Pra que um coquinho só, se você pode fazer 4? Um penteado com um alto nível de dificuldade, mas Julianne também é adepta dos básicos.


Um soltinho com lateral repleta de grampos. Truquinho bem simples, mas que garante um acabamento charmoso ao penteado, a sugestão é sempre buscar grampos coloridos (no caso dela o branco ficou melhor que o “cor de grampo”) pra dar um toque oficial e sem parecer que você esqueceu o grampo.


Quem nunca fez um semi rabo assim? A diferença dela é que tá impecável, tipo não tem um fio fora do lugar! E esse acabamento que faz a diferença pra cara de capricho!

Rabo inteiro, bojudo e elegante, um clássico!

Agora um semi preso bem bagunçadinho e com o cucuruto mais alto e um lacinho fofo pra terminar com graça!

Pra finalizar, um penteado à la Tinkerbell, numa semana temática do programa. Já tinha postado aqui uma seleção de penteados da Julianne e agora essa leva super recente só comprova que a atriz é expert e fonte de inspiração no quesito penteados, curtem?

9 motivos para questionar e 1 para você assistir Girlboss

04/05/2017  •  Por Thereza  •  tv

Assista Girlboss, assista pra você falar mal (como a maioria tá falando), mas assista pra questionar. Eu não gosto quando me mandam não fazer algo, daí meu lado implicante vai lá e faz, ou pra ser totalmente do contra, ou pra engrossar o coro e nesse caso eu grito: não gostei de Girlboss, não achei nada legal, pelo contrário, é chato, é irritante, a única coisa que salva é o combo de clichês clássicos: trilha sonora, figurino e cenário/paisagem, dito isso, é preciso questionar.

Pra quem não conhece, Girlboss é a nova série da Netflix inspirada no livro #Girlboss de Sophia Amoruso, criadora da marca californiana, Nasty Gal. Sophia foi uma das precursoras no universo de moda digital e sua marca surgiu entre leilões do ebay 10 anos atrás, viveu seu auge com o lançamento do livro em 2014, até a derrocada, com sua falência decretada no último ano.

Logo na abertura é dito “uma releitura livre, muito livre de eventos verdadeiros”, eu não li o livro, então a minha visão da série será baseada no que assisti e no que sei da marca. Dito isso, elenquei alguns fatos que me fizeram, digamos, não amar a série. Não há nenhum spoiler, apenas fatos que não vão revelar nada além do que é sabido.

É preciso questionar o caráter da Sophia Quando eu comecei a assistir, estava super empolgada em ver uma série que eventualmente falaria de empreendedorismo e girl power, mas logo no episódio 1 já me choquei, peraí, a girl em questão rouba, é arrogante, mesquinha, petulante? Essa projeto de boss não respeita ninguém?

Bom, não quero mais aquelas protagonistas perfeitinhas à la princesas da Disney, mas né, eu reprovo esse tipo de comportamento e não acho que isso seja bom exemplo, pois apesar de ser ficção, se baseia numa história real e que inspira milhares de garotas a correrem atrás de seus sonhos. É inegável, Sophia demonstrou logo no início um caráter duvidoso e esperei até o final sua redenção…

Privilegiada Muito se fala do privilégio de Sophia e de como ela não deve ser tomada como exemplo de empreendedora. De fato, Sophia pode ser colocada como síntese do ‘white girl problem’, apesar de problemas de relacionamento com os pais, sua rebeldia sem causa mostra que a determinação e destemor dela não são características a serem louvadas, mas sim um traço de arrogância. Ela não pedir ajuda ao pai não significa que ela quer crescer sozinha, mas sim demonstra falta de humildade.

Pode parecer implicância e talvez até seja, mas não tem como defender um caráter e personalidade feito o de Sophia. Seja lá real ou apenas uma personagem antipática, queria me apaixonar, mas sequer fui convencida a entender.

O propósito de Sophia Qual é o propósito dela? No seriado não deixa muito claro o que – ou talvez quem – ela quer atingir. Ok, ela vive ferrada (mas tem um apê até bom pra idade dela), mas o empreendedorismo no caso aparece  por acaso, isso é até comum, mas no caso da Sophia parece que ela é regida pela revolta e não pela vontade de prosperar, crescer e ser ~boss do seu próprio negócio. Eu de fato não sei o que a move num sentido mais amplo, é uma fissura meio vaga e, principalmente, sem nenhum amor pelo que faz.

