Ai, como eu adoro essa tag “A casa do(a)”! Porque eu sou uma curiosa confessa e adoro saber como os ricos e famosos gastam seus $$ decorando suas casas de maneira extravagante! Mas depois da casa new yorker da Tamara, voltamos pro Brasil, mais precisamente Floripa, pra conhecer a casa de um dos estilistas brasileiros mais renomados lá fora, Carlos Miele!
Logo quando vi a matéria na Elle Decor, de cara sabia que é uma casa brasileiríssima. O aspecto rústico-contemporâneo, o uso dos materias (muita madeira e pedra) e o jeito descontraído e orgânico que a casa apresenta, é a cara das nossas casas (de ricos).
E depois lendo a matéria descobri que antes da moda, Carlos queria ser arquiteto (me identifiquei!), e esse santuário – como ele chama – é fruto da sua aventura como tal.
E sua casa tem inspiração na corrente modernista, vãos livres, jardins e muito espaço. Carlos conta que não gosta de casa muito decorada, daí a simplicidade. E além da arquitetura-e-costura, o rapaz prendado também foi responsável pelo design de alguns dos móveis.
Gostei bastante da casa sem afetação de Carlos Miele. Mesmo com poucos móveis e aparentemente devassada, é uma casa aconchegante e sincera. A preocupação com a natureza é notória e Carlos conseguiu traduzir o rústico em minimalismo, sem parecer algo desconfortável.

Agora por falar em Mr. Miele, quem assistiu Gossip Girl (sempre ela!) essa semana sabe que sua loja no Meatpacking District em NY foi palco pra uma cena de Blair Waldorf (and Chuck Bass) que falou seu nome num sotaque bem fofo!
E no mesmo episódio aparece o próprio Carlos fazendo “figuração de luxo” pro FNO’s. Aliás, quem for pra Nova York TEM que conhecer a loja dele, super premiada e que em seus traços exalta o corpo da mulher.
O estilista representa muito bem nossa moda com seus vestidos alegres e esvoaçantes, e ainda teve o privilégio de ser o primeiro brasileiro a ter um “mini documentário” feito pela Vogue, que vale muito a pena assistir!

Outro dia pensei (logo, twittei) em como era a vida antes da sapatilha. Que sapato baixo, confortável e bonitinho a gente usava? Existia vida além (ou abaixo) do salto alto? Porque eu tenho certeza que minhas leitoras fashionistas (huhu) não eram adeptas do Nike 360 molas, né? Bom, eu não lembro.
Lá no twitter, a maioria respondeu que a vida era mais dolorida, com joanetes e sem nenhuma fofurice (sapatilhas são fofas). Outras falaram que usavam Keds (eu tinha uma coleçããão), as clássicas Melissinhas ou as rasteiras de sempre. Mas a nossa vida não era completa…
As sapatilhas são confortáveis, não tem aquele aspecto esportivo do tênis e nem aquela estética defasada de algumas rasteirinhas. Elas são sempre bonitinhas, seja na forração, no aplique ou numa cor que fale por si só. Funcionam no calor com vestidinho e no inverno com calça-casaco, são clássicos. Mas desde quando?
Fui pesquisar a história da sapatilha e descobri que ela foi popularizada por Audrey Hepburn em “Cinderela em Paris” e logo depois com Brigitte Bardot, que em 1956 alçou a Repetto à fama, com esse modelo vermelho feito exclusivo pra ela. Depois disso, entre altos e baixos, foi nessa última década que a sapatilha virou febre, desejo instantâneo de consumo imediato!
E falando delas, não tem como não falar da história da Repetto. A marca francesa, que inicialmente criou sapatilhas pras bailarinos, estendeu seu campo de ação e vende pra musas de Kate Moss a Suri Cruise. A loja deles é um encanto, e acredito que diante do estoque impressionante seja impossível sair da loja sem ao menos um par (na faixa de €150)!
I <3 sapatilha!

Não tem jeito, adoramos um blog, curtimos um site, mas as revistas sempre serão soberanas em nossa cabeceira! Lembra desse post aqui, onde conversamos como elas nunca perderão espaço pro virtual e são a forma mais poética de eternizar a moda? Pois bem, revistas sempre nos surpreenderão, a começar pela capa.
E dessa vez não estou falando Vogues ou Elles, a revista que mais me impressiona com seu cuidado estético é a I-D Magazine. Mas não pense que são pelas entrevistas interessantes ou pelos editoriais caprichados, a revista me impressiona pelas suas capas! Você consegue reparar alguma semelhança entre as fotos abaixo (ou a grandona acima)?
Sim, todas tem ou um olho piscando ou coberto. E o “i-D” representa justamente isso, uma carinha sorridente e piscante. E olha que a revista foi lançada em 1980, bem antes de qualquer associação aos emoticos cibernéticos que tanto usamos.
Agora imagina que complicado você TER QUE ser obrigado a publicar uma foto nessa condição. Vai que você faz uma foto incrível da Madonna ou Gisele com os olhos abertos? Adeus foto, tem que preservar a “linha fotográfica” da revista.
E o mais bacana e admirável é que esse estilo se perpetuou – e se atualizou – ao longo dos 20 anos da revista. Sempre com uma capa divertida, exótica ou polêmica, a I-D é referência de que uma revista pode se reinventar sempre, e a gente comprar só pela capa!

Depois de desvendar meu corretivo favorito aqui, chegou a vez de pedir ajuda às universitárias blogueiras! Uma das melhores coisas de se ter um blog é a ótima relação com a vizinhança, então quis saber qual é o corretivo favorito delas! Na pergunta fui bem clara objetiva, queria o corretivo número um, pessoal e intransferível. Vejamos!
Acho que a Vic deveria ser embaixadora oficial do Clé de Peau no Brasil, foi ela que introduziu a marca por aqui e depois disso se tornou desejo imediato entre blogueiras e leitoras. O número 1 da Ana é o Cover&Block da Dermage, marca brasileiríssima onde seu diferencial está no fato de ter produtos desenvolvido especialmente pro nosso clima!
A Lelê super recomenda o Ultrafoundation da Kryolan, que é uma base, mas que também pode ser usada como corretivo, ela diz que é poderoso e eficiente! A Lia adora o Anticerne Perfecteur da Dior, que segundo ela tem como vantagem tratar, além de cobrir!
Agora olha que coincidência, 4 blogueiras escolheram 4 corretivos da MAC, e pra facilitar minha vida cada uma escolheu um modelo diferente, o que só prova que MAC está para todas, amém! Basta descobrir o ideal pra cada gravidade de olheira.
Helô recomenda o Select Cover Up, que se diferencia por ter uma textura leve (líquida) e invisível. A Lu adora o Studio Finish (também uso esse!), que tem uma textura bem cremosa e opaca.
Nati usa o Select Moisturecover, que também tem função hidratante, e ela ainda completa com o Flash Iluminador da O Boticário. E a Mandy usa o corretivo mais novo da MAC, o Studio Sculpt, que tem uma textura bem macia, tipo mousse e com boa cobertura. No blog da Dani Pinheiro tem um post excelente explicando cada produto.
As blogueiras já contaram seus favoritos, agora quem quiser acrescentar outros tem-que-ter, pode contar aqui!
