Depois da escolha do carro, é hora de decidir onde se hospedar. Obviamente, se você estiver motorizada, não importa a região que você escolha. Para mim o ideal é ficar em Miami Beach. Lá é onde tudo acontece, onde estão os melhores
restaurantes, melhores compras, hotéis mais luxuosos e badalados e não podemos esquecer das maravilhosas praias de águas morninhas e sem nenhuma onda – isso para mim é o principal, eu adoro o mar, mas detesto ondas.
Para quem gosta de praia como eu, o melhor mesmo é escolher um hotel de frente para a praia, lá a maioria dos hotéis tem sua “sede” na areia – mordomia total. Primeiro eles arranjam espreguiçadeiras para você ficar, depois montam a barraca e forram as toalhas, sem contar ainda com o serviço de bar. Não se engane! Você tem que pagar por todos esses serviços, afinal nada é de graça nos States.
Se você quiser ficar ainda mais no buxixo, você deve optar por South Miami Beach, lá é super tranqüilo de fazer passeios a pé. Miami é considerada uma cidade “fora” dos Estados Unidos, devido ao fato da grande mistura de povos e cultura. Fato é, quem vai para lá gosta de se mostrar e de se exibir, seja na escolha do carro, do hotel, dos restaurantes, dos shoppings e etc… Por causa disso, foi muito difícil selecionar uma lista básica de hotéis, lá tem muitos hotéis boutiques, badalados e luxuosos. O que eu sinto é que rola uma competição para ver qual deles tem os melhores restaurantes/bares, boites, complexo de piscinas e por aí vai. Sendo assim escolhi alguns hotéis e separei por tarifas – todos têm homepages, acho isso essencial.
Opções Baratas: $$ – Diárias a partir de U$50,00: Avalon Hotel – 700 Ocean Dr.; Blue Moon Hotel – 944 Collins Ave.; Catalina Hotel and Beach Club – 1732 Collins Ave.

Avalon Hotel & Blue Moon Hotel & Catalina Hotel
• Hotel Astor ($$)- 956 Washington Ave.; The Bentley Hotel & Beach Club ($$) – 510 Ocean Dr.; The Clevelander Hotel ($$) – 1020 Ocean Dr.

Hotel Astor & The Bentley Hotel & The Clevelander Hotel
• South Seas Hotel ($$) – 1751 Collins Ave.; The Palms Hotel & Spa – 3025 Collins Ave.; The Strand Ocean Drive ($$) – 1052 Ocean Dr.

South Seas Hotel & The Palms Hotel & The Strand Ocean Drive
Opções Moderadas: $$$ – Diárias a partir de U$200,00: • Fontainebleau ($$$) – 4441 Collins Ave.; Gansevoort South Hotel, Spa and Residences ($$$) – 2377 Collins Ave.; Hotel Victor ($$$) – 1144 Ocean Dr.

Fontainebleau & Gansevoort & Hotel Victor
• Loews Miami Beach Hotel ($$$) – 1601 Collins Ave.; Mondrian ($$$) – 1100 West Ave., Sagamore, The Art Hotel ($$$) – 1671 Collins Ave.

Loews & Mondrian & Sagamore
• The Betsy Hotel ($$$) – 1440 Ocean Dr.; The Raleigh Hotel ($$$) – 1775 Collins Ave.; The Standard Spa ($$$) – 40 Island Ave. (Venetian Way); The Tides South Beach ($$$) – 1220 Ocean Dr.
Betsy & Raleigh & Standard &Tides
Opções Caras: $$$$ – Diárias a partir de U$300,00: • Acqualina Resort & Spa ($$$$) – 17875 Collins Ave.; Casa Casuarina ($$$$) – 1116 Ocean Dr.; Delano ($$$$) – 1685 Collins Ave.; The Setai South Beach ($$$$) – 2001 Collins Ave.

Acqualina & Casa Casuarina & Delano & Setai
Quem tiver mais dicas de hotéis legai$ e/ou interessantes, compartilhe!


