This Is Us: 5 motivos para você assistir a melhor série dos últimos tempos!

25/01/2018  •  Por Thereza  •  tv

Sei que eu falo assim expansivamente sobre as coisas às quais sou apegada, mas, sério, This Is Us é um-dos-melhores-seriados-dos-últimos-tempos. Você provavelmente já ouviu falar, já viu alguém tecer muitos elogios ou simplesmente contar que se debulha em lágrimas a capa ep, e essas pessoas estão cobertas de razão.

This Is Us parte de uma história simples: família. Eu não quero falar muito, pois o 1º episódio, apesar de óbvio, pode surpreender a alguns desavisados. Mas resumidamente, o seriado fala de família, mas de uma forma talvez antes nunca vista e isso que é interessante, a forma falada te toca, é emocionante e faz refletir. Ao mesmo tempo que é uma série densa, tem uma leveza impressionante. É um soco no estômago que parece um cafuné.

E não achem que é uma série melodramática (eu assisto com o Rodrigo e ele curte), ela tem momentos de humor também, é tudo muito sutil e te prende, eu já quero ser parente distante dos Pearson! Pra te convencer, separei 5 razões pra vocês assistir já (dica, parte da 1a temporada tem no Now e assinando o Fox Premium você vê tudo).

VOCÊ VAI SE APEGAR LOGO!

Sabe seriado que demora 2 ou 3 episódios pra engrenar? Com This Is Us não é assim, logo no primeiro episódio – e especialmente nos últimos minutos – você já fica animada e ansiosa pra saber o que vai acontecer com essa grande nova família. Por ser um tipo de seriado repleto de flashbacks, ele te prende e instiga, logo, ele já começa interessante.

Agora não sei se quem acompanha também pensa dessa forma, mas pra mim não dá pra assistir tipo maratona. Eu vejo 1, 2 ou no máááximo 3 (cada ep tem 45 minutos) quando tem algum desfecho que me deixou curiosa. É que o seriado é forte, é visceral, então você fica meio anestesiada e digerindo a situação. Pra mim, é um seriado que você fica cultivando o máximo possível (e fugindo de alguns spoilers no meio do caminho) e isso também é muito bom.

TEM O MELHOR ELENCO DE TODOS

Há tempos (talvez desde Jane the Virgin rs) não vejo um casting tão bem colocado e harmonioso. Além de parecerem 100% adequados para cada papel e suas nuances, eles são de fato amigos na vida real e isso reflete no conjunto. Mandy Moore e Milo Ventimiglia são os pais e estão muito bem, ele, principalmente, parabéns (lindo).

Agora muito amor por Sterling K. Brow, Chrissy Metz e Justin Hartley! Quero ser amiga dos 3,ali tem muita química e cumplicidade, o que deixa a série 100% verossímil. Menção muito honrosa para todos os outros do elenco e, especialmente, as crianças. São todos incríveis, injusto não citar cada um.

STERLING K. BROWN, O HOMEM

Posso estar enganada, mas esse é o grande papel da vida do ator. Sterling tem 41 anos e é a alma dessa série! Acho que a ideia era ter tramas bem divididas, com todos os irmãos protagonistas, mas muitas vezes acho que o talento – e carisma e charme e beleza – do ator fazem o seriado ser dele e os outros muito que existirem ao redor, mas com todo o respeito.

Não é à tóa que ele foi indicado – e venceu! – em todas as categorias possíveis de Emmy a Golden Globe (inclusive ele foi o primeiro negro a ganhar o troféu de ator coadjuvante, veja só #queanoéhoje). E humilde que só ele, dedica esse triunfo justamente à família da tv que colabora pra esse sucesso, ali é tudo mútuo e a gente sente.

TEM UM QUÊ DE NOVELA

Acho que um dos segredos do sucesso surpreendente de This Is Us, é que ela fugiu dessa onda mais moderninha de seriados americanos, também não tem nada de blockbuster de super heróis, parece uma novela, simples assim.

Muito bem feita, excelente fotografia, trilha sonora, maquiagem (pra mostrar a passagem de tempo pra Mandy Moore), mas ela é simples, é mais real, te toca de um jeito especial. E nós, brasileiros, sem dúvidas amamos esses seriados que nos trazem mais emoção e This Is Us tem todos esses ingredientes.

