“Quer ser minha madrinha?”
Postado por Thereza em 28 de November de 2011 às 13:56

A agenda de uma noiva costuma ser bem agitada, pois além das frequentes reuniões, ainda tem os eventos oficiais, como Chá de alguma coisa, despedida de solteira e qualquer outra festa que celebre a data, afinal, os preparativos duram bem mais que a festa em si e devem ser aproveitados integralmente.

E como minha vida anda tão corrida, por conta desses afazeres e do próprio blog, resolvi inventar mais um organizar um “Brunch das madrinhas”! O intuito era fazer um mea culpa pelo meu eventual sumiço, formalizar o convite, conversar sobre detalhes, escolha das cores do vestido, sugerir penteados (sou dessas) e etc. E também porque há meses tenho essa foto guardada no meu computador:

A caixa fofíssima “Be My Maid?” é criação do blog Rinse Repeat e achei UMA GRAÇA, daí vi nesse evento a oportunidade ideal de presentear minhas madrinhas com esse mimo e o melhor, feito por mim (e minha mãe), já que tem casos que não acho graça comprar presente pronto. A idéia nem foi ficar idêntica à dela, mas a sugestão de dar um presente-pedido norteou tudo. E poderia até colocar “Quer ser minha madrinha”, mas ficaria comprido demais pra caixa tão pequena.

Agora pra elaborar a caixa foi um processo que levou mais de uma semana, passo 1:  Uma caixa de mdf cor natural, muitas lixadas e depois a tinta, que tem que ser à base de água. A idéia era pintar de dourado, mas fiz um teste e a cor era meio de burro-quando-foge, não gostei. Acabei optando por um rosa, que ficou assim após 3 demãos e 3 dias de pintura, já que precisava esperar secar bem. Pra finalizar, muitas sprayzadas de verniz pra fixar e dar acabamento.

Agora a questão que mais me preocupava era: a caligrafia. Em nenhum momento pensei em colocar meus garranchos, a menina do blog fez tipo um stencil, mas eu não teria esse tempo hábil – já que tem que contar com a secagem. A solução foi contratar uma calígrafa pra fazer essa letra mais rebuscada. E como eu achei a frase meio escondida, achei que no topo da caixa ficaria mais exibido simpático. A idéia complementar era fazer uma borda pintadinha, mas com medo de não secar em tempo pro evento, deixamos assim mesmo e que também ficou uma graça!

E o conteúdo? Na idéia original tinham apenas dizeres fofos de amizade e “obrigações da madrinha”, mas na minha caixa resolvi fazer algo de diferente, cloquei bem-casados, macarons, brigadeiros e um bolinho pra elas degustarem (coloquei o nome dos fornecedores nos comentários)! Pra completar, um mini Moet & Chandon pra deixar o conteúdo mais etílico, mas um dia antes do evento fiquei pensando, tá faltando algo!

Elas vão beber/comer e fim, a caixa vai ser mais uma quinquilharia? Daí que me surgiu uma luz e pensei em colocar uma coisa que é meu xodó recente, um dvd da Bonequinha de Luxo, pois imaginava que nenhuma tinha visto e que é um presente super mulherzinho e eterno (em nada tem a ver com o Chá da Blair, já que esse meu foi antes huhu)!

No sábado do Brunch, reuni as envolvidas num espaço reservado da Cavist, que entre comidinhas, vinhos (que vocês sabem que eu amo) e champagnes, acredito que todas se surpreenderam e adoraram o mimo! Foi um tarde cheia de emoção (tenho umas madrinhas bem choronas) e boas lembranças, já que pedi pra elas trazerem fotos antigas.  O lado ruim é que o presente oficial das madrinhas no dia do casamento tem que ser mais surpreendente ainda, mas ok, eu tenho um plano ;D!

