Baile do Met 2018: Kylie Jenner

07/05/2018  •  Por Thereza  •  Celebridades, Red Carpet

Dá um quentinho bom ver a Kylie Jenner de volta à ativa depois de um longo e tenebroso inverno. O look da noite é um belo Alexander Wang, porém contudo todavida, achei um look esquecível, um pretinho básico e nada demais pra toda a figura esplendorosa da Kylie. Me lembrarei mais dos óculos.

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O que podemos aprender com a gravidez da Kylie Jenner

04/02/2018  •  Por Thereza  •  Pense

Que famoso, quando quer, esconde.

Que nem tudo é marketing na família Kardashian.

Bom, podemos aprender várias coisas, criar dezenas de teorias ou simplesmente realizar que sim, a Kilye Jenner não só engravidou, como sua filha nasceu no último dia 1/02/2018, depois de meses de expectativa (dela e nossa rs).

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Se você vive nesse plano astral, deve ter sido impactada hoje com uma foto da Kylie Jenner no Instagram anunciando o nascimento da sua filha. Na realidade, não foi nem foto, mas sim um texto e aí que entra a ironia da vida. Numa família tão trabalhada no marketing, na foto, na pose, no preenchimento e filtro, a foto menos foto de todas, já se encaminha pra ser a foto mais curtida de todos os tempos do Instagram (a mais curtida tem 11mi, a da Kylie, em 2h, já tem 6mi), logo, de toda a proeminente família.

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E aí que entra a conversa sobre nossa relação de amor e ódio com Kylie Jenner. Bom, da minha parte eu substituo o ódio por curiosidade, eu ficava intrigada com seu sumiço, cheguei a ficar preocupada. Se vocês não estão lembrando a cronologia dos fatos, tudo começou no dia 22/09, quando o TMZ noticiou a gravidez da kaçula. Vale lembrar que, apesar das polêmicas, o TMZ é um dos veículos que mais dá furo na mídia mundial (por exemplo, eles foram os primeiros a noticiarem a morte do Michael Jackson).

Dito isso, a gente precisava da notícia oficial vindo da própria mãe, claro! Achávamos que seria no início da nova temporada, e não foi, numa foto no Instagram, não rolou, no vídeo do Snap, que nada, num post do seu App, também não.

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O tempo ia passando e nada de Kylie revelar a gravidez e – o que causou muita estranheza – nenhuma foto ultra zoom secreto de paparazzi, o que começou preocupação geral. Afinal, onde está Kylie, ela está mesmo grávida? E nesses intermináveis meses, Kim contou que teria um bebê (via barriga de aluguel) e Khloé anunciou sua tão aguardada gravidez, aliás, que família fértil.

Com nenhuma confirmação, o que também causou estranheza foi o sumiço da Kylie dos seus negócios, aka, os milhares de Snaps & Swatches que a Kaçula fazia de sua bem sucedida Kylie Cosmetics. E foi bem assim que a gente percebeu que mesmo com produto até de qualidade, era o olho – e braço e boca – da Kylie que enchia o negócio.

Foi então que surgiram outros boatos “Kylie estava grávida, mas perdeu”, “Kylie está depressiva”, “Kylie engordou muito e não quer aparecer em público”, “Kylie, por conta da gravidez não pode fazer preenchimento e não quer aparecer com a boca mais fina” e o mais comum “Kylie nem tá grávida e isso é tudo marketing seus trouxas”.

E foi aí que bateu até a cobrança de muitos, por que a família não vem a público dar satisfação? Afinal, eles são pessoas públicas, vivem na mídia e “o povo merece explicação”. Muita gente até afirmou que esse posicionamento estava afetando a família, arranhando a imagem e até prejudicando os negócios. “Estamos sendo ludibriadas”, “Elas nos devem explicações”. Eis que hoje Kylie reapareceu e essa foi a coisa mais SINGELA que eu já vi vindo dessa família tão adoravelmente e milimetricamente planejada.

