Ronda da Semana: Mais capas, modelo da década e o retorno de Gossip Girl e Diabo Veste Prada!

01/09/2017  •  Por Thereza  •  RDS

Saudades de uma Ronda da Semana? Cá estamos com um apanhado especial do que rolou essa semana no mundo da moda. Sei que foi semana de SPFW, mas foco nos tópicos de sexta!

CAPAS MADE IN BRASIL

Essa semana falamos aqui da Bella Hadid e e suas múltiplas capas de Vogue no mês só, mas o que se comenta é que faltou nas “september issues” do mundo: representatividade. Mulheres negras, gordas, de diferentes etnias, mas o Brasil chegou pra variar e ser um sopro de esperança. Tá na moda abordar essas pautas, mas mais que moda, precisa ser fato consumado.

Olha 3 capas do mês que valem o prestígio aka compra! Alicia Keys deusa na capa da Elle, Taís Araújo, forte, linda e nua na Women’s Health, e ainda Tatá Werneck na capa da Claudia revelando que “meu nariz era barrado em capa de revista”.

Se a Tatá não saia, imagina tantas outras mulheres incríveis e ainda fora do tal padrão. Ainda bem que isso está mudando aos poucos, mas precisamos de mais urgência.

NOVIDADES SOBRE GOSSIP GIRL

Saudades de Gossip Girl? A Vanity Fair publicou uma matéria IMPERDÍVEL que revela segredos dos bastidores da série que a gente ama, 10 anos depois do lançamento. Da possibilidade de uma continuação (oi, Netflix), da suposta rivalidade de Blake e Leighton, segredos dos looks e outras deliciosas revelações, a Elle fez um resumo bem legal aqui e no site da VF você lê a matéria completa.

DIABA, MAS NEM TANTO(??)

Já que o assunto está 10 anos atrás, que tal relembrar O Diabo Veste Prada? Bom, foi isso que fez um funcionário do Buzzfeed que resgatou uma cena deletada do filme e que hipoteticamente muda toda ~essência do filme e mostra uma Miranda mais sensível e… grata à Andy!

Na cena acima a assistente salva a chefe de um constrangimento e ela solta um surpreendente “obrigada”. O trecho ainda mostra uma personagem mais vulnerável e que passa poucas e boas com o marido. O que acharam dessa faceta mais humana de Miranda Priestly?

A DÉCADA DA KENDALL (???)

O The Daily Front Row é uma prestigiada publicação de moda e na próxima semana, durante a New York Fashion Week, fará uma festa para premiar os melhores da moda, segundo eles. Bom, e, segundo eles, Kendall Jenner, receberá o prêmio de “Ícone fashion da década”. Se a década tem 10 anos e Kendall, 21, aparentemente, segundo eles, ela vem causando com looks incríveis e excelentíssimo trabalho fashion desde os 11 anos quando aparecia no Keeping Up With The Kardashian com seus lookinhos O Bicho Comeu (gringo rsrs).

Olha, eu consigo pensar em dúzias de outros nomes pra públicação, até mesmo sua irmã, Kimberly, prestou mais serviço à moda que a Kendall. Apesar de muitissísimo estilosa, a sister não é desse ano, quiça década. E pra vocês, qual mulher merecia esse prêmio? Me contem!

 

Recorde da Bella: A Top conquistou 5 capas de “September Issue”

29/08/2017  •  Por Thereza  •  Moda

A edição de setembro é a mais importante para as revistas de moda e, se esse universo te fascina, vale ver o documentário da Vogue, “The September Issue” que fala justamente do impacto da edição. E por que ela é a mais importante? Pois marca a virada de ano, não só a chegada de uma nova estação (no caso, o outono/inverno pra eles), mas sim de analisar novas tendências, novas coleções, campanhas, enfim, é quase o Almanacão da Mônica (nossa, essa foi fundo rsrs) só que edição moda.