A meu ver, empreendedorismo não é apenas criar um negócio, ter uma sacada (a dela foi excelente, não há o que negar), mas também saber gerir e desenvolver da melhor forma e ela, apesar de ter deslanchado a empresa (lembro que fui na Nasty Gal em LA em 2015 e tinha fila na porta num dia qualquer), fez tudo de forma tão tortuosa que deu no que deu, a falência.

Falta carisma Aí eu não sei se é uma coisa da personagem, da atriz (Britt Robertson) ou da direção, mas me faltou carisma, me faltou vontade de torcer, sabe? Tipo, eu não me apeguei a nenhum personagem, ninguém da série me cativou (nem RuPaul, sorry, achei ele desperdiçado). E ainda achei que a atriz carregou nas tintas e, apesar de uma Sophia eventualmente exagerada, pra mim soou caricato.

Senti falta de uma mulher poderosa e legitimamente inspiradora, afinal, a Sophia tem ingredientes suficientes pro que devemos rejeitar numa personalidade alheia. É óbvio que ela teve uma tal boa sacada e timing em tempos de internet, é impossível negar esse fato, mas a Sophia do seriado é basicamente chata.

Não é uma série sobre feminismo O assunto tem se tornado pauta recorrente nos últimos tempos e é muito bom até mesmo popularizar a questão, mas Girlboss está longe disso. Aliás, falta até sororidade, o relacionamento mais próximo que é com Annie (sua melhor amiga), coitada, esta vive num relacionamento abusivo com Sophia, aliás, essa é das partes que mais me incomodam na série, o quanto Sophia é ingrata e sem o mínimo de empatia.

A série é rasa Apesar de ser rapidinha (30 minutos e 13 eps) e você matar em um final de semana de tédio, não é uma série com punch, plots e que você quer ver desesperadamente um episódio atrás do outro. Você apenas vai vendo e nem a título de curiosidade, apenas pensando quando vai engrenar. Você quer ver o desabrochar e surgimento arrebatador de uma empresa, mas vê apenas o crescimento de uma hérnia e questões pós-adolescentes à la Malhação.

O mocinho nem é legal Ah, mas tem um gatinho pra gente admirar, um colírio faz bem, né? Nem! Não podemos dizer que é lá um mocinho, mas o boy da Sophia achei bem água com açucar, super sem graça e entediante. O ator Johnny Simmons é uma graça, mas seu Shane é bem chatinho e sem pegada, rsrs.

Não fala tanto de moda assim É inegável, o figurino da série é incrível, mas em se tratando de uma série que se propõe a falar do surgimento de um império de moda, aborda-se muito pouco do lado business. Ela foca mais na vida pessoal da Sophia e de uma maneira bem aleatória e desinteressante. Queria que a série falasse mais sobre isso, mas o assunto começou a desenrolar só nos últimos 2 episódios, dando uma brecha pra uma possível 2a temporada, ainda não confirmada.

O nome disso é decepção Todos os meus comentários são baseados num único e irrestrito sentimento, a decepção. Há quantos anos não temos uma série sobre moda? Um filme sobre o universo fashion? A indústria nem se importa mais com esse tipo de filme, aí quando a Netflix se propõe a fazer um, coitada, é um tiro que sai pela culatra.

A gente até assiste quando tá entendiada, mas depois é uma sucessão de sentimentos que seria melhor voltar com a reprise de O Diabo Veste Prada, pois pelo menos Miranda não era lá flor que se cheirasse, mas havia mais carisma e propósito.

…Assista! Eu não gosto quando demonizam algo assim tão solenemente. É muito radical essa coisa de ame ou odeie, o que eu te garanto é que é melhor você assistir, refletir, problematizar, tecer comentários, mas assista e não se sinta culpada se gostar. É uma vida real, mas pra gente ainda é só entretenimento, mas é muito bom quando a gente consegue ir além e questionar. Portanto, assista, mas de mente aberta.