Vocês sabem que o blog não tem muito o perfil colunismo social, mas achei uma idéia boa e por mais trabalhosa que seja, valeu cada momento gasto! E como vocês gostam desse tema matrimonial, nada mais natural que compartilhar por aqui alguns detalhes, e se serviu de inspiração pra mim, pode servir pra alguém, cada uma à sua maneira, mas garanto que o resultado positivo é garantido!

Um beijo especial às madrinhas (colocadas em ordem alfabética pra não ter ciúmes huhuhu): Ana Paula, Carol O., Carol C., Joanna, Karina e Natacha (2 não puderam ir, pois não moram/estavam aqui), mas especialmente à minha mãe que me ajudou a fazer tudo (já que mais delego que executo) e tem me aguentado nesse período estressante – e nesses últimos 29 anos (#acordeiromântica)!




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Enxoval em Nova York
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Penteados que me inspiram!
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O vestido de casamento certo!(?)
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Os vestidos da discórdia(?)
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Vestidos de festa para madrinhas e afins
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Por que arquitetura?
Postado por Thereza em 23 de November de 2011 às 03:58

Nessa temporada de vestibulares e decisões importantes sobre o futuro acadêmico, e consequentemente profissional, tenho recebido vários emails de meninas que estão em dúvidas sobre ser arquiteta, ou não. Não só a opção de entrar na faculdade, mas também o que encontrar pela frente.

Daí, ao invés de responder pontualmente (posso complementar nos comentários), resolvi reunir algumas questões pontuais e um pouco da minha experiência. Lembrando que ano passado fiz um post repleto de dicas da área, que vale ler também.

Antes de mais nada, confesso que fico feliz em receber esse tipo de email, onde a leitora me enxerga mais que uma blogueira, mas também como arquiteta e uma referência com a profissão que elas desejam. Costumo falar que só optei em me dedicar integralmente nesse mundo dos blogs, porque no fundo, tenho a arquitetura como estrutura (sem/com trocadilho). Sei que a hora que quiser, seja lá qual for o futuro dos blogs, a minha formação acadêmica estará sempre lá, pronta pra eu retomá-la, mas também sei que a curto prazo, tentarei conciliá-las da melhor forma, o sonho plano é esse.

Agora um dos principais tópicos que me perguntam: Arquitetura ou moda? Acho que todos os emails que respondi, dado cada cenário informado, sempre puxei sardinha falei: arquitetura. Nada contra a moda, mas acho que o embasamento da arquitetura é maior. Não só porque o curso dura pelo menos 5 anos, mas por toda a questão técnica e cultural, sem contar o background mais completo.

Também acho que começar uma faculdade exaustiva como essa, requer algum frescor e paciência, ou seja, coisa de jovem-cuca-fresca, não sei se eu começaria uma facul dessa mais velha (madura, estressada), daí, a graduação (ou até mesmo pós) em moda, pode ser uma segundo passo. Mas vamos agora aos 4 medos que mais recebo acerca do tema!

“Thereza, odeio cálculos, números, estou pensando em desistir”, esse é o questionamento No1. Não vou te dizer que o curso é um mar de desenhos-e-belezas, mas a matemática e física são minoria sim. A grande dica é: se dedique MUITO na primeira matéria de cálculo (cada facul tem seu nome, a minha foi Isostática), o bê-a-bá vem daí, se você abdicar das aulas em prol de chopadas (oi!), vai perder o fio da meada de todo o resto das matérias do curso, com isso, uma hora vai repetir e atrasar a formatura, já que as matérias são pré-requisitos até o fim do curso.

“Eu não sei desenhar!”, eu também não, até hoje. Mas te garanto uma coisa, você não vai precisar desenhar bonequinhos ou arvorezinhas, o desenho é técnico e você vai aprender tudo logo no primeiro período. Do peso que você dá sobre cada traço, até à famosa letra de arquiteto (que não sei se caiu em desuso, mas é fofa). E depois que você pega o gosto pelo desenho, vai querer comprar “estojo” novo todo período e ter uma coleção de Prismacolor$ e Caran D’ache$. Mas logo depois, o Autocad que será seu verdadeiro bff.