E junto aos editoriais e previsões de tendências, rolam muitos, centenas de anúncios, ou seja, a revista fatura horrores, logo, precisa vender, com isso, a capa precisa ser icônica e poderosa… basicamente isso!

E se na Vogue América (a mais importante de todas), tivemos Jennifer Lawrence, na Vogue Brasil, Australia, Arábia, China e Espanha, tivemos um nome em comum: Bella Hadid! E se sair em uma capa de Vogue é importante e um marco na carreira, imagina sair em CINCO? E imagina se essas cinco são da tal edição de SETEMBRO?

Pois bem, Bella Hadid bateu um importante recorde fashion hoje, depois de revelada sua capa tripla para a Vogue brasileira. Se você torce o nariz pra Hadid caçula, ela não vai a lugar algum, dominou geral. Vamos às capas e editoriais!

VOGUE BRASIL

A nossa Vogue apostou numa temática retrô, foco na era glamurosa de quando Diane Vreeland comandava a edição US. E entre vestido YSL e lingerie Valisére, o carão blasé e olhos expressivos da moça, tudo pelas lentes de Gui Paganini.

VOGUE AUSTRÁLIA

No outro lado do mundo, Bella Hadid também é sucesso! Dessa vez em muito boa companha com o modelo, Jordan Barrett. Dessa vez a estética é mais soft, quase um clique pro insta, mas com o vestido poderoso – e já usado por Rihanna – da Prada.

VOGUE ARÁBIA

Que tal ser fotografada por ninguém menos que Karl Lagerfeld? Posis bem, o estilista também encara essa função e clicou Bella para a edição Árabe da Vogue. A capa dupla tem mood misterioso, ousado e noturno, adorei a 2a capa.

VOGUE CHINA

Vogue China, você quer? Bella Hadid também é sucesso por lá e conseguiu a principal capa do ano ao lado da modelo Chu Wong. Dessa vez o look é Dior e o cabelo é molhado de leve, que tal?

VOGUE ESPANHA

Pra finalizar, Bella espanhola! As plumas da Prada tem sido sensação em capas e editoriais e com a modelo não seria diferente. A cara é serena, mas enigmática, uma capa bem bonita! Abaixo tem os principais cliques dos editoriais das edições e ainda uma capa não-Vogue, mas também muito importante, da Elle russa do mês, ou seja, 6 capas pra Bella!

Em tempos da geração instamodels, com mais followers e menos carão, Bella Hadid correu por fora e ultrapassou, as então onipresentes, Kendall e Gigi. Podemos dizer que números de seguidores é até meio caminho andado pro sucesso, mas que Bella Hadid tem um star quality – e um bom agente – isso ela tem!

Qual foi a capa favorita de vocês?

 

 

A Década Kardashian!

16/08/2017  •  Por Thereza  •  Celebridades, tv

Dizem que a cultura pop das celebridades morreu em 2009. Mas, se desde então não ouvimos mais falar tanto de Lindsay, Paris & Nicole, nessa mesma época começou a desabrochar uma nova geração de mulheres que rendiam capa, menos pelo fator loka-na-balada, mais pela simples existência na nova era selfie/digital.

Fez-se as Kardashians! Esse ano o reality Keeping Up With the Kardashians comemora 10 anos de existência e as mulheres da família foram capa da prestigiada revista The Hollywood Reporter e nada de dicas de produtos, maquiagem ou relacionamento, o papo foi business e de como a família transformou esse universo digital de marketing, selfie, girl power e empreendedorismo.

De personagens de um reality show num canal a cabo (eles também gostam de chamar de docusérie) a produtoras de uma megafranchise que é transmitida em 167 países, reúne 9 spinoffs (Take Nova York, Miami, Khloé e Lamar e até o mais recente, Life of Kylie), sem contar as empresas de moda, beleza, apps e as inúmeras parcerias com outras marcas. Trouxe uns highlights da matéria pra cá!