“Desculpe por mantê-los no escuro através de todas as suposições. Eu entendo que vocês estão acostumados a me ter em todas as minhas jornadas. Minha gravidez era uma coisa que eu escolhi não fazer na frente do mundo. Eu sabia por mim mesma que precisava me preparar para esse papel de uma vida da maneira mais positiva, livre de estresse e saudável, eu sabia como. Não havia nenhum momento, nem uma grande divulgação que eu tinha planejado. Sabe que meu bebê sentiria todo estresse e cada emoção, então eu escolhi fazê-lo dessa maneira para minha pequena vida e nossa felicidade. A gravidez foi a experiência mais bonita, empoderadora e mutante da vida que eu tive na minha vida inteira e eu sentirei falta. Agradeço meus amigos e especialmente minha família por me ajudar a tornar este momento especial tão privado possível. Minha linda e saudável bebê chegou dia 1/02 e eu simplesmente não podia esperar para compartilhar essa bênção. Eu nunca senti amor e felicidade assim, eu poderia explodir! Obrigada pela compreensão.”

Konfesso que chorei! Chorei não só pela surpresa, mas pela forma nada midiática e muito sincera na qual ela falou e encerrou um enigma que durante 4 meses intrigou a mídia e incomodou até os haters. Kylie tem 20 anos, sempre soubemos que ela era até madura pra idade, cresceu de forma diferente e no meio de um turbilhão, mas sem dúvidas agora ela é outra pessoa e a gente já sentiu em meia dúzia de palavras.

Agora o que aprendemos com a gravidez da Kylie Jenner? Bom, nossa vida vai continuar, mas vez ou outra vale lembrar que mulheres são julgadas e desafiadas diariamente, seja rica ou pobre, famosa ou não, da nossa parte nos resta ter empatia, simples.

No caso da K-Family, mesmo com todo o marketing, ela simplesmente quis existir sendo ela e de forma privada. Ela quis viver a vida dela sem dar satisfação pra ninguém, isso é tão simples e a gente esquece, ela deve ter esquecido como era. Kylie Jenner quis testar, mesmo que por 4 ou 5 meses, que era possível viver uma vida reservada, e até mesmo sem sentir apta à viver toda uma nova vida postando mil snaps e selfies, sabendo que se um dia ela quiser voltar a ser “anônima”, ela vai conseguir.

Ah, também aprendemos (ou simplesmente lembramos rs) que não devemos esperar nada de ninguém. Não cobrar, não criar expectativas. De ninguém, muito menos de nós mesmos. Kylie imaginou o quão cobrada seria, optou pelo silêncio, às vezes deveríamos fazer o mesmo, pensar na gente, simples assim.

De verdade, eu senti muita ternura lendo o texto dela e especialmente vendo esse vídeo que ela postou no Instagram. Apesar da eventual superprodução, parece um vídeo compilado de família, recheado de trechos de uma gestação real e feliz. Como ela disse, foi tudo intuitivo, real, não teve anúncio em capa de revista e a gente nem precisou baixar o app pra ver o vídeo completo. Ela foi lá, se jogou, foi feliz e aqui a gente só deseja o mesmo!

A Década Kardashian!

16/08/2017  •  Por Thereza  •  Celebridades, tv

Dizem que a cultura pop das celebridades morreu em 2009. Mas, se desde então não ouvimos mais falar tanto de Lindsay, Paris & Nicole, nessa mesma época começou a desabrochar uma nova geração de mulheres que rendiam capa, menos pelo fator loka-na-balada, mais pela simples existência na nova era selfie/digital.

Fez-se as Kardashians! Esse ano o reality Keeping Up With the Kardashians comemora 10 anos de existência e as mulheres da família foram capa da prestigiada revista The Hollywood Reporter e nada de dicas de produtos, maquiagem ou relacionamento, o papo foi business e de como a família transformou esse universo digital de marketing, selfie, girl power e empreendedorismo.

De personagens de um reality show num canal a cabo (eles também gostam de chamar de docusérie) a produtoras de uma megafranchise que é transmitida em 167 países, reúne 9 spinoffs (Take Nova York, Miami, Khloé e Lamar e até o mais recente, Life of Kylie), sem contar as empresas de moda, beleza, apps e as inúmeras parcerias com outras marcas. Trouxe uns highlights da matéria pra cá!

