Os looks de Annalise Keating em How To Get Away With Murder!

05/09/2017  •  Por Thereza  •  tv

Semana passada postei aqui um aperitivo (aka Frank Delfino) do meu novo seriado favorito, How to Get Away with Murder, agora vamos ao prato principal, o mais delicioso motivo de ficar grudada na tv: Annalise Keating!

Já tinha assistido alguns filmes com Viola Davis e depois de HTGAWM tudo mudou! Que mulher, que interpretação visceral… bom, como eu não sou analista de tv, eu tô aqui pelos looks e que looks!

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Pra quem não assiste, primeiro, deveria (tem na Netflix), Annalise é uma professora e advogada criminal poderosa e que se vê às voltas de confusões e aventuras com sua turminha de estudantes.

Dito tudo isso, dos looks do tribunal às camisolas que ela circula pela casa/escritório, é tudo incrível, a figurinista da série é muito bem sucedida na escolha dos looks, separei alguns pra gente contemplar.

Infelizmente não temos muitas imagens em alta, mas quem tem print tem tudo nessa vida. E o foco no closet de AK são os vestidos, justos, alinhados, elegantes, impecáveis! A personagem usa marcas como Victoria Beckham, Michael Kors, Akris, Armani, Jason Wu, só pra citar alguns.

Tudo na personagem é impecável, digno da rainha dos tribunais. E se o evento – ou temperatura – pede, os looks recebem trench-coats poderosíssimos e que só incrementam a sofisticação da Annalise.

E junto aos looks, casacos e mais casacos! A personagem usa modelos discretos, bem cortados, elegantes, mas não foge de cor, estampa ou simplesmente um belo decote. No dia que vi esse casaco caramelo e roxo meu radar fashion apitou: AK é ícone!

E quer um signature look? A personagem não deixa de lados dúzias de colares. Dos fininhos, compridos e alongadores aos mais curtinhos e que complementam a zona do decote. O seriado é excelente, viciante, mas tão bom ver uma personagem importante e com um armário muito bem trabalhado e construído. Queria a personagem moda mais presente em outros seriados!

E aos fãs da série, em 3 semanas temos mais uma temporada de HTGAWM, tramas e looks, preparadas?

++ LOOK 10: VIOLA DAVIS ++

A Década Kardashian!

16/08/2017  •  Por Thereza  •  Celebridades, tv

Dizem que a cultura pop das celebridades morreu em 2009. Mas, se desde então não ouvimos mais falar tanto de Lindsay, Paris & Nicole, nessa mesma época começou a desabrochar uma nova geração de mulheres que rendiam capa, menos pelo fator loka-na-balada, mais pela simples existência na nova era selfie/digital.

Fez-se as Kardashians! Esse ano o reality Keeping Up With the Kardashians comemora 10 anos de existência e as mulheres da família foram capa da prestigiada revista The Hollywood Reporter e nada de dicas de produtos, maquiagem ou relacionamento, o papo foi business e de como a família transformou esse universo digital de marketing, selfie, girl power e empreendedorismo.

De personagens de um reality show num canal a cabo (eles também gostam de chamar de docusérie) a produtoras de uma megafranchise que é transmitida em 167 países, reúne 9 spinoffs (Take Nova York, Miami, Khloé e Lamar e até o mais recente, Life of Kylie), sem contar as empresas de moda, beleza, apps e as inúmeras parcerias com outras marcas. Trouxe uns highlights da matéria pra cá!

DE QUEM FOI A IDEIA

A polêmica começa por aí. Recentemente, em seu livro, Caitlyn Jenner disse que a ideia foi dela, “A casa está inundada na puberdade, repleta de jovens e com dois pais com estilos muito diferentes. Parece-me que há algo para a televisão”, versão que Kris obviamente rejeita. Ela fala “talvez alguém devesse lembrá-la de que o programa se chama Keeping Up With the Kardashians”.

Oficialmente a ideia foi de Ryan Seacrest, ao ver o sucesso de Os Osbourne, ele buscou uma família até então não muito conhecida e, entre amigos em comuns, chegou na K-Family. A ideia original ia girar entre as 3 irmãs cuidando da loja Dash, mas logo se tornou um programa pra falar do dia-a-dia de todos.

O QUE FEZ OS PRODUTORES SE ENCANTAREM?

No auge do frenesi das celebridades, muito difícil se destacar entre o meltdown da Britney, as polêmicas de Lindsay e o frenesi de Brangelina. Sabe o que encantou os produtores e fez o programa sair do papel?

Kimberly Noel Kardashian.

Ela estava aparecendo um pouco como amiga da Paris, tinha o lance da sextape… e o que os produtores viram, “Ela tinha um visual que não era comum na tv. Ela não era super magra, era real, e isso poderia inspirar.” Viu como, mesmo sendo obviamente magra, houve de fato uma quebra de padrão e isso mudou com o tempo? Da loirinha herdeira Paris Hilton à morena ~exótica armênia desconhecida Kim Kardashian, foi bem por aí.