DE QUEM FOI A IDEIA

A polêmica começa por aí. Recentemente, em seu livro, Caitlyn Jenner disse que a ideia foi dela, “A casa está inundada na puberdade, repleta de jovens e com dois pais com estilos muito diferentes. Parece-me que há algo para a televisão”, versão que Kris obviamente rejeita. Ela fala “talvez alguém devesse lembrá-la de que o programa se chama Keeping Up With the Kardashians”.

Oficialmente a ideia foi de Ryan Seacrest, ao ver o sucesso de Os Osbourne, ele buscou uma família até então não muito conhecida e, entre amigos em comuns, chegou na K-Family. A ideia original ia girar entre as 3 irmãs cuidando da loja Dash, mas logo se tornou um programa pra falar do dia-a-dia de todos.

O QUE FEZ OS PRODUTORES SE ENCANTAREM?

No auge do frenesi das celebridades, muito difícil se destacar entre o meltdown da Britney, as polêmicas de Lindsay e o frenesi de Brangelina. Sabe o que encantou os produtores e fez o programa sair do papel?

Kimberly Noel Kardashian.

Ela estava aparecendo um pouco como amiga da Paris, tinha o lance da sextape… e o que os produtores viram, “Ela tinha um visual que não era comum na tv. Ela não era super magra, era real, e isso poderia inspirar.” Viu como, mesmo sendo obviamente magra, houve de fato uma quebra de padrão e isso mudou com o tempo? Da loirinha herdeira Paris Hilton à morena ~exótica armênia desconhecida Kim Kardashian, foi bem por aí.

O MOTE DO PROGRAMA

Segundo Seacrest, “Vai ter brilho e glamour, mas vai ter honestidade e vulnerabilidade. Não serão apenas lindas imagens, teremos momentos reais e vulneráveis” E Kris acrescenta “Se formos participar disso, estaremos todas entregues, será um reality sobre a nossa realidade de fato”.

E às vésperas de lançar, surgiram as primeiras ideias de nome:  “Kardashians: Krazy with a K”, “Living Kardashian”, “Krazy Kardashians”. O nome oficial veio por acaso, de tanto que a equipe estava… “Keeping Up With The Kardashians”, fez-se a franquia.

AGRADEÇA AO TWITTER

Pense 2007, quais redes sociais existiam? Certeza que a família não estava no Orkut, mas foi o famigerado Twitter (que muita gente acha que morreu, mas segue vivíssimo e poderosíssimo, me segue) que espalhou a palavra Kardashian e trouxe o lado mais vida real à família.

Ryan então sugeriu que as meninas entrassem na rede social do passarinho pra estender o impacto que o programava causava na “2a tela” e que elas também compartilhassem um pouco mais de suas vidas de forma rápida, sem filtro e autêntica. E lá mesmo foi o termômetro que mostrou o surgimento do fenômeno. É bem engraçado pegar tweets antigos – à la Neymar – da Kim e cia.

F-A-M-Í-L-I-A

A entrevista seguiu entre as irmãs, Kris, Ryan e os produtores e algo em comum é notório: o senso de família unida. O que eu, particularmente, acho incrível nelas é essa união e força que elas passam umas as outras. É claro que o programa é editado, tem roteiros e narrativas, mas a gente sente que há amor e apoio entre eles, até mesmo com os agregados (vide o relacionamento com o Scott e o apoio dado ao Lamar).

E eles atribuem muito da longevidade do programa a esse fator, pois no final das contas, entre altos e baixos, é uma família contando história, seja com muito glamour ou invenção de moda, no final das contas eles são família e com tantas cifras e egos envolvidos, eles seguem forte.

E além do recheio, fotos lindíssimas das irmãs nessa cartela crua e exposta, comc erteza tem um significado por trás disso. Adorei saber esse lado b do programa e como elas se reinventaram e, de fato, trouxeram um novo comportamento à industria das celebridades. Seja selfie, nudez e publipost, impossível falar dessa última década digital sem traçar um paralelo com a família Kardashian, isso é mérito puro.

 

 

 

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