DE QUEM FOI A IDEIA

A polêmica começa por aí. Recentemente, em seu livro, Caitlyn Jenner disse que a ideia foi dela, “A casa está inundada na puberdade, repleta de jovens e com dois pais com estilos muito diferentes. Parece-me que há algo para a televisão”, versão que Kris obviamente rejeita. Ela fala “talvez alguém devesse lembrá-la de que o programa se chama Keeping Up With the Kardashians”.

Oficialmente a ideia foi de Ryan Seacrest, ao ver o sucesso de Os Osbourne, ele buscou uma família até então não muito conhecida e, entre amigos em comuns, chegou na K-Family. A ideia original ia girar entre as 3 irmãs cuidando da loja Dash, mas logo se tornou um programa pra falar do dia-a-dia de todos.

O QUE FEZ OS PRODUTORES SE ENCANTAREM?

No auge do frenesi das celebridades, muito difícil se destacar entre o meltdown da Britney, as polêmicas de Lindsay e o frenesi de Brangelina. Sabe o que encantou os produtores e fez o programa sair do papel?

Kimberly Noel Kardashian.

Ela estava aparecendo um pouco como amiga da Paris, tinha o lance da sextape… e o que os produtores viram, “Ela tinha um visual que não era comum na tv. Ela não era super magra, era real, e isso poderia inspirar.” Viu como, mesmo sendo obviamente magra, houve de fato uma quebra de padrão e isso mudou com o tempo? Da loirinha herdeira Paris Hilton à morena ~exótica armênia desconhecida Kim Kardashian, foi bem por aí.

O MOTE DO PROGRAMA

Segundo Seacrest, “Vai ter brilho e glamour, mas vai ter honestidade e vulnerabilidade. Não serão apenas lindas imagens, teremos momentos reais e vulneráveis” E Kris acrescenta “Se formos participar disso, estaremos todas entregues, será um reality sobre a nossa realidade de fato”.

E às vésperas de lançar, surgiram as primeiras ideias de nome:  “Kardashians: Krazy with a K”, “Living Kardashian”, “Krazy Kardashians”. O nome oficial veio por acaso, de tanto que a equipe estava… “Keeping Up With The Kardashians”, fez-se a franquia.

AGRADEÇA AO TWITTER

Pense 2007, quais redes sociais existiam? Certeza que a família não estava no Orkut, mas foi o famigerado Twitter (que muita gente acha que morreu, mas segue vivíssimo e poderosíssimo, me segue) que espalhou a palavra Kardashian e trouxe o lado mais vida real à família.

Ryan então sugeriu que as meninas entrassem na rede social do passarinho pra estender o impacto que o programava causava na “2a tela” e que elas também compartilhassem um pouco mais de suas vidas de forma rápida, sem filtro e autêntica. E lá mesmo foi o termômetro que mostrou o surgimento do fenômeno. É bem engraçado pegar tweets antigos – à la Neymar – da Kim e cia.

F-A-M-Í-L-I-A

A entrevista seguiu entre as irmãs, Kris, Ryan e os produtores e algo em comum é notório: o senso de família unida. O que eu, particularmente, acho incrível nelas é essa união e força que elas passam umas as outras. É claro que o programa é editado, tem roteiros e narrativas, mas a gente sente que há amor e apoio entre eles, até mesmo com os agregados (vide o relacionamento com o Scott e o apoio dado ao Lamar).

E eles atribuem muito da longevidade do programa a esse fator, pois no final das contas, entre altos e baixos, é uma família contando história, seja com muito glamour ou invenção de moda, no final das contas eles são família e com tantas cifras e egos envolvidos, eles seguem forte.

E além do recheio, fotos lindíssimas das irmãs nessa cartela crua e exposta, comc erteza tem um significado por trás disso. Adorei saber esse lado b do programa e como elas se reinventaram e, de fato, trouxeram um novo comportamento à industria das celebridades. Seja selfie, nudez e publipost, impossível falar dessa última década digital sem traçar um paralelo com a família Kardashian, isso é mérito puro.

 

 

 

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