Pra mim não tem nada melhor pra começar o ano do que com uma papelaria nova! Desde que saí da faculdade (e essa sempre exigia material novo), estou sempre comprando coisinhas pra incrementar o escritório (leia-se escrivaninha), parece que dá um gás novo, faz com que tenhamos mais criatividade, novas idéias!
Semana passada fui na Papel Craft (minha Disneylândia) e comprei várias coisinhas fofas pra começar o ano bem! Uma que fiquei super encantada foi a Galison, uma marca de stationary americana que produz as coisas mais FOFAS do universo, tipo de ficar viciada mesmo!
Na Papel Craft tem poucas coisas, mas entrei no site deles e babei, dá vontade de comprar tudo e depois aposentar o computador e outros gadgets sem graças. Achei aqui uma lista de lojas no Br que vendem e na Amazon tem muito mais (comprei várias outras coisas, quando chegar eu posto!). Releve a foto ruim, foi de Iphone pois perdi minha máquina, mas olha meu garrancho aí!
Mas o que eu mais amei foi esse caderninho listrado do Christian Lacroix! Ele tem uma linha com diversos bloquinhos de anotações que são fofíssimos! Logicamente não é dos notebooks mais baratos dessa vida (R$65), mas vale bem a pena pra quem gosta dessas papelarias grifadas e firulas fashionistas.
Por lá só tinham 2 estampas, mas pesquisando por aí, vi que além dos cadernos, ele tem uma infinidade de produtos e estampas, de envelopes personalizados a cadernos de astrologia! Tudo muito lindo e com o traço de fashionista de Christian. Quem for viajar, vale muito mais a pena comprar, já que o preço gira em torno de U$10-20, mais em conta.
E pros colecionadores de bugingangas de papel, toda marca que se preze tem sua linha de papelaria grifada, é só pesquisar! De Hermès a Lanvin, passando por Marc Jacobs, LV e até Vivienne Westwood se rendeu ao charme! Aqui no Brasil lembro que a própria Papel Craft fez parcerias com marcas como Herchcovitch e Farm. Tudo ótimo pra unir o útil ao fashionismo, já tem a sua?

Eu não sei aí na cidade de vocês, mas aqui no Rio de Janeiro, November Rain nunca foi levada tão à sério, o último mês choveu e choveu! Nada contra o tempo ameno e fresquinho, mas se junto à isso tiver um pouco de sol, porque não? Afinal, não tem nada melhor que um bronze dourado, e isso até me faz até lembrar daquele post da “Marquinha da Discórdia”, quem lembra?

Mas se o sol não anda brilhando pra gemte (apenas literalmente falando), imagina esse cenário: Um final de semana no Rio de Janeiro, hospedada – você e + 1 – no Copacabana Palace (hotel mais lindo dessa vida ;D), café da manhã no Pérgula, prainha no Posto 9, almoço no Celeiro, passeio de Heli(cóptero), Jantar no Sushi Leblon, noitada no Rio Scenarium, enfim todo aquele roteiro típico de carioca antenado, bacana né? Então, senta que lá vem Concurso Cultural!
A Sol de Janeiro é uma marca de protetores solar que leva todo o conceito Brazilian Beach Lifestyle. Os produtos são naturais e compostos de vários ingredientes brasileiríssimos, como carambola, açaí, cupuaçu e castanha do Brasil, que super incrementam o bronzeado típico da gente.
Eles tem protetor solar específico pra tatuagem (nunca tinha visto), spray refrescante de água de côco, protetor de cabelo de manga verde, são 12 produtos super elaborados e com design e conceito bem atrativos. No site deles tem várias informações e outros detalhes bem bacanas, mas é no Facebook que o Concurso Cultural entra.
Ao entrar na Fanpage da marca, você dá aquela curtida clássica e responde à pergunta: “O que para você melhor traduz o espírito brasileiro?”. Depois do seu momento publicitário-criativo-inspirado, é só esperar até o dia 21/12 e descobrir se você é felizarda que virá pra minha cidade. Se a vencedora for a leitora do blog, prometo uma visitinha básica ;D
Lembrando o momento turístico carioca, tem vários posts com dicas da cidade aqui!