Toda essa minha visão tem um motivo: essa série é inspirada numa mulher real, que existe e se propõe a inspirar outras mulheres e isso me incomoda. Tantas mulheres incríveis construindo histórias incríveis – até com dimensões mais modestas e palatáveis – e ter uma Sophia como representante de uma geração é preocupante.

Se essa série fosse passada 3 ou 4 anos atrás, seria um entretenimento perfeito, mas hoje é impossível ignorar tudo de errado que essa garota fez, e olha que eu sou altamente suscetível a inocentes guilty pleasures, mas esse é constrangedor demais pra mim. No mais, simplesmente assista e pense.

Queria saber o que vocês acharam da série! E quem não viu, assiste e depois vem contar!

Meus 3 programas favoritos de Gastronomia e viagem

16/02/2017  •  Por Thereza  •  tv, Viagem

Se tem uma coisa que me faz desconectar do mundo, deixar o celular do lado e me fazer viajar sem sair de casa, são programas com essa pegada lifestyle de gastronomia e viagem! Amo, assisto todos e geralmente organizo minhas viagens baseadas em episódios que vi! E, se tenho uma viagem nos planos, recorro aos tais programas pra fazer meu roteiro (tem coisa melhor que organizar roteiro de viagem? Sou freak das dicas!).

Pensando nisso e também porque troquei umas dicas legais de programas no Stories, trouxe pra cá meu TOP3 programas nessa pegada, tudo pra você assistir e querer viajar comigo!

Diário de Olivier: Meu xodó recente, estou apaixonada pelo casal Olivier e Adriana Alves. Olivier Anquier é um chef super famoso, seu programa no GNT é um clássico e um dos precursores sobre tema na tv a cabo brasileira, mas essa versão Olivier viaja é incrível, quero seguir todos os passos deles!

Comecei assistindo no Now da Net a temporada do casal desbravando o sul da Espanha, entre dicas de viagem e receitas atraentes, é tudo muito adorável e com paisagens incríveis. Depois assisti a temporada toda do Olivier (dessa vez sozinho)  pela Índia e Tailândia e bateu um desejo repentino de conhecer a região. Agora a dupla está fazendo tour pela França e eu estou apaixonada, no momento quero conhecer a Córsega, última parada deles.

Chef’s Table: Um dos meus programas favoritos! Ele é um documentário que narra a vida de um chef por episódio, mostrando todo o seu universo comandando um restaurante estrelado. Mas o programa vai além e humaniza o chef, mostra a vida pessoal, junto com o processo criativo e concepção dos pratos.

O programa tem uma fotografia belíssima e é um deleite pros olhos! O quesito viagem entra porque você fica com vontade de conhecer cada uma das cidades que o programa já passou e olha que são muitas!

Entre meus episódios favoritos, cito o do brasileiro Alex Atala, do italiano – que tem o melhor restaurante do mundo – Massimo Botura e de Dominique Crenn, melhor chef mulher do mundo (aliás, que ambiente machista, né). O programa todo é muito bom, ele já rodou em regiões como Patagônia, Bangkok, Bolonha e na remota Jarpen, na Suécia. Tem as 2 primeiras temporadas na Netflix e a 3a será lançada ainda esse mês.

Anthony Bourdain: Eu amo todo e qualquer programa dele! O chef e apresentador new yorker tem uma série de programas de viagem/gastronomia apresentados pela CNN (aqui passa no TLC) e são todos incríveis!

Ele em si é super carismático, meio ranzinza, mas pau pra toda obra e suas aventuras pelas cidades rendem as melhores dicas! Já fiquei num hotel em São Francisco só porque ele ficou e já fiz um roteiro gastronômico de chefs novos talentos de Paris, só porque ele dedicou um programa inteirinho ao tema! Ele tem dicas incríveis, que vão dos clássicos, passando pelos hotspots, até mesmo segredos guardado a 7 chave (até a chegada dele). Pra mim é um dos melhores programas de viagem que tem!

Se você gosta de gastronomia, tem viagem em mente ou simplesmente gosta de assistir um programa que te tire da vida real, fica a dica dessas 3 opções! Todas com seus estilos diferentes, mas em comum o amor por viagem e comida! Você tem alguma dica nesse estilo? Me conta!