Bibliografia da Audrey!
Postado por Thereza em 27 de December de 2011 às 04:06

Muito bom adquirir novos hábitos, né? E se antes você tinha algum tipo de pré-conceito (pre-guiça) com ele e depois se surpreende positivamente, melhor ainda! Eu era assim com filmes antigos, acho que nunca tinha assistido nenhum e nem pretendia, sempre gostei de filme fresquinho e de preferência com final previsível.

Mas a grande responsável por essa mudança atende pelo nome de Audrey Hepburn. Vocês já sabem que fiquei ligeiramente obcecada por sua trajetória cinematográfica, daí depois disso corri atrás do tempo perdido e comprei vários livros sobre ela, sejam biografias ou livros de estilo e até a – difícil – essência Hepburn de ser.

Meu favorito é o Audrey Hepburn International Cover Girl, aquele livrão bonito de deixar decorando a mesa, mas antes de tudo, leitura obrigatória. O livro  mostra todas as capas e matérias de Audrey, de acordo com cada época e filme e em paralelo narra a vida e carreira da nossa Holly Golightly, acho que paguei tipo R$100 e valeu muito!

Pra complementar nossa biblioteca, selecionei alguns bestsellers, os mais famosos e bem cotados livros de Audrey. Ela tem inúmeras publicações, em centenas de línguas, mas algumas delas valem bem mais a pena, olha só!

Seja não-ficção, moda, romance, mais que uma capa bonitinha, existem vários livros devoráveis sobre ela, impossível resistir a um que seja! É só chegar na Saraiva ou Fnac mais próxima e pedir seu “Audrey’s finest”. Agora pra finalizar, esse livro de registros fotográficos do renomado fotógrafo Bob Willoughby custa a bagatela de U$1.000, mas aqui você consegue folhear muitas páginas e tudo cortesia da Taschen!

Tem alguma outra dica de livro dela? Conta pra gente! Já leu algum desses? Resenha aí!




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A origem da camisa branca
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Audrey Hepburn.
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Anne Hathaway, sua linda!
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Loiro artesanal!
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Trend alert: Polka Dots!
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“Quer ser minha madrinha?”
Postado por Thereza em 28 de November de 2011 às 13:56

A agenda de uma noiva costuma ser bem agitada, pois além das frequentes reuniões, ainda tem os eventos oficiais, como Chá de alguma coisa, despedida de solteira e qualquer outra festa que celebre a data, afinal, os preparativos duram bem mais que a festa em si e devem ser aproveitados integralmente.

E como minha vida anda tão corrida, por conta desses afazeres e do próprio blog, resolvi inventar mais um organizar um “Brunch das madrinhas”! O intuito era fazer um mea culpa pelo meu eventual sumiço, formalizar o convite, conversar sobre detalhes, escolha das cores do vestido, sugerir penteados (sou dessas) e etc. E também porque há meses tenho essa foto guardada no meu computador:

A caixa fofíssima “Be My Maid?” é criação do blog Rinse Repeat e achei UMA GRAÇA, daí vi nesse evento a oportunidade ideal de presentear minhas madrinhas com esse mimo e o melhor, feito por mim (e minha mãe), já que tem casos que não acho graça comprar presente pronto. A idéia nem foi ficar idêntica à dela, mas a sugestão de dar um presente-pedido norteou tudo. E poderia até colocar “Quer ser minha madrinha”, mas ficaria comprido demais pra caixa tão pequena.

Agora pra elaborar a caixa foi um processo que levou mais de uma semana, passo 1:  Uma caixa de mdf cor natural, muitas lixadas e depois a tinta, que tem que ser à base de água. A idéia era pintar de dourado, mas fiz um teste e a cor era meio de burro-quando-foge, não gostei. Acabei optando por um rosa, que ficou assim após 3 demãos e 3 dias de pintura, já que precisava esperar secar bem. Pra finalizar, muitas sprayzadas de verniz pra fixar e dar acabamento.