O MOTE DO PROGRAMA

Segundo Seacrest, “Vai ter brilho e glamour, mas vai ter honestidade e vulnerabilidade. Não serão apenas lindas imagens, teremos momentos reais e vulneráveis” E Kris acrescenta “Se formos participar disso, estaremos todas entregues, será um reality sobre a nossa realidade de fato”.

E às vésperas de lançar, surgiram as primeiras ideias de nome:  “Kardashians: Krazy with a K”, “Living Kardashian”, “Krazy Kardashians”. O nome oficial veio por acaso, de tanto que a equipe estava… “Keeping Up With The Kardashians”, fez-se a franquia.

AGRADEÇA AO TWITTER

Pense 2007, quais redes sociais existiam? Certeza que a família não estava no Orkut, mas foi o famigerado Twitter (que muita gente acha que morreu, mas segue vivíssimo e poderosíssimo, me segue) que espalhou a palavra Kardashian e trouxe o lado mais vida real à família.

Ryan então sugeriu que as meninas entrassem na rede social do passarinho pra estender o impacto que o programava causava na “2a tela” e que elas também compartilhassem um pouco mais de suas vidas de forma rápida, sem filtro e autêntica. E lá mesmo foi o termômetro que mostrou o surgimento do fenômeno. É bem engraçado pegar tweets antigos – à la Neymar – da Kim e cia.

F-A-M-Í-L-I-A

A entrevista seguiu entre as irmãs, Kris, Ryan e os produtores e algo em comum é notório: o senso de família unida. O que eu, particularmente, acho incrível nelas é essa união e força que elas passam umas as outras. É claro que o programa é editado, tem roteiros e narrativas, mas a gente sente que há amor e apoio entre eles, até mesmo com os agregados (vide o relacionamento com o Scott e o apoio dado ao Lamar).

E eles atribuem muito da longevidade do programa a esse fator, pois no final das contas, entre altos e baixos, é uma família contando história, seja com muito glamour ou invenção de moda, no final das contas eles são família e com tantas cifras e egos envolvidos, eles seguem forte.

E além do recheio, fotos lindíssimas das irmãs nessa cartela crua e exposta, comc erteza tem um significado por trás disso. Adorei saber esse lado b do programa e como elas se reinventaram e, de fato, trouxeram um novo comportamento à industria das celebridades. Seja selfie, nudez e publipost, impossível falar dessa última década digital sem traçar um paralelo com a família Kardashian, isso é mérito puro.

 

 

 

Amém, Reese Witherspoon!

01/08/2017  •  Por Thereza  •  Celebridades, tv

Eu sabia que só Elle Wood seria capaz de recuperar nossa fé nas comédias românticas! Outro dia postei aqui uma reflexão sobre o desaparecimento das comédias românticas. Tempo de mulheres fortes e heróis dos blockbusters?

Acredito que o esvaziamento do tema se deve a uma série de fatores…… mas no momento quem se importa? Pois a heroína Reese Witherspoon está de volta com um filme que promete preencher nossa lacuna de Sessão da Tarde, pipoca e Guaraná. E ligeiramente afrontosa, compartilhou uma mini prévia falando justamente da luta contra os heróis que dominam o cenário cinematográfico atual.

Amei? Amei! Por favor, assim que lançar vamos todas prestigiar pra mostrar nossa força. Enquanto isso vamos ao trailer e do que se trata o filme Home Again!

Pera, tem mais um!

Alice, 40 anos, divorciada, 2 filhas e curtindo um novo momento em Los Angeles e tem a vida virada do avesso quando numa reviravolta decide levar 3 jovens cineastas para morar com sua família. Pronto, temos uma mulher forte e, bom, Reese Witherspoon né, segura qualquer coisa.

O Filme é dirigido pela filha da consagrada diretora  Nancy Meyers, responsável por sucessos como “Alguém Tem Que Ceder”, “O Amor Não Tira Férias” e “Um Senhor Estagiário”, ou seja, só coisa boa do gênero.

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POR FALAR EM REESE…

Não disse que ela está disposta em nos encher de bom entretenimento!? Depois do incrível Big Little Lies (assistam, é ótimo e vai ser o seriado mais premiado do ano no Emmy!), ela estrelará e produzirá mais um seriado, dessa vez com companhia de nada mais, nada menos que: Jennifer Aniston!

Poderia ser um Spin-off de Friends com as irmãs, Rachel e Jill, mas não, a série será sobre o mundo dos programas matinais. O cenário será Nova York e o resto será história. A série ainda está em desenvolvimento, não tem nem nome nem canal oficial, mas a disputa no mercado da área já está grande, dizem que HBO e Netflix saem na frente.

Seja onde for passar, será sinal de sucesso e de uma série mais leve e gostosinha pra gente assistir, animadas?

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