“Também serei decoradora de interiores?” Não. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, na realidade, por mais que seja uma confusão comum, durante a faculdade, são pouquíssimos créditos em decoração propriamente dita. Mas por lá, aprendemos outras matérias complementares e imprescindíveis, como Conforto Ambiental, Iluminação e Acústica. O que geralmente se faz (e eu até fiz, mas tive que trancar por conta do trabalho) é assim que se formar, já emendar com uma pós em interiores, caso você queira se especializar nessa área.

“E o mercado de trabalho, vai bem?” Já contei da minha experiência incrível na Cidade da Música, comecei como estagiária e assim que me formei fui efetivada, e isso acontece com muitas pessoas, especialmente se você trabalha em grandes construtoras. A dica é, faltando 1 ou 2 anos pra se formar, já procure um estágio onde você tenha aspirações e, obviamente, se dedique dobrado!

Agora, não preciso nem dizer que o mercado de arquitetura, assim como o de engenharia, estão totalmente aquecidos. Seja Copa, Olimpíadas, a melhora na nossa economia também incrementou esse ramo e só não arranja emprego nessa área quem não se entrega.

Se alguém tiver alguma dúvida, pode mandar. E quem for arquiteto (estudante já é arquiteto), pode contribuir com sua experiência e pontos relevantes.




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Os livros da temporada
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Guia da Arquitetura
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Decoradora virtual!
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Da água pro vinho!
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Postado por Thereza em 16 de November de 2011 às 03:38

Vamos mudar de assunto? Sei que o blog é sobre moda, beleza e celebs, mas se o blog também é sobre a blogueira e suas preferências, então nada mais justo – e natural – de falar de algo que amo, mas que não está necessariamente relacionado com moda e afins.

Quem me acompanha pelas redes sociais da vida sabe que adoro um bom vinho. Mais do que o simples prazer da ingestão etílica, aprendi a gostar do processo todo, com isso, consumir de maneira mais inteligente e profunda.                                                  

Tem uns 4 anos que entrei nessa, e entre outras coisas como nunca mais ter tido ressaca (te juro!) e o relacionamento ter melhorado muito (meu respectivo diminuiu a frequencia do “bar com os amigos”, afinal ele prefere degustar um vinho avec moi), parece que amadureci. Antes de começar a tomar vinho, sempre torcia o nariz, achava uma bebida quente e intragável, mas falava: “acho chique quem bebe”, e é exatamente esse tipo de comentário que recebo de diversas leitoras, também pedindo dicas pra iniciar nesse fantástico mundo de Bob Baco.

Com a minha humilde expertise, mas com o apoio total do noivo que é o grande entendido do assunto, elaboramos (post colaborativo <3) 5 dicas pra quem quer iniciar nesse mundo do vinho! Lembrando que são dicas aleatórios e complementares, ok? Afinal, vinho bom é o vinho que a gente gosta.

Comece por baixo: Não vá iniciar querendo fazer o Lula e experimentar um Romanée-Contizinho básico, comece com vinhos mais baratos (por mais investidora que você seja). Com certeza essas etapas irão educar seu paladar, e com isso você vai saber diferenciar o bom do simples, o leve do encorpado. E a graça de tomar vinho é justamente essa, ver o crescimento e aprendizado do seu paladar.

Cace os pontos: Referências são sempre bem-vindas e se você está começando e vai no mercado à procura de um bom vinho, muitos deles informam através de tags (ou no próprio rótulo) uma pontuacão, o que pode – pra quem está iniciando – ser uma referência segura.  Os tais pontos vem de críticos especializados de vinhos – tais como Robert Parker, Wine Enthusiast, Wine Spectator  - que possuem publicações oficiais e periodicamente pontuam tais rótulos, de acordo com preço, região e estilo.

Mas nada melhor do que procurar lojas específicas de vinho, pois além de terem profissionais especializados no assunto, a variedade é muito maior e o armazenamento é o mais correto, com isso o vinho não perde suas características essenciais.