Agora a questão que mais me preocupava era: a caligrafia. Em nenhum momento pensei em colocar meus garranchos, a menina do blog fez tipo um stencil, mas eu não teria esse tempo hábil – já que tem que contar com a secagem. A solução foi contratar uma calígrafa pra fazer essa letra mais rebuscada. E como eu achei a frase meio escondida, achei que no topo da caixa ficaria mais exibido simpático. A idéia complementar era fazer uma borda pintadinha, mas com medo de não secar em tempo pro evento, deixamos assim mesmo e que também ficou uma graça!

E o conteúdo? Na idéia original tinham apenas dizeres fofos de amizade e “obrigações da madrinha”, mas na minha caixa resolvi fazer algo de diferente, cloquei bem-casados, macarons, brigadeiros e um bolinho pra elas degustarem (coloquei o nome dos fornecedores nos comentários)! Pra completar, um mini Moet & Chandon pra deixar o conteúdo mais etílico, mas um dia antes do evento fiquei pensando, tá faltando algo!

Elas vão beber/comer e fim, a caixa vai ser mais uma quinquilharia? Daí que me surgiu uma luz e pensei em colocar uma coisa que é meu xodó recente, um dvd da Bonequinha de Luxo, pois imaginava que nenhuma tinha visto e que é um presente super mulherzinho e eterno (em nada tem a ver com o Chá da Blair, já que esse meu foi antes huhu)!

No sábado do Brunch, reuni as envolvidas num espaço reservado da Cavist, que entre comidinhas, vinhos (que vocês sabem que eu amo) e champagnes, acredito que todas se surpreenderam e adoraram o mimo! Foi um tarde cheia de emoção (tenho umas madrinhas bem choronas) e boas lembranças, já que pedi pra elas trazerem fotos antigas.  O lado ruim é que o presente oficial das madrinhas no dia do casamento tem que ser mais surpreendente ainda, mas ok, eu tenho um plano ;D!

Vocês sabem que o blog não tem muito o perfil colunismo social, mas achei uma idéia boa e por mais trabalhosa que seja, valeu cada momento gasto! E como vocês gostam desse tema matrimonial, nada mais natural que compartilhar por aqui alguns detalhes, e se serviu de inspiração pra mim, pode servir pra alguém, cada uma à sua maneira, mas garanto que o resultado positivo é garantido!

Um beijo especial às madrinhas (colocadas em ordem alfabética pra não ter ciúmes huhuhu): Ana Paula, Carol O., Carol C., Joanna, Karina e Natacha (2 não puderam ir, pois não moram/estavam aqui), mas especialmente à minha mãe que me ajudou a fazer tudo (já que mais delego que executo) e tem me aguentado nesse período estressante – e nesses últimos 29 anos (#acordeiromântica)!




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Enxoval em Nova York
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Penteados que me inspiram!
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O vestido de casamento certo!(?)
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Os vestidos da discórdia(?)
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Vestidos de festa para madrinhas e afins
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Audrey Hepburn.
Postado por Thereza em 01 de November de 2011 às 10:06

Queria saber onde vivi nesses últimos 29 22 anos pra nunca ter assistido “Breakfast at Tiffany’s” antes. Não responda Admito que nunca fui muito chegada a filmes de época, gosto de coisa atual, colorida, e achava que o filme não era assim. Santa ignorância, pra um filme feito em 1960, ele é bem atual, dinâmico e colorido (mesmo NY já sendo toda cinza).

E assim como qualquer Sex & the City ou Gossip Girl que estamos habituadas, o filme tem no mínimo 3 ingredientes que tanto amamos: um figurino incrível, o cenário nova iorquino e uma personagem cativante.

Assisti semana passada antes de dormir e precisei levantar pra ler tudo sobre o filme, me informar mais, conhecer detalhes, querer um 2 – a missão (brinks! mas um remake…). Lógico e evidente que sabia da importância de Audrey Hepburn, de sua magnitude, influência e notório carisma, mas o filme só me fez ficar oficialmente fascinada. Acho que quem já viu sabe que não é nenhum exagero.

