Olha, vocês podem até não concordar, e sei que muitas não concordarão, mas tem coisas nessa vida (fashion ou beauté) que eu não entendo! Acima do glamour da marca, do status que você paga ou da história que ela tem, tem coisas que não fazem sentido na minha cabeça.

De tanto que as pessoas falavam por aí, fui convertida às tais maravilhas do Touché Éclat. Estudei bastante seu uso, porque o líquido precio$o não poderia ser desperdiçado, passei uma, passei duas e não notava nada, aliás, continuava notando apenas minhas olheiras. Elas, que são expressivas, mas não um insulto à pupila alheia, continuavam lá lindas-e-pretas, e só o meu querido corretivo da M.A.C. é capaz de escondê-las. Mas você pode até dizer que que o Touché é um corretivo-iluminador, mas porque nessa vida eu quero iluminar minhas olheiras? Eu quero é escondê-las e camuflá-las forever. E mais, pelo menos o meu pincel, fica com um cheiro de maquiagem estragada, que é o ó!

Outro mito pra mim é o curvex, sorry quem ama, mas Shu Uemura my ass! Já tive tudo quanto é tipo de curvex, até aquele que esquenta, e nunca notei uma mísera diferença, nada! E o pavor de fazer limonada da minha pálpebra de tanto apertar, faz com que eu prefira usar o bom e velho rímel, conhecem? Funciona que é uma beleza! Aconselho os da Bourjois ou Lancôme.

Super tendência nos braços das meninas antenadas, saiu até matéria na Veja Rio dessa semana, a bolsa Goyard St. Louis é hit no mundo todo, e a marca francesa é favorita da aristocracia local. Mas na minha insana-consciência não entendo como uma bolsa dessa, que tem cara de plástico e parece papel de parede de dentista, faça tanto sucesso. Pelo preço que é, na faixa de R$3.700, compra-se bolsas de marca muito melhores, my opinion. Até Dany Wynnyts adquiriu a sua.
Existe algo (moda ou beleza) que vocês NÃO entendem?