Nessa temporada de vestibulares e decisões importantes sobre o futuro acadêmico, e consequentemente profissional, tenho recebido vários emails de meninas que estão em dúvidas sobre ser arquiteta, ou não. Não só a opção de entrar na faculdade, mas também o que encontrar pela frente.
Daí, ao invés de responder pontualmente (posso complementar nos comentários), resolvi reunir algumas questões pontuais e um pouco da minha experiência. Lembrando que ano passado fiz um post repleto de dicas da área, que vale ler também.
Antes de mais nada, confesso que fico feliz em receber esse tipo de email, onde a leitora me enxerga mais que uma blogueira, mas também como arquiteta e uma referência com a profissão que elas desejam. Costumo falar que só optei em me dedicar integralmente nesse mundo dos blogs, porque no fundo, tenho a arquitetura como estrutura (sem/com trocadilho). Sei que a hora que quiser, seja lá qual for o futuro dos blogs, a minha formação acadêmica estará sempre lá, pronta pra eu retomá-la, mas também sei que a curto prazo, tentarei conciliá-las da melhor forma, o sonho plano é esse.
Agora um dos principais tópicos que me perguntam: Arquitetura ou moda? Acho que todos os emails que respondi, dado cada cenário informado, sempre puxei sardinha falei: arquitetura. Nada contra a moda, mas acho que o embasamento da arquitetura é maior. Não só porque o curso dura pelo menos 5 anos, mas por toda a questão técnica e cultural, sem contar o background mais completo.
Também acho que começar uma faculdade exaustiva como essa, requer algum frescor e paciência, ou seja, coisa de jovem-cuca-fresca, não sei se eu começaria uma facul dessa mais velha (madura, estressada), daí, a graduação (ou até mesmo pós) em moda, pode ser uma segundo passo. Mas vamos agora aos 4 medos que mais recebo acerca do tema!
“Thereza, odeio cálculos, números, estou pensando em desistir”, esse é o questionamento No1. Não vou te dizer que o curso é um mar de desenhos-e-belezas, mas a matemática e física são minoria sim. A grande dica é: se dedique MUITO na primeira matéria de cálculo (cada facul tem seu nome, a minha foi Isostática), o bê-a-bá vem daí, se você abdicar das aulas em prol de chopadas (oi!), vai perder o fio da meada de todo o resto das matérias do curso, com isso, uma hora vai repetir e atrasar a formatura, já que as matérias são pré-requisitos até o fim do curso.
“Eu não sei desenhar!”, eu também não, até hoje. Mas te garanto uma coisa, você não vai precisar desenhar bonequinhos ou arvorezinhas, o desenho é técnico e você vai aprender tudo logo no primeiro período. Do peso que você dá sobre cada traço, até à famosa letra de arquiteto (que não sei se caiu em desuso, mas é fofa). E depois que você pega o gosto pelo desenho, vai querer comprar “estojo” novo todo período e ter uma coleção de Prismacolor$ e Caran D’ache$. Mas logo depois, o Autocad que será seu verdadeiro bff.

“Também serei decoradora de interiores?” Não. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, na realidade, por mais que seja uma confusão comum, durante a faculdade, são pouquíssimos créditos em decoração propriamente dita. Mas por lá, aprendemos outras matérias complementares e imprescindíveis, como Conforto Ambiental, Iluminação e Acústica. O que geralmente se faz (e eu até fiz, mas tive que trancar por conta do trabalho) é assim que se formar, já emendar com uma pós em interiores, caso você queira se especializar nessa área.
“E o mercado de trabalho, vai bem?” Já contei da minha experiência incrível na Cidade da Música, comecei como estagiária e assim que me formei fui efetivada, e isso acontece com muitas pessoas, especialmente se você trabalha em grandes construtoras. A dica é, faltando 1 ou 2 anos pra se formar, já procure um estágio onde você tenha aspirações e, obviamente, se dedique dobrado!
Agora, não preciso nem dizer que o mercado de arquitetura, assim como o de engenharia, estão totalmente aquecidos. Seja Copa, Olimpíadas, a melhora na nossa economia também incrementou esse ramo e só não arranja emprego nessa área quem não se entrega.
Se alguém tiver alguma dúvida, pode mandar. E quem for arquiteto (estudante já é arquiteto), pode contribuir com sua experiência e pontos relevantes.

Turisticamente falando, acho que a primeira coisa que faço quando chego em Nova York, é ir ao Times Square. Pode ser cafona, pode ser programa de turista, mas é lá que a gente se sente em NY mesmo (mesmo que 5 minutos depois a gente queira sair correndo), são as luzes, a torre de babel e até a curiosidade pra saber qual é o novo billboard impressionante da vez (não me esqueço daquele antigo giga que tinha de SATC).
Mas e sobre as modas? Qual é a primeira loja que você vai quando chega em NY? Você pode ir pra Barney’s, e você pra F21, mas um lugar que adoro e me sinto de fato em NY, é a Henri Bendel! A marca tem 116 anos e por mais que tenha outras lojas espalhadas pelo EUA, ela é tipicamente nova iorquina, com isso, é mais que consumismo, é turismo atravessar suas pesadas portas e entrar no mundo de acessórios e beautés, sem exagero, quem gosta sabe que o lugar é mágico!
A loja favorita de Blair Waldorf, entre outras curiosidades históricas, foi a primeira a vender Chanel. Falando de Blair, no “remake” de Bonequinha de Luxo em Gossip Girl, ela vai é na HB ter seu café da manhã, e não na Tiffany’s. Além dos produtos incríveis, suas shopping bags listradas são desejo absoluto e mais clássicas que muita it bag de couro ou até moleton.
Há alguns anos eles deixaram de vender roupas, mas acho que foi justamente isso que faz a loja mais especial, por lá encontramos desde acessórios inusitados até tudo que diz respeito à própria marca, de necessaires fofas aos famosos braceletes esmaltados e listrados. Acho uma ótima opção de presente, não são aquelas quinquilharias inúteis, mas são souvenirs (meio carinhas) típicas da cidade. Pra mim não existe loja parecida, a curadoria é perfeita, o clima é gostoso e a localização é melhor impossível!
E não sei porque cargas d’água decidi entrar no site deles e agora estou arrasada pois nem me atrevo a ir pra NY nessa temporada de frio que se aproxima, e o pior que eles não devem entregar no Brasil, mas impossível não ficar admirada com as coisas lindas que eles vendem! Separei meus favoritos, ou seja, a loja quase toda. E lá no Decorismo coloquei minha listinha de Decor, só foofura!
Trocaria qualquer H&M, F21 e similares, por uma Henri Bendel no Brasil!