E naquela época, grandes clássicos da moda já eram eternizados por Holly Golightly, personagem de Audrey. Do vestido preto Givenchy, que foi arrematado num leilão e considerado o mais caro da história (postei aqui), passando pelo colar de pérolas, os trench-coats, o penteado, maquiagem e até seus itens necessários de dormir, como a máscara e o earplug franjado. Depois de ver e rever o filme (com o noivo e depois com a mãe), parece que tudo fez mais sentido.

Além da moda, fui totalmente cativada pelas falas de Holly! Espirituosa, engraçada e muito vaidosa, a personagem é muito atual pra quem viveu há mais de 50 anos atrás. E foi justamente esse perfil politicamente incorreto que me surpreendeu e cativou. Longe de mim estragar surpresa (atrasadinha), mas quem nunca leu nem a sinopse vai se chocar, positivamente, é claro! Agora me resta ler o livro, que dizem ser mais denso que o filme.

E como falei pra vocês aqui, comprei a coletânea da “Audrey Couture Muse Collection” e acabei assisti Cinderela em Paris que também é incrível! Não que eu vá ficar fazendo resenhas por aqui, mas pra quem gosta de moda e feminices impossível deixar de assistir, e antes tarde do que nunca, assumidamente.

E pra finalizar, algumas famosas frases de Holly, que valem tanto quanto a moda, a fotografia, o romance, enfim, o filme todo! E outro dia postei um tumblr só sobre ela e rechado de fotos incríveis, impossível não amá-la!




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A origem da camisa branca
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Chanel Cruise 2011
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Fashionismo entrevista: Helena Bordon
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Qual é o seu estilo?
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Os looks do Emmy!
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A origem da camisa branca
Postado por Thereza em 25 de July de 2011 às 15:00

Outro dia estava vendo um programa de tv (acho que era o THS do E!), e eles contaram a história da Sharon Stone e como, num dado red carpet (Oscar, 1998), ela subverteu e impressionou a to-dos, vestindo uma camisa branca do marido, diretamente da Gap, com um saia chiquérrima da Vera Wang. E tal look foi o talk of the town (adoro essa expressão) da temporada red carpeteriana.

Daí pensei, camisa branca realmente é tudo, é a conexão de varios mundos, é o consenso de se vestir bem, elegantemente e ainda conseguir ficar sexy. Lembro que na minha época de obra, onde o dresscose era BEM limitado, pra nao dizer chucro, a camisa branca destoava, era permitida e um diferencial pra parecer sóbria, mas elegante e com um atestado de “me preocupei com o look do dia”.

E como curiosa que sou, fui tentar buscar lá atrás a origem do clássico. Quem pensou que uma roupa, até então masculina, pudesse cair tão bem em qualquer mulher? Lógico que tem dedo de Coco Chanel nisso, mas a precursora atende pelo nome de Audrey Hepburn.

Foi a atriz, eterno ícone de bom gosto e elegância, quem começou a usar a camisa de maneira tão feminina e especial. Ela ia além do óbvio, caprichava e “estilizava” de uma maneira única. Descobri um Tumblr sobre ela TÃO legal, que além de centenas de fotos raras e inspiradoras, fez um post mostrando as tendências eternamente associadas à Audrey.

Entre um little black dress, a sapatilha e os ternininhos, em primeiro lugar? A camisa branca! Pra quem gosta de Audrey, ou quer começar a entender como ela e a moda andaram de mãos dadas ao longo do século passado (e até hoje), esse tumblr é incrível e enriquecedor.

Enquanto isso, sejam nas revistas, propragandas, em famosas ou streetstyles, a camisa branca reina soberana em qualquer ambiente. Já tinha feito um post sobre camisa social aqui, mas entender sua origem faz todo o sentido!




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Trend alert: Camisa Jeans
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A moda segundo Suri Cruise
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Estampa-desejo: Miu Miu
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Já pode malhar?!
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Guia da vida mais charmosa
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