Urgente: a volta do piercing no umbigo!!

08/08/2018  •  Por Thereza  •  Acessórios

Pois muito que bem, de todas as tendências que foram recuperadas direto da famigerada década de 90, está é provavelmente a mais surpreendente, surreal e inesperada: o piercing no umbigo está de volta! E quem tá dizendo isso não sou eu, a blogueira que vos tecla, mas o maior ícone de estilo da última década. Veja com seus próprios olhos…

Sim, está é Olivia Palermo e sim este é um piercing encravado sobre seu simpático umbigo. Fatos indicam que isso é mais que uma foto casual, é uma tentativa da indústria de moda – sorrateiramente capitaneada por Olivia – de fazer o piercing acontecer, afinal, quantas vezes a discreta Olivia posa de biquini? Raras vezes. Daí posta de biquini e piercing de borboletinha à la Mariah Carey na era Fantasy? No mínimo curioso.

“Ah mas Thereza, eu uso piercing desde 1999 e amo o meu”, por mim tudo bem, pois eu não sou fiscal de concavidade alheia, mas se tem uma coisa tão historicamente rejeitada quanto pochete e calça de moletom, é o tal do piercing. As pessoas rejeitam o pobre coitado, sabe-se lá o motivo.

Se lembrarmos a década retrasada, ícones como Britney Spears, Paris Hilton e cia, popularizam o uso dessa curiosa ferramenta de tortura (furar o corpo? oi? deve doer pra kct) e, vai dizer, a gente quis um piercingzinho sim depois que a Britney dançou ao som de Slave for you. Só que com o tempo, para muitos a peça caiu no imaginário da famigerada cafonice.

O piercing veio numa era de calça cintura baixa, portanto, se ano passado tentaram fazer o barro da saint tropez acontecer (a conferir nesse post) e não rolou, seria essa tentativa de Olivia Palermo e a indústria mundial de penduricalhos em vão?

Um recado às que humildemente mantêm seu piercing no umbigo, as humilhadas serão exaltadas e Olivia está aqui para apoiar suas escolhas. E ainda vale lembrar que não sabemos o que de fato rola por debaixo dos panos (talvez literalmente falando) das fashionistas e it girls mundo afora e se essa é uma tendência silenciosa e exclusiva que há anos permeia umbigos alheios. Agora na nossa função jornalística, só nos resta relatar os fatos e deixar uma singela pergunta: poderia ser “usaria?”, mas  na realidade é “qual é o problema do piercing?”.