Como aqui no blog, a Thê sempre tenta responder ao máximo as perguntas dos leitores, eu resolvi fazer um post rápido sobre transportes públicos em Miami, já que surgiu essa dúvida. Como no exterior eles tem uma homepage para tudo, nada melhor do que citar aqui a Miamidade.gov. Nesse site vocês podem encontrar todas as informações necessárias sobre transporte público em Miami. Lá eles disponibilizam um mapa com todas as linhas de metrobus, metrorail e metromover.

No site tem os horários de funcionamento, os valores das passagens, vários mapas mais detalhados e muitas outras informações úteis. Vale a pena dar uma entradinha no site.

Quem acompanha o blog desde o início (alguém?), deve se lembrar que ele era composto por 3-arquitetas-bff, mas como elas tinham coisa melhor pra fazer da vida, sobrou apenas moi por aqui. Obviamente a amizade perdura, e convidei minha bff Natacha pra fazer um post sobre dicas maravilhosas de Miami, pois ela sabe muito do assunto!
Durante os próximos dias, terão posts com dicas da cidade, hotéis, comprinhas e etc. Se alguém quiser mais informações ou tiver sugestões, os comentários tão aí pra isso! E pode chamar de cupcake que ela atende!

A Thê me pediu umas dicas de Miami, e como meu assunto favorito é dicas de viagem, logo me empolguei para esse post-convite super especial. Além disso, esse post irá me lembrar da época em que eu – Natacha Sampaio – fazia parte do Fashionismo, quando ele ainda não era mega-famoso e conhecido por todas as antenadas fashionistas {N.D.E.: Palavras dela!}. Eu vou dividir o post por etapas, senão ele vai ficar imenso, tá?!

Não pense que você está em NYC, em Miami as coisas são bem diferentes – esqueça as caminhadas a pé! Lá não tem um metrô eficiente ou sequer um táxi amarelo disponível a cada m² (você pode até pedir no hotel ou na saída do shopping, mas é caríssimo). Então o jeito é alugar um carro bem estiloso – veja acima o exemplo da Kourtney Kardashian e aproveite que lá não tem muitos roubos de carro – para desfilar pelas ruas de South Beach. Você não é ninguém e não vai na esquina sem carro por lá. Tudo fica longe e para tudo você precisa estar motorizada.
Eu aconselho escolher uma locadora perto do Miami International Airport, até porque você já chega cansada da viagem, ainda tem que empurrar/carregar as malas – a única coisa que você pensa é em pegar logo o seu carrinho e fazer o check in no hotel para poder descansar (até parece, você quer é se livrar das malas e começar a passear e a comprar na primeira farmácia da esquina).
Essas locadoras têm um mini-ônibus-van que pega você na saída do aeroporto e leva até a locadora – tudo no maior conforto, sem desespero e correria. Já chegue em Miami com tudo isso definido para evitar perda de tempo, afinal o tempo corre em dólar como diz a minha amiga Thereza Chammas.
Car Rental List – Inside Airport: Alamo Rent a Car; Avis Rent a Car; Dollar; Hertz;
P.S.: Não se esqueça de quando alugar o carro, alugar também um GPS. Não é tão simples assim dirigir por lá.
P.S.2.: No meu twitter vou colocar outras dicas sobre viagens e afins.
P.S3.: Amanhã, post dos hotéis, dos mais badalados aos mais baratinhos!

Vocês já devem ter ouvido falar do Fashion´s night out. O evento idealizado por Dona Wintour que tem o intuito de alavancar as vendas “da moda”, que andavam desanimadas desde a crise do ano passado, e de quebra o abadá a camisa vendida por U$30 ia pra fundação do 11/9.
Até aí tudo muito bem, não sei qual foi o crescimento das vendas no dia de ontem, mas o que realmente impressionou foi o clima de festa na cidade! A galera tava lhocka, botaram seus melhores modelitos pra bater e champagne era consumido feito água. Eu não sou party-rice, mas não pude deixar de percorrer alguns eventos que aconteceram debaixo do meu nariz.

