7 Looks: O bom e velho jeans!

21/08/2017  •  Por Thereza  •  Celebridades

Bom dia segunda-feira, começando a semana fazendo uma ronda dos looks das celebridades nesse final de semana de sol no hemisfério norte. Em comum, um item: jeans! Quem sabe pode inspirar você também de alguma forma?

Kourtney Kardashian é a sister mais estilosa, básica, clean, ligada nas modas, mas de acordo com seu estilo. O look  com um top tipo lingerie é a cara da temporada e o toque da camisa social – bem casual – deixa o look, digamos, menos literal.

Da nova geração de its gringas, é bom ficar de olho na Kaia Gerber, filha da maravilhosa Cindy Crawford. A modelo segue discreta no novo momento e está sempre a bordo de looks fofos e ainda de acordo com sua idade.

Outro dia eu vi uma blusa franzidinha e pensei “ish, essa moda super anos 00 vai voltar” e não é que além da Kaya, a Emily Ratajkowsli usou um look com brusinha assim similar? Vocês lembram dessas blusas assim enrugadinhas? Esqueci o nome, mas lembro bem #sdds

E voltando à tendência do sutiã exibido, lembra que falei outro dia sobre? Eis Heidi Klum, soberana, mostrando que dá pra usar a trend, mas de maneira menos literal e ainda muito eficiente com uma blusa drapeada bem solta, que tal?

Emma Stone, que anda sumida dos tapetes vermelhos, pois está às voltas de gravação de filme, pra reaparecer no tapete vermelho. O look é gracinha e foco total na sandália bloco, será que Emma também “não pode usar sapatilha” rsrs.

Hilary Duff, usando um look totalmente usável… usaria tudo! Amo essa cor de calça, o scarpin e tô adorando essas blusinhas com choker acoplado.

São 7 looks, mas trouxe uma dobradinha muito charmosa da Miranda Kerr com jaqueta jeans + floral! Seja com um vestido romântico ou uma saia fluida, alguém mais aí desejando o inverno pra apostar num look assim?

O apartamento da Naomi Watts em Nova York

17/08/2017  •  Por Thereza  •  Celebridades, Decoração

Sempre elegante e impecável nos tapetes vermelhos da vida, não poderíamos esperar nada de diferente do apartamento da Naomi Watts. A atriz abriu as portas de sua morada – com o ator Liev Schreber – para a revista Architectural Designer  e o local é sofisticado, aconchegante e com objetos de design na medida.

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A Década Kardashian!

16/08/2017  •  Por Thereza  •  Celebridades, tv

Dizem que a cultura pop das celebridades morreu em 2009. Mas, se desde então não ouvimos mais falar tanto de Lindsay, Paris & Nicole, nessa mesma época começou a desabrochar uma nova geração de mulheres que rendiam capa, menos pelo fator loka-na-balada, mais pela simples existência na nova era selfie/digital.

Fez-se as Kardashians! Esse ano o reality Keeping Up With the Kardashians comemora 10 anos de existência e as mulheres da família foram capa da prestigiada revista The Hollywood Reporter e nada de dicas de produtos, maquiagem ou relacionamento, o papo foi business e de como a família transformou esse universo digital de marketing, selfie, girl power e empreendedorismo.

De personagens de um reality show num canal a cabo (eles também gostam de chamar de docusérie) a produtoras de uma megafranchise que é transmitida em 167 países, reúne 9 spinoffs (Take Nova York, Miami, Khloé e Lamar e até o mais recente, Life of Kylie), sem contar as empresas de moda, beleza, apps e as inúmeras parcerias com outras marcas. Trouxe uns highlights da matéria pra cá!

DE QUEM FOI A IDEIA

A polêmica começa por aí. Recentemente, em seu livro, Caitlyn Jenner disse que a ideia foi dela, “A casa está inundada na puberdade, repleta de jovens e com dois pais com estilos muito diferentes. Parece-me que há algo para a televisão”, versão que Kris obviamente rejeita. Ela fala “talvez alguém devesse lembrá-la de que o programa se chama Keeping Up With the Kardashians”.

Oficialmente a ideia foi de Ryan Seacrest, ao ver o sucesso de Os Osbourne, ele buscou uma família até então não muito conhecida e, entre amigos em comuns, chegou na K-Family. A ideia original ia girar entre as 3 irmãs cuidando da loja Dash, mas logo se tornou um programa pra falar do dia-a-dia de todos.

O QUE FEZ OS PRODUTORES SE ENCANTAREM?

No auge do frenesi das celebridades, muito difícil se destacar entre o meltdown da Britney, as polêmicas de Lindsay e o frenesi de Brangelina. Sabe o que encantou os produtores e fez o programa sair do papel?

Kimberly Noel Kardashian.

Ela estava aparecendo um pouco como amiga da Paris, tinha o lance da sextape… e o que os produtores viram, “Ela tinha um visual que não era comum na tv. Ela não era super magra, era real, e isso poderia inspirar.” Viu como, mesmo sendo obviamente magra, houve de fato uma quebra de padrão e isso mudou com o tempo? Da loirinha herdeira Paris Hilton à morena ~exótica armênia desconhecida Kim Kardashian, foi bem por aí.

O MOTE DO PROGRAMA

Segundo Seacrest, “Vai ter brilho e glamour, mas vai ter honestidade e vulnerabilidade. Não serão apenas lindas imagens, teremos momentos reais e vulneráveis” E Kris acrescenta “Se formos participar disso, estaremos todas entregues, será um reality sobre a nossa realidade de fato”.

E às vésperas de lançar, surgiram as primeiras ideias de nome:  “Kardashians: Krazy with a K”, “Living Kardashian”, “Krazy Kardashians”. O nome oficial veio por acaso, de tanto que a equipe estava… “Keeping Up With The Kardashians”, fez-se a franquia.

AGRADEÇA AO TWITTER

Pense 2007, quais redes sociais existiam? Certeza que a família não estava no Orkut, mas foi o famigerado Twitter (que muita gente acha que morreu, mas segue vivíssimo e poderosíssimo, me segue) que espalhou a palavra Kardashian e trouxe o lado mais vida real à família.

Ryan então sugeriu que as meninas entrassem na rede social do passarinho pra estender o impacto que o programava causava na “2a tela” e que elas também compartilhassem um pouco mais de suas vidas de forma rápida, sem filtro e autêntica. E lá mesmo foi o termômetro que mostrou o surgimento do fenômeno. É bem engraçado pegar tweets antigos – à la Neymar – da Kim e cia.

F-A-M-Í-L-I-A

A entrevista seguiu entre as irmãs, Kris, Ryan e os produtores e algo em comum é notório: o senso de família unida. O que eu, particularmente, acho incrível nelas é essa união e força que elas passam umas as outras. É claro que o programa é editado, tem roteiros e narrativas, mas a gente sente que há amor e apoio entre eles, até mesmo com os agregados (vide o relacionamento com o Scott e o apoio dado ao Lamar).

E eles atribuem muito da longevidade do programa a esse fator, pois no final das contas, entre altos e baixos, é uma família contando história, seja com muito glamour ou invenção de moda, no final das contas eles são família e com tantas cifras e egos envolvidos, eles seguem forte.

E além do recheio, fotos lindíssimas das irmãs nessa cartela crua e exposta, comc erteza tem um significado por trás disso. Adorei saber esse lado b do programa e como elas se reinventaram e, de fato, trouxeram um novo comportamento à industria das celebridades. Seja selfie, nudez e publipost, impossível falar dessa última década digital sem traçar um paralelo com a família Kardashian, isso é mérito puro.