Um novo mundo: O garçom te dá a carta de vinhos, que mais parece um livro, com 5000 rótulos, por onde começar? Geralmente sugere-se iniciar por vinhos do novo mundo, leia-se hemisfério sul e Estados Unidos (pode-se incluir um espanhol também).

Esses países trazem ótimos rótulos, numa boa relação custoXbenefício, e normalmente são vinhos mais simples e fáceis de se gostar. Eles são menos complexos e mais frutados, tornando-se unânimes nos paladares menos habituados. Com isso, conseguimos identificar, pelo paladar ou olfato, suas características, facilitando a apreciação e a ingestão completa, ou seja, você não desiste da garrafa pela metade e volta pro choppinho de sempre.

Detalhes fundamentais: Nada melhor que tomar um vinho em casa, harmonizar com o prato certo (nada de Doritos e afins) é fundamental e longe de ser uma frescura ou mero detalhe. Procure também encontrar a temperatura ideal  de acordo com o tipo do vinho, se for resfriá-lo, cuidado pois muito gelado pode esconder certos aromas, já vinho muito quente pode ficar mais doce e com álcool pronunciado, o que também não é bom.

Outro fator importante é a taça certa, nada de copo de requeijão ou taça colorida, o ideal é uma taça de cristal (não é caro e tem umas que não quebram, sério!) e se você gosta de caprichar, vale investir nas taças de acordo com o tipo de vinho. Além disso, um decanter especial faz toda a diferença, e porque não uma mini adega? Hoje em dia, estão cada vez mais baratas. Os acessórios complementam o ritual e fazem disso um acontecimento. Depois do seu enxoval de vinho pronto, chame os amigos pra fazer um queijos e vinhos, eles também funcionam pra conhecermos mais e mais rótulos!

Beba: Pode parecer contraditório, mas não existe nenhuma regra clara (né, Arnaldo?) pra degustação de vinho, apenas o simples exercício de beber e beber. Várias vezes nosso vinho de ontem, regou o almoço de hoje, já compramos vinhos bons, vinhos péssimos e inesquecíveis. Foi a prática, que nos levou à experiência e acho que é assim com todos aqueles que veem no vinho mais que um simples ato de beber alguns % de álcool.

Cheire, “mastigue”, saboreie, tente decifrar aromas e sabores (geralmente no rótulo tem a cola), garanto que essa é a parte mais bacana! E fundamental (além de ter +18 e não dirigir ao mesmo tempo), beba muita água entre cada gole, faz com que limpe seu paladar e valorize cada gota desse líquido dos Deuses!

E aí, quem curte o tema? Posso fazer mais posts assim! E quem tiver mais boas dicas sobre vinhos e afins, compartilhe com a gente!




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Rio Design e seu Fashion Day
Postado por Thereza em 19 de October de 2011 às 22:51

Alguma carioca por aí? _o/ Pois bem, sei que minhas conterrâneas são muitas e adoram um bom evento, ainda mais se ele é recheado de novidades, mimos e, é claro, moda! O convite da vez é pro Rio Design Fashion Day,  um dia inteiro de celebração à moda, em pleno Leblon, tem lugar melhor? Bairro carioca que a gente sabe que respira moda!

Amanhã, o Rio Design Leblon estará em festa. São dezenas de lojas com atrações especiais, lançamentos de verão e tudo que o cliente gosta, um agrado extra pra incrementar nosso momento shopaholic! É a tal experiência de consumo, e o shopping que não tiver iniciativa como essa, está por fora.

Além dos eventos em lojas como Farm, Agilitá, Julia Monteiro de Carvalho A-Teen e muitas outras, o shopping também está armando dois desfiles (às 13:30 e 19:30h), dj pra animar e, logicamente, bons drinks e afins. Como carioca – e bairrista – que sou, fico super feliz de ver um cenário fashionista super agitado e melhor ainda, aberto a todos!

No blog do Rio Design Leblon tem mais infos e vejo vocês lá!




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