Primeiro a obrigação, peguei o metrô V (de Vogue) e fui lá no shopping do Queens, para voluntariar e depois ver o buxixo em torno de Anna. Fazendo um approach com a comunidade local, 96,4% nem sabia quem era Anna, mas estavam lá pelos free canapés, que não tinha. Achei que a Macy´s ia estar insuportável de tietes, mas nem foi assim. Na hora do show começar, o CEO da Macy´s apresenta as duas grandes estrelas da noite, pausa, Michael Kors e Kate Hudson, mas Anna cadê você eu vim aqui só pra te ver?
Nada de Anna, mas então sobe ao palco os cantores do musical Hair, 3 musiquinhas e depois sobe uma galera no mini-palco, lá na muvuca Diane von Furstenberg e Anna Wintour, que entrou muda e saiu calada, sem nenhum discurso de incentivo às compras, nada. Depois sobe ao palco o prefeito de NY, esse sim incentivando as pessoas a comprarem e bláblábá. Depois das formalidades, Anna começa seu ofício de assinar as camisetas do povo e óbvio que no meio disso surge uma loca do PETA atacando a pobre-da-Anna, que 10 minutos depois vai embora rumo à civilização Manhattan.
Enquanto isso, vejo uma alma loira e familiar desfilando toda simpática, era Raquel Zimmermann e eu tive que gastar meu português com ela, e que mané Anna W. tirei foto é com Raquel Z.

Como a noite estava apenas começando, sim, apenas, fui lá pro West Village ver o burburinho organizado pela Teen Vogue. A região que é cheia de lojas descoladas, estava super animada com barraquinhas pra customizar Ked´s, souvenirs da Barbie, free gifts da Neutrogena e até pulseira bate-enrola da revista. Mas no meio da rua da Carrie (tadinho dos vizinhos dessa pacata rua), um mini palco foi montado pra o show de little J. aka Taylor Momsen.

Assim que a menina sobe no palco, nem um cumprimento pra platéia, ja vira de costas rezando pra música começar e ela se revelar. Críticas musicais à parte, little J é extremamente tímida e sequer interage com a platéia, cantou 5 musiquinhas e deu um tchau xoxo. Seu modelito era de uma senhora de 28, espartilho, shortinho de paetê, camisão branco, bijoux douradas, mas nada de Chuck Bass pra prestigiar a amigam.

Terminado o show, fui contribuir com a indústria da moda do açucar e gastar U$3 num cupcake personalizado da FNO na Magnolia Bakery. Logo ao lado, a loja do Marc Jacobs vendia camisetas que davam direito a uma pose em frente à vitrine, a filA era imensa, mas a coragem era pouca, então rumei para midtown west!
Chegando lá, fui na Bergdorf pra dar um oi pras Olsens e pra Vic-Beck, eu bem que tentei, mas a porta da tradicional-e-seleta loja estava mais lotada que shopping em véspera de natal. Então a partir dali era só andar pela 5a avenida e entrar nas lojas à medida do burburinho na porta. Passei na Prada e Grace Coddington estava lá, ruiva e soberana, conversando com todos.
Na Juicy Couture, Hamish Boyles estava cantando, na Versace, a modelo Leigh Lezark estava dando uma de DJ e na vitrine, modelos de verdade se faziam de manequins de mentira. E pra finalizar, na Sak´s Justin Timberlake causando frenesi entre as araras, mas esse eu dispensei de ver porque eu sou team Nick Carter desde meus 15 anos.

Resumo da ópera, muitos não entenderam o real motivo do FNO, mas a maioria assumiu que foi uma jogada de mestre de Anna Wintour pra chamar a atenção para a moda, principalmente em NY. Além disso, o clima de festa e a confraternização generalizada pelas ruas e lojas antingiu a todos, sejam fashionistas ou não.