REPRESENTATIVIDADE IMPORTA

E por último, mas talvez o mais importante, o seriado pode ter um vai-e-vem cronológico, mas é muito atual! Ele aborda assuntos importantes e que nem sempre tem seu devido espaço. Fala sobre os altos e baixos e relacionamento de uma mulher gorda, mostra os desafios (e traumas) de um homem negro bem sucedido. O seriado também aborda temas importantes como frustrações na profissão, alcoolismo, invisibilidade social e basicamente assuntos de família que vão além do clichê e nos fazem refletir.

No mais, This Is Us já merece nossa atenção por dar papel de protagonistas a uma mulher gorda e a um homem negro, tirando a caricatura desses universos e mostrando um mundo real, interessante e que nos fornece o mínimo de empatia.

Eu poderia citar outras dúzias de motivos, mas vai por mim e dê uma chance ao seriado e depois a gente conversa! Eu ainda estou no 2×01, então não posso conversar até o capítulo mais recente, mas tô atenta!

 

Os looks de Annalise Keating em How To Get Away With Murder!

05/09/2017  •  Por Thereza  •  tv

Semana passada postei aqui um aperitivo (aka Frank Delfino) do meu novo seriado favorito, How to Get Away with Murder, agora vamos ao prato principal, o mais delicioso motivo de ficar grudada na tv: Annalise Keating!

Já tinha assistido alguns filmes com Viola Davis e depois de HTGAWM tudo mudou! Que mulher, que interpretação visceral… bom, como eu não sou analista de tv, eu tô aqui pelos looks e que looks!

annalise-keating-looks

Pra quem não assiste, primeiro, deveria (tem na Netflix), Annalise é uma professora e advogada criminal poderosa e que se vê às voltas de confusões e aventuras com sua turminha de estudantes.

Dito tudo isso, dos looks do tribunal às camisolas que ela circula pela casa/escritório, é tudo incrível, a figurinista da série é muito bem sucedida na escolha dos looks, separei alguns pra gente contemplar.

Infelizmente não temos muitas imagens em alta, mas quem tem print tem tudo nessa vida. E o foco no closet de AK são os vestidos, justos, alinhados, elegantes, impecáveis! A personagem usa marcas como Victoria Beckham, Michael Kors, Akris, Armani, Jason Wu, só pra citar alguns.

Tudo na personagem é impecável, digno da rainha dos tribunais. E se o evento – ou temperatura – pede, os looks recebem trench-coats poderosíssimos e que só incrementam a sofisticação da Annalise.

E junto aos looks, casacos e mais casacos! A personagem usa modelos discretos, bem cortados, elegantes, mas não foge de cor, estampa ou simplesmente um belo decote. No dia que vi esse casaco caramelo e roxo meu radar fashion apitou: AK é ícone!

E quer um signature look? A personagem não deixa de lados dúzias de colares. Dos fininhos, compridos e alongadores aos mais curtinhos e que complementam a zona do decote. O seriado é excelente, viciante, mas tão bom ver uma personagem importante e com um armário muito bem trabalhado e construído. Queria a personagem moda mais presente em outros seriados!

E aos fãs da série, em 3 semanas temos mais uma temporada de HTGAWM, tramas e looks, preparadas?

++ LOOK 10: VIOLA DAVIS ++

A Década Kardashian!

16/08/2017  •  Por Thereza  •  Celebridades, tv

Dizem que a cultura pop das celebridades morreu em 2009. Mas, se desde então não ouvimos mais falar tanto de Lindsay, Paris & Nicole, nessa mesma época começou a desabrochar uma nova geração de mulheres que rendiam capa, menos pelo fator loka-na-balada, mais pela simples existência na nova era selfie/digital.

Fez-se as Kardashians! Esse ano o reality Keeping Up With the Kardashians comemora 10 anos de existência e as mulheres da família foram capa da prestigiada revista The Hollywood Reporter e nada de dicas de produtos, maquiagem ou relacionamento, o papo foi business e de como a família transformou esse universo digital de marketing, selfie, girl power e empreendedorismo.

De personagens de um reality show num canal a cabo (eles também gostam de chamar de docusérie) a produtoras de uma megafranchise que é transmitida em 167 países, reúne 9 spinoffs (Take Nova York, Miami, Khloé e Lamar e até o mais recente, Life of Kylie), sem contar as empresas de moda, beleza, apps e as inúmeras parcerias com outras marcas. Trouxe uns highlights da matéria pra cá!

DE QUEM FOI A IDEIA

A polêmica começa por aí. Recentemente, em seu livro, Caitlyn Jenner disse que a ideia foi dela, “A casa está inundada na puberdade, repleta de jovens e com dois pais com estilos muito diferentes. Parece-me que há algo para a televisão”, versão que Kris obviamente rejeita. Ela fala “talvez alguém devesse lembrá-la de que o programa se chama Keeping Up With the Kardashians”.

Oficialmente a ideia foi de Ryan Seacrest, ao ver o sucesso de Os Osbourne, ele buscou uma família até então não muito conhecida e, entre amigos em comuns, chegou na K-Family. A ideia original ia girar entre as 3 irmãs cuidando da loja Dash, mas logo se tornou um programa pra falar do dia-a-dia de todos.

O QUE FEZ OS PRODUTORES SE ENCANTAREM?

No auge do frenesi das celebridades, muito difícil se destacar entre o meltdown da Britney, as polêmicas de Lindsay e o frenesi de Brangelina. Sabe o que encantou os produtores e fez o programa sair do papel?

Kimberly Noel Kardashian.

Ela estava aparecendo um pouco como amiga da Paris, tinha o lance da sextape… e o que os produtores viram, “Ela tinha um visual que não era comum na tv. Ela não era super magra, era real, e isso poderia inspirar.” Viu como, mesmo sendo obviamente magra, houve de fato uma quebra de padrão e isso mudou com o tempo? Da loirinha herdeira Paris Hilton à morena ~exótica armênia desconhecida Kim Kardashian, foi bem por aí.

O MOTE DO PROGRAMA

Segundo Seacrest, “Vai ter brilho e glamour, mas vai ter honestidade e vulnerabilidade. Não serão apenas lindas imagens, teremos momentos reais e vulneráveis” E Kris acrescenta “Se formos participar disso, estaremos todas entregues, será um reality sobre a nossa realidade de fato”.

E às vésperas de lançar, surgiram as primeiras ideias de nome:  “Kardashians: Krazy with a K”, “Living Kardashian”, “Krazy Kardashians”. O nome oficial veio por acaso, de tanto que a equipe estava… “Keeping Up With The Kardashians”, fez-se a franquia.

AGRADEÇA AO TWITTER

Pense 2007, quais redes sociais existiam? Certeza que a família não estava no Orkut, mas foi o famigerado Twitter (que muita gente acha que morreu, mas segue vivíssimo e poderosíssimo, me segue) que espalhou a palavra Kardashian e trouxe o lado mais vida real à família.

Ryan então sugeriu que as meninas entrassem na rede social do passarinho pra estender o impacto que o programava causava na “2a tela” e que elas também compartilhassem um pouco mais de suas vidas de forma rápida, sem filtro e autêntica. E lá mesmo foi o termômetro que mostrou o surgimento do fenômeno. É bem engraçado pegar tweets antigos – à la Neymar – da Kim e cia.

F-A-M-Í-L-I-A

A entrevista seguiu entre as irmãs, Kris, Ryan e os produtores e algo em comum é notório: o senso de família unida. O que eu, particularmente, acho incrível nelas é essa união e força que elas passam umas as outras. É claro que o programa é editado, tem roteiros e narrativas, mas a gente sente que há amor e apoio entre eles, até mesmo com os agregados (vide o relacionamento com o Scott e o apoio dado ao Lamar).

E eles atribuem muito da longevidade do programa a esse fator, pois no final das contas, entre altos e baixos, é uma família contando história, seja com muito glamour ou invenção de moda, no final das contas eles são família e com tantas cifras e egos envolvidos, eles seguem forte.

E além do recheio, fotos lindíssimas das irmãs nessa cartela crua e exposta, comc erteza tem um significado por trás disso. Adorei saber esse lado b do programa e como elas se reinventaram e, de fato, trouxeram um novo comportamento à industria das celebridades. Seja selfie, nudez e publipost, impossível falar dessa última década digital sem traçar um paralelo com a família Kardashian, isso é mérito puro.

 

 

 

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